Eu sou Kuan Yin.
Chegou o dia de saudá-los. Eu sou Kuan Yin. Vós sois diamantes do Criador. Todos vós! Em nenhum momento se diminuam. Ao se diminuírem, negam a Divindade e se afastam do que realmente São. Assim como muitos que vieram e muitos que virão participar dessa reunião semanal convosco, faço parte do grupo das Boas-novas. Evangelho é o mesmo que Boas-novas, irmãos e irmãs amados.
Embora o consciente coletivo tenha acostumado a associar o termo ao significado religioso, permaneceremos e utilizamos a essência da palavra. O nosso objetivo é conversar convosco sobre as Boas-novas. Boas-novas da Luz. Evangelho da Luz.
Isso não significa um segmento religioso. Também não significa uma exclusão ao que tenham aprendido em religiões que tenham vos elevado e contribuído com o caminho construído até o momento em que estão. É importante esclarecer o uso do termo e principalmente a manutenção do termo daqui em diante.
Enquanto me escutam, quero que visualizem que estamos em um círculo, reunidos. Se preferirem, podem nos ver sentados em volta de uma mesa, uma mesa de cristal, um piso de cristal. Saiam da mente linear e cognitiva e usem esse precioso instrumento para imaginar. Imaginem-nos reunidos. Eu faço parte dessa reunião hoje, o mestre amigo também – sempre. E a cada domingo, a cada dia que participem desse encontro, visualizem dessa forma. Um dos principais objetivos do nosso contato periódico é diminuir a distância entre nós e vós, criada e alimentada em vossa mente. Vós sois um de nós na Terra, se assim fica mais fácil compreender.
Na verdade, na verdade, somos todos um, mas é compreensível que a mente linear não consiga conceber essa ideia, essa Verdade. Amados e amadas do coração do Criador, eu sou Kuan Yin. Faço parte do Comando de Maria. E é importante que exercitem vossa cognição com esses termos para dissolverem crenças da grade que limita, e relembrarem quem verdadeiramente são.
Faço parte do Comando de Maria. O Comando de Maria, conhecida por vós como Mãe Maria, Doce Rainha, é um Comando estelar. O Comando de Maria, do qual faço parte, é um comando estelar, que por sua vez faz parte da Confederação Galáctica.
Amados e amadas, diamantes do Pai, não vejam a Confederação Galáctica como algo externo à Terra. A Terra faz parte da Confederação Galáctica também. Portanto, todos vós fazem parte dessa mesma Confederação. Todos nós fazemos parte da mesma semente. Todos nós fazemos a mesma busca. Todos nós buscamos o amor e a luz.
A única diferença entre todos nós é o ponto da jornada em que está. Assim como eu, cada um de vós tem uma missão e um propósito. E o que basta saber – e vos adianto é um alívio saber, mas sim pode frustrar uma mente muito elaborada – é que nosso principal propósito é nos desenvolver no ponto em que estamos.
Portanto, para vós, único afazer principal, que do qual deriva todos os outros, é ser no minuto seguinte mais puro em essência do que no minuto anterior do vosso tempo. É ser no dia seguinte mais puro em essência do que no dia anterior do vosso tempo. Isso significa que devem se desenvolver neste rico ambiente chamado Terra, rico de oportunidades para esse propósito de desenvolvimento.
O propósito de desenvolvimento é se tornar mais puro em essência, mais próximos da origem, como um diamante a ser polido, a ser encontrado. Isso é tão simples se dito dessa forma e fácil de compreender. Essa lapidação do diamante que são, é conseguida retirando as camadas que escondem esse diamante.
A retirada das camadas pode ser dolorosa, pode ser sofrida em alguns momentos, mas aqui estamos para ensinar a vós o caminho, as ferramentas, o modo de ação. Cada um de vós é uma joia diferente da outra. Cada um de vós tem uma natureza diferente do outro.
Embora em essência e na visão cósmica sejamos todos um, sejamos todos o próprio Criador em manifestação, como vários rios que seguem para a mesma desembocadura, como vários rios que desembocam e desembocarão no mesmo oceano. A natureza é água, mas em alguns a natureza é mais caudalosa, em outros mais tranquila, em outros mais larga, em outros mais estreita, em outros há mais pedregulhos, mais desvios, em outros o fluxo é mais livre. Vamos do mesmo lugar, desaguamos no mesmo lugar.
Entendam: somos todos o Criador em manifestação, mas seguimos jornadas distintas. Não se compare. Além de seguirmos jornadas distintas, cada um está no seu momento de jornada. Embora esteja do lado de outro rio seguindo a sua jornada, os caminhos são distintos. Respeitem os vossos caminhos; respeitem os caminhos dos demais.
As ferramentas, embora distintas, em essência são as mesmas para todos. Queridos, o que foi ensinado nas escrituras dos mestres que por aqui passaram, são válidas para esse momento, se lidas e praticadas com discernimento. Ensinamentos sobre perdão, por exemplo, continua tão atual quanto nos tempos que foi ensinado. O tempo que tem acesso sobre escrituras é relativamente curto em relação ao tempo de jornada de cada um de vós. Alguns que me escutam têm uma jornada contada em tempo do vosso momento, de cerca de 13.000 anos, 14.000 anos, 15.000 anos, desde a Atlântida e Lemúria, por exemplo. Portanto, 2.000 anos é pouquíssimo tempo, medido como vossa mente entende. Ao invés de rejeitarem e procurarem novos conhecimentos como enxergam, procurem aprender com discernimento, com o amadurecimento que hoje possuem, o que foi ensinado e que têm consciência que ainda não souberam aplicar, a exemplo do perdão, a exemplo de amar.
Falamos de ferramentas e de desenvolvimento. É simples quando podem se avaliar com o avanço de um dia para o outro, por exemplo. São capazes de perdoar hoje mais do que ontem? São capazes de amar hoje mais do que ontem? Se hoje percebem que não conseguem amar alguém, ou guardam mágoa e não conseguem perdoar alguém, dedicam-se a estarem mais prontos para esse perdão amanhã? O que dissemos que é simples, sabemos que na prática se distraem e fogem desse “simples”. É simples se houver abertura no coração e dedicação.
Estamos sempre à disposição, mas não adianta o chamado se não há um coração aberto. Não adianta um chamado se não há uma vontade genuína de perdoar. Para que se exista uma vontade genuína de perdoar, antes é preciso que se exercite a vontade genuína de amar. É sim um exercício. Um coração fechado, endurecido, precisa ser amaciado. É um exercício, sim, amar.
Todo potencial de amar já existe dentro de cada um. Cada um à sua forma, à sua profundidade, à seu nível, mas todos têm. É uma decisão abrir o coração, exercitar o amor, sem desvios, sem escolhas.
É preciso exercitar o amor com expansão, até que ele flua sem escolhas, sem distinções, sem regramentos, sem condições.
Tudo que for ensinado a vós vai sempre ter como base o amor. E como já foi ensinado há tantos anos do vosso tempo, precisam aprender a amar a si próprios, porque sem esse exercício inicial nenhum outro amor é possível, mesmo quando acham que estão amando como um filho ou uma filha, por exemplo. Se não se amam profundamente e verdadeiramente, sem se diminuírem, não conseguem dar o amor em toda a sua totalidade, em toda a sua potencialidade, embora achem que amem.
Nunca estaremos aqui para diminuí-los ou criticá-los. Sempre estaremos aqui para abri-lhes os olhos e ver o que o comodismo das distrações não permite ver. Nosso objetivo, aproveitando a oportunidade dessa aproximação – que será cada vez mais constante, mais fácil, mais potente – é dar-lhes as mãos nesse caminho que é vosso, mas é tão nosso. Perceberão, enquanto despertam, que não faz nenhum sentido seguir a Luz, sem que todos sigam. Acreditem que nosso desejo mais genuíno, nossa maior vontade, é ver cada coração desabrochando para a luz que verdadeiramente é.
Não me coloquem distantes de vós porque que nunca estive. Hoje foi o meu primeiro contato, nesse formato, nesse precioso formato, que chamamos e chamaremos de Evangelho. As boas-novas, boas-novas para o momento, sementes que plantaremos, ou água que daremos, adubo que daremos, para fazer nascer o que já foi plantado em vós. É preciso também, e mais ainda, e principalmente, que estudem vosso terreno. Estudem como cultivar o vosso terreno, como preparar o vosso terreno para receber as sementes e cultivá-las. Queiram receber as sementes, queiram cultivá-las, e queiram cultivá-las com todo amor.
Preciosos diamantes do Pai, se lerem com o coração aberto todas as mensagens que estamos plantando em vós como sementes, perceberão que são os mesmos ensinamentos, em raiz, que já receberam há tempos atrás, como nas escrituras conhecidas por vossas mentes. A raiz de que falo é o que não foi manipulado e que vossas almas sabem e reconhecem.
Não reconhecerão lendo com julgamentos; reconhecerão lendo com amor. É do amor que nasce o discernimento, não do julgamento. Compreendam que aquilo que chamamos de manipulação foram necessidades de cada época, conforme o momento evolutivo daqueles que ali habitaram. E não se espantem, vós, se não tiverem participado diretamente daquilo que chamam de “adulteração da palavra original”. Portanto, o convite é para que não julguem, mas que procurem aprender à luz do coração. Se a intenção for verdadeiramente aprender o que a alma precisa, o amor vai guiar, não o julgamento.
Não se trata de avaliar ou comparar escrituras. Não se trata de avaliar, criticar, julgar religiões. Se trata de buscar no que já existe, a exemplo das escrituras, mas não exclusivamente nelas, aquilo que vossa alma precisa como ferramenta de lapidação, para, por exemplo, exercitar o amor e amanhã perceber que o potencial de amor e perdão está maior do que o de hoje. Perceber a expansão no coração hoje mais do que ontem. Não é o conhecimento pelo conhecimento.
Falei de escrituras, mas poderia ser de filosofia. Falei de filosofia, mas poderia ser psicologia. Não importa, queridos. A escritura é mais acessível somente, mas ainda um irmão ou irmã que não saiba ler, ou que não tenha acesso, é a vontade genuína, o coração aberto para amar, para aprender a amar, para saber amar. É a vontade genuína, é o coração aberto para ver o outro como a si próprio. Para ver a si próprio como cópia, sim, do Criador, e, portanto, elevar-se! Elevar-se não aos olhos do orgulho, mas elevar-se aos olhos de quem se ama profundamente, porque ama o Pai profundamente, ama a Consciência Criadora que vos fez.
Chamem a mim, sim, para aprenderem a perdoar. Chamem a mim, principalmente, quando esse perdão for muito difícil. Percebam também que um diamante não se lapida de um dia para o outro. Persistam. É uma jornada, queridos! É um rio que corre. Constância! O que quero dizer é que não exercitem hoje esperando um resultado amanhã no vosso tempo.
Preciosos diamantes do Pai, alguns associam o amor à delicadeza, mas é preciso que vejam o amor e a delicadeza como a força! A força divina! O amor não é frágil. Portanto, é preciso sim ativar a força divina dentro de vós para conseguirem amar com essa totalidade, e somente com essa força e com esse amor expandido no vosso coração chegarão ao diamante que são.
É preciso muita força para ter a determinação que precisam para tirar todas as lascas de impurezas que guardam, e carregam, e que acham que são vós. É na fraqueza, qualquer que seja ela, que se esconde um portal, um caminho, uma fresta para encontrar a luz dentro de vós, para acessar esse diamante, para chegar até ele.
Quando falo de fraqueza, é qualquer coisa que existe em vós que lhe afaste da luz. A gula é um bom exemplo porque é comum, fácil de ver, fácil de perceber. As ansiedades do vosso mundo, por exemplo, as inquietações, qualquer coisa que lhe afaste da paz é o que pode ser chamado de fraqueza.
É a isso que me refiro, que nos referimos quando falamos de fraqueza. Qualquer coisa que vos afaste do Pai. A gula, por exemplo, por mais inofensiva que pareça, sabem que é uma forma de distração, fácil distração.
Toda distração é uma fuga, uma forma de fugir daquilo que precisa ser visto dentro de vós, daquilo que precisa ser lapidado. O que foi ensinado como o Reino de Deus, o Reino dos Céus, é o estado de consciência que encontrarão ao chegarem no diamante dentro de vós.
Chamem por mim, eu vos ajudarei.
Eu sou Kuan Yin.
(…)
Sananda aqui. Boa noite, amigos. Boa noite, amigas.
Vim saudá-los. Vou ressaltar o que já foi dito pela Mestra do Lótus Branco. É importante que saibam que essa reunião que fazemos é como um grande trabalho em grupo. Todos, absolutamente todos que me escutam, nesse momento do vosso tempo, ou em qualquer outro, trabalham junto conosco. É como um de nós, encarnado em Gaia nesse momento. É um grande grupo.
Cada um que participa recebe informações além do que as palavras conseguem transmitir. Blocos de informações são transmitidos a vos, energeticamente, como pensam, como entendem. Por isso também pedimos que revejam. Por isso que essa transmissão é gravada usando as ferramentas que já existem em vosso tempo.
Quando releem, recebem uma quantidade de informações; quando assistem, recebem outra quantidade de informações, porque a leitura e a audição, determinam o tempo de exposição – dependem da disposição interna, da vontade, do querer, da abertura no coração. Quantidades de informações são transmitidas que ativam o vosso DNA, por exemplo, que facilitam a retirada da carga velha, da casca velha.
Darei um exemplo de uma borboleta: é preciso que se crie um casulo e que se tire a casca do casulo. O novo ser se solta da casca velha, para poder sair e se tornar a borboleta. Uma cobra solta a casca velha para se renovar. Ainda que não visualizem dessa forma, também vós estão no processo de renovação, de tirada da casca velha.
Casca que não lhe serve mais, mas que estão entranhados – emaranhados em crenças antigas, em traumas antigos, em esconderijos que não precisam mais. Esse tempo em Gaia foi escolhido por vós para fazerem essa ruptura e se tornarem esse novo ser, que na verdade é a vossa essência, é vosso ser completo com toda sua potência. Falaremos muito sobre esse assunto.
Por hoje quero falar da abertura do coração e darei exemplos do que é feito em algumas religiões para que compreendam, e mais que isso, e principalmente, para que dissolvam preconceitos, para que expandam a visão. Não importa o meio, não importa o caminho, tampouco importa a religião escolhida pelo buscador da luz. O que importa é o coração aberto, é a vontade genuína. Um buscador que anda de joelhos, por exemplo, não é um ignorante. Ao contrário: a vontade no coração é tão gigante que se submete a andar de joelhos, por exemplo, longas distâncias. Não estou aqui dizendo que é necessário fazer isso. O que estou a dizer é que, o que é visto não é o andar de joelhos, tampouco a religião, tampouco quem ensinou ou como aprendeu. Por trás daquele andar de joelhos, possivelmente há um coração escancarado para a luz, uma fome de luz, uma fome de Deus.
É disso que se trata o coração aberto! Um verdadeiro “sacrifício”, não no sentido de morte [física], mas no sentido de se doar. O se doar, o fazer “um esforço para”. Não quando é fácil, mas “um esforço para” é um caminho, um exercício para abrir o coração. Novamente, não estou aqui a ensinar que é necessário penitências, sofrimentos. O que quero aqui demonstrar é que a vontade genuína, o coração aberto não encontra desculpas: derruba obstáculos!
Para um coração genuíno, aberto, não há falta de tempo. Não há desculpas, não há desvios, porque o amor à busca é tão grande, e o “esforço” de abrir o coração é tão genuíno que se torna natural, se torna leve. O coração se expande! É dessa sinceridade que o profundo amor precisa! Portanto, não julguem.
Aprendam a essência! Aprendam a essência! Aprendam a olhar com os olhos do amor e não do julgamento. E aprendam com a essência. Aquilo que for verdadeiro, que for genuíno, que for sincero, adaptem à vossa vida.
O único caminho para verdadeira e profunda paz para a luz que todos buscam, para o Único Caminho, é dentro de vós! É através do coração aberto, não do braço cruzado ou de um coração fechado.
Falarei muito dos braços cruzados, da passividade, das distrações desse mundo, porque esse é o mal que precisam combater.
Me despeço de vós por hoje, queridos. Me despeço dessa via de comunicação, mas disponível estou sempre! Absolutamente sempre! Não importa a forma que me encontrem, eu estarei, sim, convosco! Basta que queiram, basta que abram o coração.
Eu vos amo.
Eu sou Sananda.
(…)
Somente vim saudá-los. Eu sou Maria.
Eu vejo e estou com cada um de vós. Caminho do vosso lado, mais perto do que supõem.
Me chamem para vosso equilíbrio em qualquer nível, em qualquer momento. Me chamem para ensiná-los. Me chamem para guardá-los. Me chamem todos os dias. É uma grande honra poder cuidar de cada um de vós. Me chamem para zelar pelo vosso sono. Me chamem para restaurar vossos corpos durante a noite. Me chamem para acalentar os corações nas dificuldades. Me chamem para exercitar o amor. É uma grande honra poder cuidar de cada um de vós. Me despeço por essa via, mas estou sempre convosco. Acreditem! Eu sou Maria.