01/11/2026

Eu Sou Sanat Kumara.

Amados irmãos, boa noite. Eu vos saúdo. Enquanto falamos convosco, já sabem, estamos sempre em grupo.

Especialmente hoje, recebem diretamente tratamento do amado Arcanjo Rafael e da equipe Mariana. Equipe é uma forma que a vossa mente pode compreender. Entendam como um grupo que atua sob a direção da amada Mãe Maria. A qualquer tempo que acessem essas informações a serem passadas hoje, se conectarão diretamente com o dedicado comando da digníssima Rainha. Abram vossos corações e intencionem receber as curas que precisam.

Irmãos amados, sempre que se conectam, sempre que abrem vosso coração, sempre que reservam um tempo do vosso tempo para se conectarem, para chamarem, para buscarem ao Pai, a Deus, ao Alto, recebem ajuda, recebem apoio, recebem tratamento, se assim intencionam. Compreendam tratamento em qualquer nível. Cada um receberá a energia de tratamento que estiver necessitando, e que estiver pronto a receber no momento. Pode ser no nível físico, no nível mental, emocional, espiritual ou sutil.

Entendam nível sutil como nível de alma. Quando me refiro ao nível sutil, entendam como toda bagagem que carregam, que guardam, que vivenciaram — que é sempre uma poderosa bagagem — mas, à medida que avançam, certos itens da bagagem tornam-se obsoletos, desnecessários, e precisam ser descartados. Certas memórias, por exemplo, precisam ser carregadas até que o aprendizado associado a elas seja cumprido. Após o cumprimento dos aprendizados que precisam, os ciclos precisam ser encerrados.

Quando digo que memórias precisam ser descartadas, entendam como a carga emocional associada às memórias. A memória, por assim dizer, é um fato ocorrido, mas a carga emocional, a carga psicológica associada às memórias, são carregadas nas bagagens das jornadas que vivem. As experiências que repetem, que vivem, são atraídas por essa carga psíquica que carregam.

As experiências que vivem são as lições, as poderosas lições que precisam viver para os aprendizados necessários, para que alcancem degraus mais elevados, para que amadureçam, portanto, para que se elevem, para que ascensionem. Quando os aprendizados ocorrem, naturalmente essa bagagem fica mais leve, naturalmente desapegam daquilo que não vos serve mais. Naturalmente encerram ciclos, passam a honrar as experiências, mas desapegam delas e seguem adiante.

O trabalho do digníssimo Arcanjo Rafael e da hierarquia de Luz vinculada a essa Consciência pode atuar nos níveis mais profundos do vosso ser. É preciso que queiram, que queiram aprender, que queiram soltar, que queiram receber o tratamento que precisam.

Muitas vezes aquilo que querem tratar, aquilo que querem resolver, aquilo que querem eliminar ainda é necessário para vós. Portanto, intencionem, peçam para se libertar daquilo que pode ser eliminado, desbloqueado, removido da vossa vida, mas, principalmente, peçam discernimento para aprender o que precisa ser aprendido.

Intencionem a ascensão, a elevação, a cura, a transmutação de tudo o que já pode ser transmutado em vós. Não basta querer eliminar o que a vossa mente entende que é desconfortável e deve ser eliminado. Nenhum desconforto está na vossa vida à toa. Isso não significa dizer que devem se apegar ao desconforto ou se apegar a sofrimentos. Não se trata disso, amigos. Se trata de terem discernimento, de observarem com honestidade cada situação em vossa vida — o que ela está convidando, o que ela está oferecendo.

Cada situação da vossa vida tem um trato convosco. Nenhuma situação da vossa vida chega sem uma atração da vossa própria mente. Não estão na vida em que estão de forma aleatória. Observem o que cada situação está querendo vos ensinar, amados. Peçam ao Pai o fortalecimento necessário, o discernimento necessário, a clareza necessária. Peçam para que as ilusões sejam eliminadas — e as ilusões serão eliminadas de forma segura, de forma saudável para cada um.

É preciso que as ilusões sejam eliminadas de forma segura, pois a maioria de vós se apega a ilusões, principalmente sobre si próprios. A grande maioria de vós conhece muito pouco sobre si próprio e se agarra a ilusões. Muitos de vós não suportariam que as ilusões fossem eliminadas de forma brusca. Portanto, peçam ao Pai que as ilusões, os véus, sejam dissolvidos, sim, e a Divina Luz saberá cuidar de vós para que passem pelas desilusões que precisam passar de forma segura.

Isso significa saber o que precisam aprender, saber quem verdadeiramente são, saber quais as fraquezas que possuem, quais os aprendizados que precisam, em que nível de desenvolvimento interno estão e o que precisam para se desenvolverem, para crescerem, para ascensionarem.

Darei exemplos sobre a ilusão que possuem sobre si próprios. Falarei sobre gentileza. Observem, por exemplo, se, quando são gentis, são gentis pela vontade genuína de exercitar a gentileza, pela vontade genuína de amar — pois essa é a base da gentileza: amar – ou querem ser gentis por assumirem máscaras, querem parecer gentis para receberem bajulações, para serem admirados, para serem elogiados, para serem vistos como gentis. Muitos de vós, amados, possuem determinados comportamentos por ilusões criadas pela mente. A própria mente cria uma ilusão sobre si próprio, e muitos de vós não percebem as intenções por trás dos vossos comportamentos.

No exemplo dado sobre a gentileza, ao passo que se desiludam e percebam que a vossa intenção, por exemplo, é exercitar a gentileza por motivos egoístas, a consciência desse fato já vos ajuda, porque vos tira da ilusão, e já podem, portanto, escolher dar um passo além. Podem precisar de um período de transição entre exercitar a gentileza ainda por motivos egoístas, pela vaidade, e, aos poucos, exercitar o mesmo comportamento gentil com a Verdade, com o Amor, com a vossa entrega.

Da mesma forma, a caridade. Já falamos convosco que aquilo que chamamos de caridade não se trata, especificamente, de uma entrega financeira ou de entrega de coisas materiais, mas, para o nosso exemplo, nesse momento, consideremos a entrega no sentido financeiro ou material. Considerem duas possibilidades. Uma: um irmão que faz uma doação financeira ou material, mas tem a intenção forjada no egoísmo, na vaidade, na expectativa de benefícios, de adulações, de bajulações, de aplausos, de elogios, a intenção de ser bem visto, de ser agraciado, a intenção de ser “bom” para obter benefícios.

Considerem o mesmo exemplo da doação financeira ou material, por um outro irmão cuja intenção seja genuinamente Amar, seja a entrega por si só, seja a verdadeira vontade de contribuir, de servir, a verdadeira vontade de fazer a diferença na vida daquele de quem participa naquele momento. A resposta está no coração, amados. O primeiro age por uma mente condicionada, inferiorizada, limitada, egoísta. O segundo age num outro patamar de elevação, amados.

Na mesma ação observem o que está por trás — não daquilo que recebem, mas daquilo que fazem — o que está por trás daquilo que fazem. É nessa resposta que está o vosso nível de jornada. Precisam conhecer em que ponto estão, não para se julgarem, mas para se conhecerem e decidirem subir degraus, se assim quiserem.

Podem tirar o véu da ilusão e perceber algum nível de egoísmo nas vossas ações e escolher continuar egoístas. É uma escolha vossa, é uma escolha pautada na índole do vosso coração. À medida que os véus são retirados, e conhecem sobre si próprios, e sabem em que nível estão, podem fazer essa escolha de forma consciente. É nesse momento que o vosso coração mostra a que veio. Compreendem, amados?

Além dos exemplos dados, percebam que em todas as vossas ações podem fazer essa observação, e é nesse exercício, é nessa observação, que aquilo que chamamos de “véus da ilusão” são, pouco a pouco e naturalmente, dissolvidos. Prefiram que a dissolução de véus ocorra dessa forma, no exercício contínuo, dedicado, constante.  Se não escolhem se endireitar, por escolha própria, já sabem que, mais cedo ou mais tarde, as circunstâncias da própria Vida vos endireitará. Essa é a lei, amados. É para isso que serve a Vida, simplesmente: para vos endireitar, por assim dizer, para vos fazer crescer. Escolham crescer. Nosso papel convosco é ajudá-los a refletir sobre si próprios, é ajudá-los no “arregaçar das mangas”, é ajudá-los na transformação – se assim quiserem, amados.

Falaremos agora sobre vossos desejos e vossas vontades. Me refiro aos vossos desejos e vossas vontades no sentido humano, terreno. É preciso esclarecer alguns pontos. Já foi dito que o vosso objetivo é ascensionar, é se unir à Luz, é se unir ao Alto, é se tornarem mestres, colaboradores com o vosso desenvolvimento e o desenvolvimento da humanidade.

Muitas vezes é dito, por aqueles que buscam, por aqueles que se dedicam à busca, o termo “que seja feita a vontade de Deus”, “que seja feita a vontade da Luz”. Isso não significa passividade, isso não significa uma entrega passiva, isso não significa também que precisam abrir mão, por assim dizer, das vossas necessidades humanas, dos vossos desejos, das vossas vontades, mas significa, sim, uma abnegação — abnegação tal que exige um nível de discernimento para saber que a vontade de Deus, a que nos referimos, é a vontade mais elevada para si próprios.

Isso significa, como já foi dito, que o objetivo maior é a união com Deus, é a união com o Alto. A união com o Alto, como já foi dito, é alcançar o Reino de Deus — não após a morte física, como também já foi ensinado, mas no momento em que estão, encarnados ou não. Isso significa o desenvolvimento daquilo que chamam de virtudes; isso significa, ao mesmo tempo a dissolução de todos os vícios, a cura das feridas, a dissolução das fraquezas, o combate a tudo o que vos limita, a tudo o que vos atrasa.

Se o vosso objetivo de vida está pautado nessa Meta maior, os vossos desejos, vossas vontades, vossas necessidades são meios para alcança-la. Isso significa que qualquer desejo, vontade ou necessidade da vossa mente que não contribua para esse objetivo final — se possuem foco, se possuem uma vontade genuína, o discernimento elevado para saber onde precisam chegar, a determinação para chegar onde precisam chegar — saberão eliminar das vossas vidas, naturalmente, aquilo que não vos serve.

Se algo que desejam, se algo que a vossa mente acredita que necessita, vos atrasa, vos limita, vos afasta do objetivo maior, da Meta maior, do Alto da montanha, receberão toda a Força que precisam para eliminar isso da vossa vida. É preciso uma vontade firme para saberem o que precisam, para saberem que virtudes precisam desenvolver, que vícios precisam eliminar. E todos vós, irmãos amados, cada um à sua forma, saberá de que vícios a vossa vida trata, de que virtudes precisam desenvolver. Cada um, em algum nível, tem algo a desenvolver e algo a eliminar.

Utilizem os termos que acharem mais apropriados. Para alguns pode ser o termo pecado, para alguns pode ser o termo vício, para alguns pode ser o termo fraqueza, ferida, dores. Não importa o termo; importa que saibam o que é bom em vós e pode ser melhorado, desenvolvido — aquilo que contribui, aquilo que eleva, aquilo que vos aproxima do Alto, aquilo que vos impulsiona à Meta — e separar daquilo que é mau em vós, daquilo que vos limita, vos atrasa, que prejudica, que atrapalha, aquilo que vos dificulta na subida para o Alto da montanha. Cada um de vós, fazendo uma autoavaliação, saberá o que deve ser promovido, construído, aprimorado dentro de cada um, e o que deve ser eliminado, destruído, dissolvido.

Portanto, não significa abdicar de prazeres, de desejos, de vontades, de necessidades humanas. Significa ter a prudência, o discernimento de avaliar se aquilo que a vossa mente quer realmente é uma construção para a vossa vida ou uma destruição para a vossa vida. É preciso ter muita responsabilidade consigo próprio, amados.

Irmãos amados, sobre aquilo que conheceram como os dez mandamentos, leis de Deus, como alguns podem ter aprendido: é preciso que tenham o discernimento de entender que cada escritura ensinou conforme o momento, conforme a necessidade da época, e, sim, já sabem, com interferências humanas, e na maior parte das vezes bem-intencionadas, sim, amados, para a necessidade de uma época, utilizando os vocabulários e o nível de desenvolvimento de determinadas épocas.

Antes de julgarem, compreendam. É preciso, sim, que usem a inteligência, a lucidez, para avaliarem, não para julgarem, mas para verdadeiramente sentirem e filtrarem, de cada informação, aquilo que vos eleva, aquilo que vos acrescenta, aquilo que constrói. Ao invés de perderem tempo com julgamentos, aproveitem para si aquilo que pode construir, aquilo que pode contribuir. Procurem compreender o que existe por trás de cada ensinamento — e isso serve também para as orientações que passamos para vós nesses momentos de encontro.

O ensinamento “amar a Deus sobre todas as coisas” é muito mais profundo do que a vossa mente pode compreender se procurar ler ou absorver de forma superficial. Reflitam sobre a importância e o poder dessa lei, amados. Entendam “lei” não como a vossa mente compreende lei, no sentido da justiça humana. Entendam lei aqui como um direcionamento, um elevado direcionamento que serve para absolutamente todos.

“Amar a Deus sobre todas as coisas” nada mais é do que tudo o que estamos vos ensinando desde o nosso primeiro encontro: ajudá-los a subir o Alto da montanha. Não há Meta maior. Se não amarem a Deus sobre todas as coisas, aí sim, queridos, serão escravos dos pensamentos, das vontades, serão escravos da superficialidade, se perderão, porque a vossa mente não sabe o Caminho, a vossa mente não sabe para onde estão indo, quem são, de onde vieram e para onde vão.

“Amar a Deus sobre todas as coisas” significa que sabem a Meta  maior, o objetivo final, para onde estão indo, de onde estão vindo. Sabem de onde foram criados, sabem o poder que possuem – da forma mais humilde e poderosa, sim, amados. Poder no sentido mais precioso, no maior sentido de Poder que existe; mas é preciso muita humildade para reconhecer a Força desse Poder sem se perder.

“Amar a Deus sobre todas as coisas” significa saberem em que nível estão e quão distante estão dessa Meta, desse objetivo maior. Significa que saberão viver a vossa vida experimentando, vivendo, conhecendo as vossas necessidades, experienciando, experimentando desejos e vontades, sim, sem serem escravos, sem se perderem. Saberão o que deve ser descartado e o que pode ser aproveitado no caminho. Isso é amar a Deus sobre todas as coisas. Isso é querer viver o Reino de Deus, amados.

Não significa “morrer para ir para o céu”. Muitos de vós entenderam errado, e ainda entendem errado. Compreendam. Procurem reler as escrituras intencionando ver com Sabedoria. É muito mais rico, muito mais profundo do que a vossa mente pode compreender; mas podem, sim, pedir ajuda para que tenham discernimento e a lucidez para aproveitar o que já podem aproveitar, para aprender o que podem aprender, para absorver o que podem absorver, e assim amadurecerem.

“Amar aos vossos irmãos como a si próprios.” Primeiramente, precisam — precisam! — aprender a amar a si próprios. Precisam entender que amar a si próprios nada tem a ver –  ao contrário, amados, – com vaidade, com a vontade egóica de ser visto, compreendido, aplaudido, de se sentir diferenciado, melhor. Isso não é amar a si próprio, amados. Amar a si próprio exige, principalmente, primeiramente, terem humildade. A palavra Amor nunca pode existir separada da humildade.

Seja amando a si próprios ou amando aos vossos irmãos, se tiver qualquer intenção além do próprio Amor, não é Amor. Amar aos vossos irmãos com segundas intenções não é Amor. O Amor basta por si próprio. Amar por amar, amar porque quer amar. O Amor verdadeiro, amados, basta por si próprio. Ama-se porque se ama. Não se ama para querer algo em troca. Isso não é Amor, amados.

Portanto, aprendam a amar a si próprios. Quando aprenderem a amar a si próprios, naturalmente sentirão a vontade de amar aos vossos irmãos, porque verão a si próprios, verão a Luz que possuem, verão quem são. Saberão para onde estão indo. Sabem de quem são filhos. Reconhecerão os vossos irmãos quando reconhecerem de Quem são filhos. Reconhecerão de Quem são filhos. Reconhecerão quem são. É muito mais simples, amados, do que a vossa mente possa compreender.

Revejam essas mensagens em outro momento – as passadas hoje. Reflitam em vezes seguidas. Eu vos garanto que isso vos ajudará a absorver profundamente as informações. Observem os vossos apegos. Peçam clareza e lucidez para reconhecerem os vossos apegos. Muitos de vós confundem apegos com Amor. É o contrário, amigos. O apego, seja qual for, seja em que nível for, se origina do vazio, se origina de carência, se origina da falta, se origina da falta de Amor. Compreendem?

O apego, seja do que for e em que nível for, se associa a medo, se associa a vazio, se associa ao contrário do Amor. Aprenderão o real significado de Amor se exercitarem buscar a Fonte, buscar a Deus, se conectar com Deus — não importa o termo que usem — buscar, se conectar, orar, louvar, a intenção de se unir ao Pai.

Não importa o termo: se chamam de Pai, de Deus, de Fonte Criadora, de Criador. A Consciência Suprema, portanto, criadora de tudo o que existe, criadora de tudo o que é — é nessa Fonte que está todo o Amor que precisam. É nessa Fonte, é a partir dessa Fonte, que saberão amar verdadeiramente, em todos os níveis, em todos os tipos de relacionamentos. Perceberão que, à medida que exercitem essa busca e essa conexão com a elevada Luz, com a Consciência Suprema, com o Pai, os apegos se dissolverão, e sentirão a verdadeira liberdade.

Perceberão, portanto, que são escravos daquilo que se apegam. Não significa, como já foi dito, que devem abrir mão das vossas necessidades, dos vossos desejos e das vossas vontades, mas precisam reconhecer quem domina quem. Muitos de vós são dominados pelas vontades, pelos desejos e pelas necessidades. São escravos, são reféns, são prisioneiros, e não percebem, porque estão buscando o vosso suprimento na fonte errada, amados. Estão buscando o vosso suprimento em fontes passageiras, instáveis e, muitas vezes, peçonhentas.

Observem. Observem onde se ancoram. Queiram libertar-se de tudo o que vos prende, todos os vícios, amados — e compreendam vícios, inclusive, os apegos. Não se trata dos vícios que a vossa mente julga como legais ou ilegais. Há muitos níveis de vícios; vícios de pensamentos, inclusive, são os mais danosos e os mais comuns. Queiram libertar-se dos vossos vícios. E é preciso muito esforço, muita dedicação e muita vontade para libertar-se dos vícios, tanto quanto é difícil libertar-se dos vícios que consideram ilegais — ilegais do ponto de vista da vossa justiça humana. é igualmente difícil, e talvez até mais, libertar-se daqueles vícios que consideram comuns, naturais, “humanos”, porque, se não veem esses vícios como o que são – vícios! – se não veem esses comportamentos como danosos, não conseguirão se libertar, não perceberão que são escravos. Portanto, não quererão se libertar.

É preciso que busquem, que se fortaleçam na Consciência Suprema. Já foi dito a vós que Ela está disponível para todos. Basta que queiram, basta que decidam, basta que abram o coração, não importa a forma.

Eu estou convosco, eu vos amo.

Eu Sou Sanat Kumara.

(…)

Eu Sou Arcanjo Rafael.

Falarei brevemente convosco. Eu vos saúdo. Complemento a mensagem do Grande Ser, informando-vos que sempre recebem tratamento quando entram em contato com essas orientações. Quando entram em contato com essas orientações, muitos de vós podem sentir sonolência, muitos de vós podem sentir alguns efeitos físicos na cabeça, por exemplo, ou em outras partes do corpo. Estão a receber, nesses momentos, o que poderia ser entendido por vós como um “download de energia”, limpando, removendo drenagens energéticas que não vos servem — desde que estejam abertos para eliminar, podem receber algum tratamento.

São muitos os irmãos, muitos os seres que contribuem convosco, que participam desse momento, que participam dessa hierarquia, que trabalha convosco nesses momentos, que trabalha no vosso campo para ajudá-los a receber as informações que precisam. As informações são recebidas muito além do campo mental. As informações são recebidas para além do que as palavras dizem. Há informações contidas no campo energético. Há muito mais do que a vossa mente possa compreender.

Nossa intenção é, pouco a pouco, ajudá-los a expandir a vossa visão para o que há além dos olhos físicos, para o que há além do alcance dos olhos físicos. Pouco a pouco, já podem, já conseguem alcançar outros níveis de informações que sejam seguras para o vosso campo mental. Naturalizem a nossa presença convosco, naturalizem receber a nossa ajuda, naturalizem concepções sobre o que é o vosso campo mental, sobre o vosso campo energético, sobre o que são os níveis sutis, sobre como se relacionam os vossos corpos inferiores, sobre como se relacionam os vossos corpos superiores.

É preciso reforçar, para que a vossa mente alcance, que o vosso campo mental tem o poder de criar, de elaborar, de materializar, de produzir. Isso significa que muitas circunstâncias que vivem são produzidas pelo vosso campo mental. É importante que observem como alimentam os pensamentos, é importante que observem como a vossa mente gosta de se distrair. É nesse gosto, aparentemente inofensivo, que se escondem muitas vezes alimentos nocivos. Alguns gostos podem, sim, claro, produzir alimentos que vos elevem, que contribuam; mas muitas vezes a vossa mente procurará alimentos de baixo gosto.

Percebam o que quero dizer. Observem o que os vossos olhos procuram. Observem o que os vossos ouvidos procuram. Observem o que os vossos comportamentos procuram. Observem as vossas tendências. Observem a si próprios. Criem o hábito de observarem a si próprios, principalmente de dentro para fora. Exercitem esse hábito como a forma de cultivar o autoamor, de cultivar o Amor por si próprios.

Perceberão que muitas vezes alguns problemas ou situações que não vos agradam foram criadas pelos vossos próprios pensamentos. Receberão ajuda sempre que pedirem, mas percebam que não é possível ajudá-los quando são responsáveis pela criação dos próprios problemas. Compreendam que não é possível eliminar os problemas, por assim dizer, se a raiz está dentro de vós e não possuem consciência, clareza, para perceber e enxergar. Peçam ajuda, portanto, para curar a origem, para resolver na origem.

É importante que conheçam a si próprios. É importante que assumam a responsabilidade por si próprios e não estarão sozinhos. Receberão, sim, toda ajuda que precisarem, mas é preciso que reconheçam que são responsáveis por si próprios. Me despeço de vós na comunicação, mas estamos sempre disponíveis, e é uma honra poder cuidar de vós. Eu vos amo.

Eu Sou Arcanjo Rafael.

(…)

Eu Sou Sananda.

Olá, amados. Boa noite. Eu vos saúdo. Falamos hoje, e já falamos muitas vezes, sobre a Meta maior, sobre buscar o Alto da montanha, sobre buscar o Reino de Deus. Já sabem que não se trata de morte no corpo físico, de buscar o céu após a morte, como entenderam. Já sabem que se trata do hoje. Não importa em que momento estão; os ensinamentos aqui passados servem também para os irmãos desencarnados.

Falarei, portanto, da ferramenta principal — a mais simples, a mais poderosa, a principal — que devem exercitar, que devem manejar para cumprir esse objetivo. Eu falo da oração, tão negligenciada, tão pouco utilizada, tão superficializada pela vossa mente. Amados, se conhecessem verdadeiramente o poder da oração, se exercitassem verdadeiramente essa poderosa ferramenta, não precisariam de orientações; buscariam e receberiam direto da Fonte. É como ter um precioso tesouro e querer pedir esmolas. Percebam a tamanha ignorância que possuem por não orarem, por não buscarem, por não usarem a ferramenta que está disponível para vós.

Todos vós sabem falar, muitos falam muito — por que não falar com o próprio Pai? Por que não falar com Deus? Se algum de vós que aqui me escuta está aqui a me ouvir por mera curiosidade, e não acredita (em Deus) então conversem com o mar, conversem com o céu — mas conversem confiando que o mar ou o céu seja a Consciência Suprema que tudo criou. Conversem com Aquilo, com o Algo — seja de que forma acreditem — que criou tudo o que existe, a origem, o ovo, não importa como vossa mente compreenda; mas busquem, conversem, usem o coração que possuem para amar, para buscar, para se unir a essa Consciência Suprema.

Falamos palavras bonitas, mas não importa o termo. Deus, como foi ensinado. Aprenderam a colocar Deus longe, distante, inacessível. Nossa intenção é ajudá-los a perceberem que estão, muitas vezes, equivocados, porque se distanciam, porque não naturalizam, porque dificultam. É simples, é fácil, basta que queiram. Não precisam de lugares especiais; mas, sim, se um lugar especial, se um ritual, se um templo pode vos ajudar, que busquem, desde que usem o tesouro que possuem.

Se, depois de acessarem todas essas informações, ainda assim escolherem não orar, tudo bem, amigos, vossa escolha é respeitada, sempre será. Nosso objetivo é abrir as cortinas, é fazê-los enxergar, é ajudá-los a subir os degraus; mas podem, sim, escolher ficar no mesmo degrau, e a vossa escolha será respeitada.

Eu vos garanto que estão onde estão porque querem subir os degraus, e eu vos garanto que ficarão muito satisfeitos, que sentirão a alegria do dever cumprido, se subirem os degraus. Eu vos garanto que ficarão muito desapontados se não fizerem o que precisa ser feito, se não cuidarem do que precisa ser cuidado, se perderem a vossa vida em inércia. Todos vós têm tendências à inércia, a ficarem parados, a se estagnarem. Observem as vossas tendências. Eu vos garanto que se desapontarão consigo próprios profundamente se se derem conta de que perderam a vida em inércia, em vaidades, em superficialidades, por mera ignorância.

Não podem dizer mais, amigos, que não sabem. O conhecimento traz responsabilidades. Responsabilizem-se.

Nossa ajuda é para apoiá-los a andar, não para andarmos por vós. Lembrem-se: recebem toda ajuda para se levantarem e andarem. Colocamos lanterna nas vossas mãos, colocamos as melhores ferramentas, se assim quiserem — mas usem. Reflitam sobre os ensinamentos, reflitam, verdadeiramente reflitam, refaçam, revejam, releiam, escutem novamente, sintam novamente, sintam, sintam, reflitam e pratiquem.

Estamos sempre convosco, irmãos amados.

Falo especialmente agora, de coração para coração, com os pais que passam, nesse momento, por dificuldades com os vossos filhos. Eu me compadeço, eu me junto a vós. Irmãos amados, abram o vosso coração para o Divino Pai, elevem vossas mãos aos céus, abram o vosso coração, abram a garganta, clamem, peçam, ancorem a energia Divina no vosso lar. Ancorem. Possuem esse direito, como filhos do Divino Pai, e mais ainda: possuem o dever de ancorar Luz no vosso lar.

Ancorem a Luz no vosso lar. Ancorem. Podem e devem. Ancorem, chamem, abram o vosso coração, abram a porta da vossa casa para ancorar a Luz de Deus. Confiem. Confiem. Não terceirizem essa responsabilidade. Não terceirizem essa responsabilidade. Confiem no poder da oração. Façam a vossa oração para o vosso lar, façam oração para os vossos filhos, orem pelos vossos filhos. Não terceirizem, não precisam terceirizar. Confiem. Confiem. Abram o vosso coração e confiem. Confiem no poder da oração.

Conversem com o próprio Pai. Abram a porta da vossa casa, que nós entraremos, nós vos ajudaremos. Nós queremos, sim, ajudá-los; mas, não conseguimos se se fecham, se se colocam em posição inferior. Compreendam como funciona aquilo que já foi ensinado como campo energético: se se colocam em posição inferior, é como uma estação de rádio que não sintoniza, compreendem? Abram a porta da vossa casa — significa confiem, chamem e confiem.

Estaremos todos juntos. Esse combate é nosso, amigos — nosso, junto convosco; nosso, convosco. Combateremos juntos. Juntos. Chamem, confiem, ancorem. Possuem esse direito e esse dever. Contem conosco. Estaremos juntos. Chamem.

Eu vos amo. Confiem. Tudo será resolvido. Confiem. Não há Poder maior que o da Luz, amados. Basta que queiram, que confiem, que chamem. Combateremos juntos.

Eu vos amo.

Eu Sou Sananda.

Rolar para cima