Ashtar Sheran aqui.
Amados, vim saudá-los e comentar sobre o assunto que, acreditem, é muito mais importante e exige mais atenção do que supõem. Estão acostumados a associar a manifestação da realidade a assuntos materiais. E isso não é um erro, mas é só uma pequena parte de toda a realidade.
Há tempos que venho comentando sobre as existências que criam. Há tempos que comentamos sobre a educação da vossa mente. Levem a sério os ensinamentos. O que foi dito, o que será dito, tudo receberão por escrito e eu aviso, queridos, que levem a sério, como um estudo.
Se fossem fazer uma prova importante para conseguirem um emprego, por exemplo, se estivessem desempregados em extrema necessidade, o quanto se dedicariam a essa prova, a esse estudo? Se essa prova valesse a vida que precisam, o quanto se dedicariam?
É com essa dedicação visceral que eu sugiro que estudem esse assunto. Mas mais que estudem, pratiquem. Pratiquem no que chamam pequenas coisas que não são pequenas, como o exemplo do “Bom Dia”.
Estudem o que receberão por escrito e eu já aproveito a solicitar à irmã que organize e envie para todos os escritos que fez durante o dia. Usem os escritos e as mensagens que vão receber nossa, minha e do Mestre, como ponto de partida. Como se tivessem recebido uma aula, mas precisam do esforço do estudo solitário em casa. Solitário nunca é, queridos. Nunca estão sozinhos, sabem disso.
Volto a reforçar que além do apoio dos mentores pessoais que possuem, peçam a minha ajuda, chamem o Mestre. Estão acostumados a se referir ao Mestre ou até a mim como seres elevados e distantes. Não funciona assim, queridos. Somos seres de jornadas, iguais a vocês.
Não se distanciem, não se diferenciem, não se minimizem. Ao fazerem isso, funcionam como uma estação de rádio. É como se mudassem a estação de rádio, dificultam nosso acesso só pelo fato de se verem inferiores. Compreendem, queridos?
É extremamente importante que vejam a nós como iguais, como irmãos, como irmãos que contribuem com amor, com honra, com entrega, não como um favor, não mendiguem pedidos. A postura na oração, no pedido, na conversa, na conexão, é extremamente importante. Não falamos isso por mera educação, queridos.
Tudo é energia. E a forma como se portam, a forma como intencionam, define tudo. Define, inclusive, o quão profundo podemos atuar na ajuda a vocês. Compreendem, queridos?
Queridos, há muitas teorias sobre o assunto. Vim na intenção de simplificar o assunto e deixar claro, na vossa visão, que o assunto já é conhecido, que o assunto já é praticado. Só não praticam de forma consciente. Só não praticam de forma inteligente.
Praticam manifestação desde que nasceram e muito antes disso. A provocação de exercitarem manifestação consciente é para que aproveitem o momento propício da terra.
Irmãos amados, qualquer decisão que tomem, mesmo que pareça errada aos vossos olhos, contribuem com o seu plano. O seu plano com o Pai. A não-ação, queridos, por medo de falhar, isso sim, atrasa o cumprimento do vosso plano, atrasa a vossa jornada.
Mesmo que tomem decisões que pareçam erradas, tenham certeza de que são como adubo para as árvores que virão, são como o adubo para aquilo que realmente precisam. Então, queridos, não se importem muito com a perfeição.
Dizer que não se importem com a perfeição, observem, não é o mesmo que dizer que não busquem ascensão, que não busquem elevar a consciência, como o exercício do cumprimento, que pode ter uma intenção distraída ou uma intenção amorosa. [a intenção por trás de dar um “bom dia” a alguém já é um exercício de elevar a consciência e a vibração do próprio campo] O simples fato de escolherem todos os dias que o amor guie vossas ações já vai fazer com que as pequenas ações tenham resultados mais elevados.
São ações simples, queridos, que elevam a consciência. E sobre a expansão da consciência, é necessário que se conheçam. O famoso autoconhecimento.
Não é preciso livros ou conhecimentos muito aprofundados de fora, embora possam ajudar, mas não usem conhecimentos de fora como fuga, como uma maquiagem. Cuidado com as armadilhas da mente, queridos, que o verdadeiro autoconhecer que eleva a expansão da consciência não está nos livros ou nos conhecimentos que acumulam de fora.
Muitos acumulam conhecimento de fora e sabem muito pouco de si próprios. Uma velha alma que não saiba ler, que não tem acesso às informações que conhecem, mas que sabe usar a sabedoria inata para refletir sobre si própria, refletir sobre sua interface com a vida, refletir como se relaciona com a vida, refletir sobre o que faz sorrir, o que faz chorar.
Esse ser entende mais de expansão de consciência do que aquele que tem uma biblioteca riquíssima na cabeça e tem medo de chorar. Compreendem? Não é difícil; é uma vontade, é uma escolha, é um querer saber viver, queridos.
Não é difícil. Basta que olhem para a vossa realidade, olhem com curiosidade para si próprios. A mesma curiosidade que possam ter para ver livros ou para saber o que os outros pensam sobre ti. Aquela curiosidade que têm para saber se estão agradando ou não, aquela curiosidade que têm para saber qual a opinião dos outros sobre suas ações, usem essa curiosidade para avaliar suas ações. Perceberam? É para dentro, queridos.
O caminho é para dentro. Aprendam a olhar para a vossa realidade, especialmente para o que desagrada. É duro, não é? Assumir a responsabilidade sobre a sua criação.
Não culpem o Criador. Reconheça em si próprio o criador [da realidade em que vive] em todos os sentidos, queridos, e assuma a sua responsabilidade. Assuma, inclusive, a escolha de não querer mudar. E não reclame mais do limoeiro se tiver que comer o limão. Não é errado se escolherem não agir, mas não podem mais dizer que não sabiam, porque ao me ouvirem aqui, queridos, a consciência já se expandiu.
Observem a consciência como até onde a luz chega. Se até me ouvirem isso estava oculto, não está mais. Então a consciência já se expandiu. Agora vão escolher. Faço o que com a informação que recebi? Ignoro ou ajo?
Queridos, nossos encontros não serão somente para dizermos que nós os amamos, que nós os cuidamos, que nós os protegemos, que não estão sozinhos. Estamos aqui para acordá-los e não vamos julgá-los.
Se decidirem não acordar nesse momento, ainda que não tomem nenhuma ação, ainda que não decidam assumir nenhuma responsabilidade sobre suas vidas, vai ficar a semente que tiver que ficar. E quando decidirem agir, peçam ajuda e a ajuda estará disponível sim.
Aos que decidirem revisar suas vidas, pouco a pouco, no “bom dia” que dão, nas escolhas que fazem, no amor que doam, a partir de amanhã, também estaremos a postos para ajudá-los.
Essa conversa, reunidos aqui, não é um ultimato, são cartas na mesa para que enxerguem o que não enxergavam ou, os que enxergavam, para que enxerguem ainda mais.
Estamos aqui, uma vez na semana do vosso tempo, para lembrar que estão dentro de um filme. Quando estão sofrendo, estão vivendo uma cena do filme e estão apegados ao personagem que estão vivendo nesse filme, compreendem?
Quando estiverem insatisfeitos, respeitem e valorizem a vossa indignação, a vossa insatisfação, porque as emoções são sempre motores, motores de transformação. Valorizem, mas tenham consciência do filme, queridos.
Lembrem do filme e lembrem que são vários filmes. Esse é só mais um que estão vivendo, mais um personagem, dentre tantos que já viveram e viverão. Lembrem que é um filme, mas não lembrem que é um filme para se dissociarem; é para terem consciência e equilíbrio, não fuga.
Queridos, o Mestre quer falar-lhes. Esse assunto continuará em outro momento. Prepararemos um texto junto com a nossa irmã. Peço que leiam. Prepararemos com amor, com dedicação. Peço que leiam. Não, queridos, não leiam; estudem! Estudem com força, com vontade! Estudem e usem as informações de hoje como ponto de partida para buscarem mais orientação.
Tenham certeza de que todas as equipes estarão a postos para ajudá-los, mostrarão os caminhos e são muitos.
Me despeço da comunicação nesse momento, mas não de vocês. Estarei com todos.
Queridos, estar próximo, disponível, não é o mesmo que entrar. Me chamem. Atuo na mesma linha do Arcanjo Miguel, do Mestre El Morya. Sou da mesma equipe. Todos nós participamos da equipe do Mestre Sananda. Sananda “governa” o vosso planeta. Então, todos nós fazemos parte da equipe do Mestre. Mas temos funções diferentes, por assim dizer, de uma forma que vossa mente compreenda. Portanto, posso ajudá-lo. Posso ajudá-la. Ativar a vossa força. Ativar a vossa proteção. Estão acostumados a pedir proteção, ignorando a própria força e a própria luz de proteção.
A vossa própria luz vos protege. Mas claro, atuamos sim com escudos de proteção. Lutamos sim pela vossa proteção. E é luta sim, queridos. Muitos de vós querem ter clarividência.
Ó queridos, eu vos garanto que são mais bem cuidados do que imaginam. E as vossas vontades muitas vezes são vistas a como uma criança que quer comer barro. Compreendemos. Mas não vamos dar o barro. A cada alma é dado aquilo que ela tem condições de lidar. Aceitem. E tenham certeza que é por puro amor e cuidado.
Me despeço, queridos.
(…)
Amados, Sananda aqui.
Aos que preferem, Jesus.
Queridos, claro, independente do nome. Eu não leio o nome, mas o que tem no vosso coração. Só nesse planeta esse nome é traduzido em muitos idiomas. Queridos, não lemos o nome.
A palavra que é falada aqui, nesse momento, é como uma tradução simultânea, mas automática. É utilizado o vocabulário do canal. A irmã recebe um pacote de informação. A comunicação é totalmente telepática. Mas sim, eu escolho Sananda propositadamente para que despertem, para que despertem que eu, também, assim como vós, vivi um personagem na Terra. É importante o nome Sananda, porque contribui com o vosso despertar.
Sobre o personagem Jesus que vivi: recebo todo o amor devotado ao personagem Jesus, atendo a pedidos, ouço, amo, cuido, claro, mas aos que podem ouvir o nome “Sananda”, eu direi sim, “Sananda”, e direi mais depois sobre mim, sobre minha origem, sobre quem sou e sobre como sou igual a vós.
Direi sim no momento certo – e não é agora o momento certo, sobre religiões.
Por ora, o nome Sananda é importante para contribuir com o despertar, para saberem que antes de encarnar como Jesus, o ser Sananda já existia. Assim como a irmã não se chama “Priscilla” – esse é o nome do personagem que ela vive. Assim como a irmã não é vista por nós com gênero feminino e já teve roupagens masculinas. Não importa, queridos. É preciso que expandam a consciência.
Não se apeguem ao nome ou ao sobrenome familiar que possuem. Não se apeguem ao cargo que possuem. Não se apeguem à cor da pele que possuem.
Queridos, aproveitando sobre cor da pele, e peço que aprendam e ensinem com verdade, sem dissimular o que vou dizer agora. E todos já sabem o que vou dizer agora, mas quero trazer a consciência.
Amados, um irmão que hoje se manifestar contra racismo, por exemplo, numa vida passada, pode ter sido um algoz de negros. Pode ter sido. O que quero dizer, queridos, é que aqui, do lado de cá dos véus, não importa. O que faz hoje pode ter sido feito o contrário num personagem anterior. Hoje, tu podes defender um assunto que outrora contrariou. Ou, queridos, pode contrariar hoje e amanhã, numa outra roupagem, ser a favor. Portanto, queridos, expandam vossas mentes. Avaliem os critérios a que se apegam: política, religião. Observem o discernimento.
Não estou ensinando que sejam irresponsáveis ou que não frequentem uma religião que lhe engrandeça, que lhe eleve. Não estou dizendo que sejam irresponsáveis e não façam escolhas conscientes na política, se esse é o sistema em que estão inseridos.
Mas tenham consciência que esse sistema é criado por vossas mentes, assim como o sistema financeiro. Queridos, dizer que o sistema financeiro é criado por vossa mente não significa dizer que, a partir de amanhã, não trabalhem mais por remuneração. Estão inseridos nesse sistema ainda. Mas eu falo para que tenham consciência de que esses sistemas são criados por vossas mentes e incluem a política, incluem os dogmas, incluem os grupos, os limites, as separações de qualquer tipo.
Estou falando das separações! Todos esses exemplos são exemplos de separações! De polaridades que as vossas mentes criam. À medida que expandirem as consciências, os apegos se tornarão insignificantes. Enquanto existir apego à opinião A ou à opinião B, enquanto existir julgamento a quem tem a opinião A ou a opinião B, enquanto existir crítica, comparação a quem escolhe o lado A ou o lado B, tem trabalho interno a ser feito.
Confiem que as minhas provocações são bem ancoradas no mais puro amor que tenho a cada um de vós. Eu sei o que falo e para quem eu falo. Reconheçam vossos preconceitos, todos que me escutam, inclusive a irmã que nos ajuda como canal.
Todos, encarem, encarem vossas realidades internas com coragem, com força, com maturidade. E eu vos garanto que verão as vossas realidades externas completamente transformadas e evoluídas se focarem na vossa realidade interna.
Queridos, é preciso muito amor-próprio para olhar para si próprio com essa coragem, com essa vontade, com essa determinação. Todos fogem em algum nível. Todos que me escutam em algum nível fogem de si próprios, porque não se amam profundamente. É preciso se amar profundamente para olhar para si próprio sem medo.
Amados, eu reitero o que sempre falo: não há nenhum tipo de julgamento da nossa parte para convosco. Ao contrário, há compaixão e muito amor. Mas, a compaixão e o amor não significam que seremos coniventes, como um pai que não educa como deveria, por medo de ser mal interpretado.
Eu vou provocá-los sim, queridos, porque o amor é maior do que o que vossa mente alcança. O amor que eu tenho, o compromisso que eu tenho com cada um de vós que me escuta, a vossa mente não alcança. O compromisso que eu tenho com cada coração que me escuta.
Amados, eu compreendo que pode não ser simples e rápido olhar para si próprios, para as feridas que escondem de si próprios, para os vazios que escondem de si próprios. Mas podem escolher pedir ajuda.
Decidam pedir ajuda. Decidam buscar ajuda profissional. Decidam buscar a minha ajuda. Decidam se conectar com a força maior do Pai Celestial.
Porque não se abastecem diretamente da Fonte e se alimentam da força que precisam para olhar para si próprios, para curar a si próprios, para pelo menos reconhecer o que precisam curar em si próprios?
A maioria que me escuta aqui vive em modo de fuga, em distração a todo tempo. Somente perceberão ao final da encarnação que perderam uma encarnação inteira, distraídos, fugindo! Fugindo de si próprios, distraídos!
Não vim passar a mão na cabeça, queridos. Eu vim ajudá-los! E para acordá-los é preciso que eu os provoque dessa forma. Compreendam. Falo com quem tem maturidade para ouvir. Conheço cada um de vós, mais do que se conhecem. Eu sei o que falo e com quem eu falo.
Alguns esperavam uma aula de manifestação da realidade, mas não da forma que foi dada. Lamento, queridos. Mas eu vos garanto que o que foi falado é exatamente o que precisam.
O que é teoria encontrarão por aí. Não vim falar com a vossa mente, vim falar com o vosso coração. Os conhecimentos que a vossa mente precisa estão nesse aparelhinho que carregam para todo lugar. Não precisam de mim para isso. As sementes que eu deixo são as que precisam.
Me despeço da nossa comunicação, queridos. Acostumem-se comigo. Eu não sou o ser que criaram na mente. Eu não sou o ser que fantasiaram por tanto tempo. Nem fui esse ser meigo que aprenderam. Mas o amor que eu sinto e que sempre senti é muito maior do que o que foi ensinado. Desse assunto eu entendo e posso ensiná-los. E Amor, queridos, é Força! É Força.
Amor é Poder, queridos. Reconheçam essa força dentro do vosso coração. Essa força está em cada um de vós. Não é um privilégio meu. Não é algo que só eu tenho. Eu só quero ensiná-los que esse poder também é vosso.
Cada um vai descobrir e usar esse poder com as habilidades que tem, com a natureza que tem, mas que está tão obstruída, com bagagens desnecessárias, de medo, de dor, de tristeza, de inseguranças, de ansiedades e de um monte de coisa que não serve mais.
Dá trabalho fazer faxina, mas é responsabilidade de cada um. Cuidar do próprio campo. Encarar vossas tristezas. É uma escolha dramatizar, se vitimizar ou encarar e resolver, queridos. Decidam! Escolham! Decidam, então, se vitimizar, reclamar e sofrer, mas assumam para si próprios que escolheram e assumam as consequências da vossa escolha. Reconheçam os seres que são. Não são crianças. Eu falo com almas maduras; todos os que me escutam aqui. Eu conheço cada um de vós. São almas que têm condições de ouvir o que eu tenho a falar. Assumam as vossas responsabilidades.
Preciso me despedir da comunicação, queridos. Estarei com cada um de vós.