Eu Sou Sanat Kumara.
Amados irmãos, Eu Sou Sanat Kumara. Alguns de vós ainda não me conhecem com a mente, mas todos vós que me escutam me conhecem com a alma. Se essa mensagem chegou até vós é porque há abertura em tua alma para receber o que tenho a dizer.
Eu Sou Sanat Kumara. Sou familiar de vossa alma. Faço parte do grupo em missão com a Terra, para a Terra. Existem vários grupos em missão nesse momento. Para que vossa mente compreenda, faço parte de vários grupos. É como se a Ordem dos Kumaras contemplasse vários grupos que nesse momento trabalham para a elevação da Terra.
Para que vossas mentes entendam, imagine um grupo de cura, onde um grupo cura o sistema respiratório, o outro grupo cura o sistema circulatório, o outro grupo cura a mente, o outro grupo cura feridas na pele, o outro grupo cura o coração, mas todos os grupos estão ligados por uma ordem única. Assim funciona a Ordem dos Kumaras. Existem grupos pleiadianos, existem grupos arcturianos, existem grupos sirianos, existem grupos andromedanos, existem muitos grupos nesse momento servindo à vossa Terra, servindo a toda a humanidade.
Todos os grupos, eu vos garanto, que nesse momento servem à Terra, que participam dessa Ordem, são seres que servem à luz e ao amor. São seres em missão pelo Criador em nome do Criador. São seres que servem à Divina Criação, portanto, são seres que servem a vós, buscadores da luz e do amor.
É porque sabemos quem são e o que buscam que me apresento a vós nesse momento. É porque sabemos que há abertura em vossos corações que vos apresento nesse momento a Ordem dos Kumaras. É importante que saibam que recebem toda a ajuda que precisam.
É mais importante ainda que saibam que a principal ajuda que precisam está dentro de cada um de vós. É, principalmente, mais importante que saibam, que a força, a proteção, a ajuda que precisam está dentro de cada um de vós. É fundamental que saibam que toda a caixa de ferramentas que precisam, todas as habilidades e dons que precisam, toda a soberania que precisam, está dentro de cada um de vós.
E para encontrar esse manancial, esse tesouro que todos vós são, verdadeiramente, é preciso que façam a limpeza que vem sendo avisada, que vem sendo orientada há tempos. A limpeza é o garimpo. Limpem o terreno dos vossos corações. É necessário, é fundamental que se autoconheçam, que saibam quem são. Que saibam quem são antes dos papéis que exercem. Que saibam quem são por trás das carências que possuem. Que saibam quem são por trás das necessidades humanas que possuem. É necessário que se conheçam. É necessário, inclusive, que saibam quais são as vossas necessidades.
Tenham consciência. Tenham consciência dos vossos passos, do que fazem, do que querem, do que são compostos. Tenham consciência de como funcionam vossas mentes. É importante que saibam como funciona o vosso corpo mental, para que esse corpo seja definitivamente amadurecido e instrumento para o vosso caminho na luz e no amor.
É necessário que se conheçam, é necessário que se investiguem, é necessário que percebam vossas ansiedades, o que há por trás de cada uma delas. Cada um de vós aprendeu a se identificar com vossas fraquezas e assumi-las como personalidade.
Muitos de vós diz “eu sou preguiçoso”, “eu sou um fracasso”. O “Eu Sou” é a força que fica cada vez mais escondida, mais abafada, por colocarem depois do “Eu Sou” algo negativo, algo associado a uma fraqueza temporária, mas que de tanto repetirem acabam por acreditar que são fraquezas definitivas, que são fraquezas que fazem parte da vossa personalidade.
Eu vim aqui para me apresentar a vós, para dissolver um pouco mais dos véus, para que percebam quem são por trás dessa matéria que tanto se apegam nos espelhos, nos status, nos condicionamentos, nas carências. Por tanto se preencherem de rótulos vazios, mas ilusórios, enganatórios, cheios de beleza, cheios de brilho, de tanto se preencherem com supérfluos, se distanciaram e se distanciam cada vez mais de quem verdadeiramente são.
Quanto mais se iludem com as máscaras, com os recheios provisórios, mais perdem a oportunidade de mergulharem nas vossas profundezas e descobrirem o verdadeiro brilho, a paz profunda, não a paz humana, não a paz provisória e temporária, mas a paz profunda, a paz que só uma alma consciente consegue sentir e perceber, uma paz que não retroage, uma paz que só avança. Essa verdadeira paz só é possível encontrar quando se autoconhecerem.
O Reino Divino está dentro de cada um de vós, já sabem disso. Esse Reino Divino não está nas distrações, não precisam procurar o alto de uma montanha ou uma praia silenciosa para encontrar essa paz vendo o mar. Quando alcançarem essa verdadeira paz podem estar em qualquer lugar, o mais barulhento, o mais caótico externamente, mas o vosso interior estará em calmaria profunda, estará em profunda paz, porque o Criador habitará em vós. Só perceberão o Criador habitando em vós, a Fonte Criadora preenchendo o vosso Ser, quando retirarem o lixo estagnado, que armazenaram por tanto, tanto, tanto e tanto tempo.
Cada agitação, cada ansiedade, cada inquietação, cada vazio, cada carência é um poderosíssimo convite para se conhecerem, se descobrirem, retirarem camadas, camadas e camadas de lixo, lixo emocional, cargas emocionais pesadas que não servem mais. Tudo que viveram guarda um precioso aprendizado, que se não for observado com consciência, com maturidade, com coragem, não é possível retirar o lixo associado a esse aprendizado precioso. É como uma joia, uma pérola, que para ser encontrada, precisa antes tirar o lixo, a lama que encobre essa joia. O que fazem é distrair-se, procurando joias externas, joias falsas na grande maioria das vezes, porque não querem encarar a lama. Muitos de vós, de tão distraídos que estão, nem conseguem reparar que há lama a ser limpa, por trás de cada julgamento que fazem, por trás de cada preconceito, por trás de cada inquietação, por trás de cada vício: vício por comida, vício por distrações, vícios de redes sociais, vícios de qualquer situação externa que lhe distraia do interno. Cada vontade de distrair-se esconde uma joia, envolvida em alguma lama, esquecida dentro de vós.
Amados irmãos, a minha presença hoje aqui, além de me apresentar a vós, é ressaltar a necessidade do esforço próprio, para retirada de véus. Queridos, quando dizemos que toda ajuda está sendo dada, é ajuda, e ajuda, queridos, é como uma mão que se dá para o irmão se levantar: é preciso o esforço do irmão, para segurar a mão, e fazer a força para se levantar. Cada um vai receber a ajuda que precisa; um irmão que tiver mais dificuldade de se levantar, vai sim receber mais ajuda para isso, mas ele precisa querer se levantar. Nenhuma ajuda será dada a quem não se esforça. A falta de movimento, a falta de ação, a falta de esforço, significa, energeticamente, “eu não preciso de ajuda”. É o mesmo que dizer, energeticamente, “não preciso, estou bem como estou”. Avaliem a si próprios: estão realmente bem como estão? Não precisam estar em sofrimento para se autotransformarem, para perceberem que precisam se transformar, que precisam evoluir, que precisam transcender. Amados irmãos, a maior fraqueza do ser humano é esperar que a vida os empurre, e os force à transformação. Não é preciso que assim seja, não é necessário que assim seja.
A maior sabedoria que podem desenvolver é buscarem a autotransformação, por uma vontade consciente, por uma vontade deliberada. Busquem a sua autotransformação, observem a si próprios, observem o quanto fogem, como fogem, quais são as suas fugas, se é a comida, é uma rede social, é uma televisão, é o julgamento alheio? A vontade ou a curiosidade de saber das vidas alheias, ou saber como cada ser julga as suas atitudes, essa curiosidade sobre o que os outros pensam sobre si próprios, essa curiosidade para saberem como o mundo vos vê, essa dependência da opinião externa, tudo isso são fugas, queridos! Fugas de quem realmente são!
Dediquem-se a se autoconhecerem, investiguem vossas dores, decidam curar vossas dores, decidam arrancar vossos espinhos, por mais doloroso que seja, mas eu vos garanto, que essa é a vossa salvação! Esse é o caminho da salvação, esse é o caminho da libertação! A maioria de vós, queridos, não percebem quão presos estão nos condicionamentos mentais que possuem. A grande maioria de vós não tem consciência de quão presos estão. Alguns que me escutam, tem alguma consciência sim, de que presos estão, e buscam essa libertação.
Queridos, eu não falo aqui de rituais espirituais, eu falo de autorreflexão! É olhar com muita coragem para a vossa profundidade, para as vossas profundezas, é perceber os vossos preconceitos, é analisar, encarar com muita coragem, com muita maturidade, vossos julgamentos, é encarar com coragem, com profundidade, com franqueza, com maturidade, sem autojulgamento, vossos vazios, vossas carências. Quando julgam alguém, acreditem, aquilo que julgam no outro, é uma ferida a ser tratada em vós! Investiguem a ferida e não o outro! Percebam o outro, qualquer outro que julguem, qualquer outro que julguem, qualquer necessidade de julgamento, é uma ferida a ser olhada em vós. Investiguem!
Amados irmãos e irmãs, esses recados não estão vindo à toa! Não são mensagens para surpreender, não são mensagens para lerem admirados e guardarem, não são mensagens para impressioná-los; são mensagens com profundo amor para alertá-los!
Cada um que tem acesso a essa mensagem, tem a oportunidade, não aleatória, de se autotransformar! Cada um está no momento propício de autotransformação, a cada um cabendo a transformação que está pronto no momento. Aproveitem! Essa mensagem não é para ser guardada! Não vim aqui me apresentar como um novo ser, como mais um Ser. Além de mim existem vários, incontáveis, mas não é isso que importa. Me apresentar a vós contribui com vosso despertar sim, mas mais do que a apresentação e a citação de como sou chamado, mais do que a explicação sobre a Ordem, sobre os grupos, mais importante que a informação extra, é a orientação: saibam cuidar de vós! Assumam as responsabilidades sobre a retirada de véus, tenham coragem de cuidar de si próprios, reconheçam as vossas fraquezas.
Amados irmãos, reconhecer vossas fraquezas, não significa se identificar com elas, ao contrário. Reconhecer uma fraqueza, vos fortalece, é preciso iniciar com coragem, e eu vos garanto que a cada fraqueza que encarem com maturidade, com responsabilidade, vossa força aflorará! Não é reconhecer a fraqueza para se vitimizar, para se identificar com a fraqueza. Aquele de vós que reconhecer em si próprios, por exemplo, o vício com a comida, o vício com a comida para suprir um abandono, um vício com rede social para suprir uma ferida de rejeição, um vício em reclamações, em julgamentos, para suprir algum tipo de vazio interno. Todos vós buscam suprir vazios, suprir fraquezas, e todas as fraquezas nascem da falta de amor. Todos vós, absolutamente todos vós, começam vossas jornadas buscando amor, e quando não encontram amor em vossas jornadas, criam vazios, e esses vazios têm nomes diversos. É a falta de amor que gera o egoísmo.
Amados irmãos, é por isso que é dito que o amor é a chave, porque é sempre isso que falta. Por trás de toda fraqueza, por trás de toda ferida, há a falta de amor. Por isso que o amor é a cura! Isso não é um clichê, meus queridos, isso não é uma palavra vazia, o amor é a maior força, o amor é a maior força que precisam. Amados irmãos, ao curarem vossas feridas, e somente curando vossas feridas, descobrirão que essa força suprema que é o amor, já existe dentro de cada um de vós. É preciso que saiam da teoria. Essas palavras podem ser bonitas, essas palavras já foram lidas por cada um de vós de formas diferentes, em textos diferentes, de variadas formas, mas as palavras não importam se não praticarem. Amados irmãos, curem as vossas feridas! Olhem com coragem para as vossas feridas! Cada um buscará a forma de tratamento, de terapia, de resolução, de autoconhecimento que for mais adequada ao vosso momento, às vossas capacidades, à necessidade dos vossos corações. Independente da forma que busquem de se autoconhecer e de se tratar, garanto a vós que essa vontade de buscar será guiada. É preciso que comecem, é preciso que levantem a mão, e que queiram verdadeiramente ser ajudados.
Dediquem-se, dediquem-se, observem como passam vosso tempo, o que priorizam. O que priorizam? Muitos de vós dirão que não têm tempo. Cuidado com as desculpas que dão. Só existem dois caminhos: buscar a solução, ou justificar a inação! Só há dois caminhos: a ação ou a inação, a negligência. Que caminho escolhe? Aquele que escolhe a ação, que decide se autotransformar, não tem tempo para se justificar, não há justificativa. Aquele que prefere se justificar, já fez a escolha.
O que quero dizer, queridos, para aquele que decidir se autotransformar, que decidir buscar a luz e o amor, não é pensar sobre, é buscar, é agir, é movimentar-se para, é querer saber, verdadeiramente, “como eu descubro esse amor?”, “como eu encontro a Luz?”, “como eu me preencho dessa Luz?”, “como eu me preencho desse amor?”. É buscando esse preenchimento, que perceberão com o tempo, com o caminhar, com a jornada, que o preenchimento é de dentro para fora e não de fora para dentro. Mas é preciso essa busca, porque todas as fraquezas, todas as dores estão encobrindo esse amor dentro. Então, é necessário que busquem, busquem ajuda, busquem as ferramentas para tirar toda a carapaça que escondem quem realmente são.
Toda ajuda está sendo dada sim, mas é preciso que se movam, que ajam, que queiram verdadeiramente.
O querer se mostra no agir.
Observem, como se comportam, o que fazem com as mensagens que recebem. Eu Sou Sanat Kumara