Eu sou o Arcanjo Miguel.
Eu vos saúdo, irmãos amados. Temos assuntos importantes a conversar. Percebam que as nossas reuniões semanais são complementares. É importante aos que chegam nesse momento, que conheçam a sequência de mensagens. Ainda assim, não perdem, claro, concentrando-se na do presente.
Irmãos amados, vim falar-lhes um pouco sobre o que chamam de “mal”. Se pudéssemos resumir nossa conversa de hoje, poderia ser com o título “Não temas o mal”. Não vim aqui dizer a vós que o mal não existe. Dizer isso seria alimentar uma alienação. Nosso objetivo nas reuniões semanais que nos comprometemos convosco é justamente o contrário: ajudá-los no retorno da autoalienação.
Amados, vim trazer-lhes explicações que sejam possíveis e cabíveis para o momento em que estão. É primeiro importante dizer a vós que a verdade sobre o mal, queridos, pode constranger alguns, pode decepcionar alguns. Preciso que escutem a mensagem com o coração aberto, com a mente aberta, e considero que os que aqui me escutam têm algum nível de maturidade espiritual, ou seja, um terreno em algum nível apropriado para receber as sementes de hoje.
Cada um receberá conforme o preparo do coração. O momento em que vivem hoje incentiva a alienação de que são vítimas, de que o mal está fora, de que o mal é um algoz, de que o mal é feroz, de que o mal domina, de que devem se proteger do mal como de uma fera que vos segue, como se o mal fosse uma fera da qual devem fugir. Queridos, o mal que conhecem ou o mal como definem tem sua raiz no próprio ser humano.
Todos vós são estações de rádio, assim como o mal que possuem. Todos vós que me escutam possuem o bem e o mal dentro de si próprios. As fraquezas que não cuidam, as dores escondidas, as dores guardadas, as dores que comentamos semanalmente, as falhas de caráter que todos possuem em algum nível. Todos possuem egoísmo em algum nível. Todos possuem falhas de caráter em algum nível. Todos são julgadores em algum nível. Todos possuem “defeitos”, problemas a ver em si próprios. Todos possuem!
É por isso que estão onde estão, é por isso que vivem onde vivem, é por isso que estão na Terra: para se desenvolverem. O desenvolvimento é o conhecimento profundo de si próprios, com a profundidade que cada um alcança, que cada um pode alcançar, mas sim, o intento de cada um deve ser o autodesenvolvimento. O autodesenvolvimento é a cura do mal dentro de si próprios, queridos.
Não julguem o mal, não condenem o mal, não olhem pessoas como “pessoas más”, porque o mal existe dentro de todo ser humano. Contribuirão com a Terra, contribuirão com o bem, curando o mal dentro de si próprios. As circunstâncias externas refletem as fraquezas dentro de si próprios.
Decidam corrigir as circunstâncias externas, assumir as responsabilidades sobre vossas vidas, olhar para as fraquezas internas que alimentam as circunstâncias externas que lhe desafiam. À medida que conhecem a si próprios, que despertam, que expandem a consciência, que enxergam a fraqueza dentro de si próprios, que soltam as correntes, perceberão que as circunstâncias externas, por mais dolorosas que sejam, serão dissolvidas das vossas vidas, mesmo que a dissolução não seja confortável.
A principal mensagem que trago no dia de hoje, queridos, é que assumam a responsabilidade sobre vossas vidas. Muitos de vós condenam o termo “pecado” por associarem essa palavra à condenação e julgamento, mas inverteram a polaridade: fugiram da condenação e do julgamento optando por vitimismo e isenção da responsabilidade. Queridos, o caminho não é o julgamento e a condenação de si próprios, mas também não é o caminho do vitimismo, da isenção da responsabilidade.
Culpar os problemas, destinar a responsabilidade ao mal externo, a “pessoas más”, é se comportar como vítimas. Não há vítimas, queridos. O caminho é estreito e esse caminho só pode ser vivido, só pode ser passado, com autorresponsabilidade! Peçam proteção enquanto passam pelo caminho, enquanto vivem o caminho, enquanto assumem a autorresponsabilidade para enxergar as vossas próprias fraquezas, para resolver os problemas internos, para se autoconhecerem, para conhecerem os desvios de caráter que possuem, sim.
Observem as máscaras que possuem, as máscaras que aprenderam a usar, as máscaras que aprenderam a usar para obterem auto validação, para obterem validação externa e validação de si próprios, porque enganam-se com as próprias máscaras que utilizam. Usam máscaras e não sabem o que essas máscaras escondem porque não conhecem a si próprios.
Porque não conhecem a si próprios? Porque é doloroso, sim, ver as verdades que escondem sobre si próprios. Quais virtudes possuem ou fingem possuir, queridos? Quais erros cometem, mas escondem de si próprios? Qual é o verniz que utilizam para parecerem de determinada forma? O que escondem é essa verdade, e é a busca por essa verdade que fará com que se desvinculem do mal.
Qualquer mal que exista em vossas vidas é escolha vossa, queridos. Qualquer mal que exista em vossas vidas é escolha vossa, queridos. Eu vos garanto que ao decidirem o caminho da autotransformação, naturalmente surgirá a força de transformação que precisam nas vossas vidas, internamente e externamente.
Nenhuma mudança externa acontece sem que uma mudança interna profunda aconteça. Não encontrarão a felicidade que buscam sem olharem para si próprios. Quanto mais imaturos forem, portanto, quanto mais superficiais forem, mais buscarão a felicidade em circunstâncias externas, mais buscarão felicidade no atendimento dos desejos.
Eu vos garanto que não será atendendo aos vossos desejos superficiais que encontrarão felicidade. Encontrarão prazeres provisórios, encontrarão anestesias, encontrarão fugas, que sempre são traiçoeiras e provisórias, queridos. A felicidade que vossa alma precisa e internamente busca, ainda que não tenham consciência disso, é o encontro com Deus.
E o encontro com Deus, queridos, é o encontro com o Eu Verdadeiro, o Eu que escondem debaixo de muitas e muitas camadas de máscaras e vernizes. O vosso Eu Verdadeiro é o Eu Divino. Encontrarão a plenitude, a paz, a verdadeira paz, a verdadeira felicidade conhecendo a si próprios. E só conhecerão a si próprios encarando a verdade sobre si próprios.
O meu recado para hoje, queridos, é que não há vítimas. Não são vítimas. Meu recado para hoje, queridos, é que pra fazerem o inventário, o diagnóstico (ou como queiram chamar a avaliação interna de si próprios), é preciso que tenham referências. Definam uma referência de virtudes. Definam uma referência de Bem.
Possuem referências elevadas. O Mestre Jesus é uma referência, queridos. Existem outras também. Busquem a literatura, busquem o que está ao vosso alcance. O Mestre, enquanto encarnado, deixou um exemplo. O exemplo é esse, queridos. A salvação é essa, queridos. Sigam o exemplo. O exemplo da personalidade elevada. O exemplo de busca. Um exemplo de perfeição. Perfeição nesse quesito, queridos, é a busca! A busca pela perfeição. Não é a perfeição em si. É a busca pela ascensão. É a busca pelo desenvolvimento. É a busca pela depuração da alma.
Avaliem o que gostam. Avaliem o que alimentam. O que alimentam em vossos corpos, não somente no corpo físico. Exercitem, por exemplo, vincular um hábito vosso do dia a dia com um exercício de virtude. Darei exemplos. Decidam com inteligência, com estratégia, com determinação ao acordar ou ao dormir, ter uma prática que eleve a vossa consciência. Decidam se conectar com Deus. Se para alguns for difícil essa definição, experimentem sentir cada um à sua forma. Deus está nas belezas, queridos. Apreciem o céu. Apreciem uma bela mensagem. Apreciem uma bela música. Apreciem uma imagem. Pode ser, sim, uma imagem religiosa, se essa imagem vos elevar. Pode ser uma poesia, pode ser a natureza.
Qualquer coisa que eleve a vossa consciência.
Observem os vossos erros e todos vós que me escutam, possuem, sim. Avaliem quais são. Avaliem com maturidade, com consciência, e decidam arrancar o mal dentro de si próprios. O mal do mundo, amados, falo com verdade, com compaixão e profundo amor, nada mais é que a junção dos males de todos os seres humanos. Contribuam fazendo a vossa parte, retirando o mal da vossa vida.
Retirem o mal das circunstâncias externas que escolhem viver, sim, mas decidam primeiramente tirar o mal dentro de si próprios. Nenhuma circunstância externa será resolvida se dentro de si próprios ainda mantiverem a raiz que vos prende ao mal, porque sempre é uma sintonia, queridos. Reconheçam as vossas escolhas.
Decidam elevar a vossa consciência. Decidam eliminar o egoísmo. Decidam exercitar as virtudes que vos elevam, que vos ascensionam, que vos libertam. Decidam se libertar do mal, mais que se proteger, queridos. E sim, estarão protegidos, se assim querem, se assim pedem. Estarão protegidos, mas eu vos garanto que essa proteção não impede que o mal permaneça em vós, porque em vós está a raiz sempre.
O medo, amados irmãos, o medo imprudente, o medo fruto da ignorância, é uma raiz viciante, que alimentam sem perceber. É preciso que tenham consciência. É preciso que tenham consciência. É preciso que queiram amadurecer, queridos. É preciso que queiram amadurecer, principalmente espiritualmente. É preciso que queiram amadurecer internamente. É preciso que tenham consciência do estado interno que possuem. É preciso que tenham consciência do estado interno em que vivem, e é preciso que decidam mudar esse estado interno. Movimentem-se. Façam movimentos de transformação em vossas vidas, por mais difícil e doloroso que sejam, reconheçam o que precisa ser mudado, mas reconheçam, principalmente, as raízes daninhas que possuem.
Queridos, aos que não sabem por onde começar, além dos exemplos já citados, avaliem os comportamentos que possuem, avaliem os ambientes que escolhem viver, e avaliem os pensamentos. Os pensamentos podem ser alterados sim, queridos. Onde o bem existe, o mal não suporta viver. Se possuem um pensamento danoso, um pensamento trevoso, um pensamento que abaixa a vossa vibração, como possam entender, exercitem pensamentos que elevam, exercitem leituras que elevam, exercitem alimentar a vossa mente com bons alimentos.
Assim como podem rejeitar uma música, escolham músicas que vos elevem. Assim como podem rejeitar uma comida para o corpo físico, escolham alimentos que vos elevem. Façam escolhas, ainda que o prazer não seja imediato, mas depurem o gosto, elevem os vossos gostos. Elevem os vossos gostos para alimentos da mente. Assim como podem exercitar mudar os pensamentos, podem exercitar mudar os comportamentos, e podem sim exercitar mudar os ambientes, os ambientes em que vivem. As escolhas são vossas, queridos. As decisões são vossas. Observem o que sintonizam e por que sintonizam, e decidam mudar a sintonia. Façam a faxina que precisa ser feita. Serão protegidos, sim, enquanto trabalham, enquanto se movimentam, enquanto realizam, enquanto transformam, e recebem ajuda mais ainda para a transformação.
O mal não resiste, queridos, a um coração que busca se elevar. O mal não resiste, queridos, quando o bem se instala. É uma escolha. É uma escolha. Abram-se para as transformações que a vida vos oferece. Não fuja. Encare. Peçam ajuda ao Divino Pai para encararem o que precisa ser encarado, para se libertarem do que precisa ser liberto, para se preencherem dos vazios que acumulam e escondem, mas não se acomodem, nem se curvem ao mal que inicia dentro de vós.
Não adianta buscarem o bem e elevarem os pensamentos a Deus, se não se determinam a mudar o que precisa ser mudado, se não se determinam a encarar o que precisa ser encarado. Fortaleçam-se, queridos, e recebem ajuda para isso, sim, mais que para a proteção. A proteção, amados, entendam como um suporte provisório enquanto se elevam. A vossa própria elevação é a proteção que precisam. Enquanto necessitam de proteção externa, devem buscar a própria elevação interna.
Não precisariam de proteção externa se não escolhessem o mal internamente, se não cruzassem os braços para as falhas internas que possuem, para as carências, para os vícios, vícios de todos os dias. Observem os vossos vícios. Observem os padrões viciosos que possuem. Observem os comportamentos danosos que possuem – e se acomodam. Reclamam e culpam circunstâncias externas, culpam a criação que tiveram. Não são vítimas. Não são vítimas da criação que tiveram. Curem as crianças feridas, portanto! Assumam a responsabilidade pelas vossas vidas. Não são vítimas! Amadureçam, queridos!
Me despeço de vós.
Amados, nunca estão sós.
Revejam nossas mensagens com lápis e papel na mão. Comportem-se, se assim quiserem, se quiserem ter melhor aproveitamento das mensagens enviadas, comportem-se como aprendizes. Exercitem a humildade. Abram o coração e abram o campo mental para aprender o que pode ser aprendido.
Sabemos, sim, queridos, qual terreno que possuem. Conhecemos cada coração com quem falamos. Conhecemos cada um de vós, porque vemos além do que os vossos olhos físicos veem. Por isso nós os ajudamos. Abram os campos mentais. Cada um vai receber o que precisa no momento.
De todas as mensagens que enviamos, cada um sabe exatamente como cada mensagem se aplica à vossa vida. Se algum trecho da mensagem não sintonizou com o vosso coração, talvez não seja para vós nesse momento, ou talvez, a semente fique plantada e desabroche no momento certo.
Aproveitem da mensagem o que lhe cabe no momento. Cada um sabe o que lhe cabe no momento. Cada um sabe qual a semente que precisa. Cada alma sabe, ainda que vosso campo mental não saiba, ainda que vosso campo mental não tenha plena consciência.
Eu vos peço que revisem as mensagens como quem estuda, como um estudante aplicado, por assim dizer. Como um estudante que realmente quer aprender. Como um estudante que realmente quer ascender. Como quem quer realmente amadurecer. E cada um, por mais maduro que já seja, sempre tem algo a amadurecer, queridos. Senão não estariam nessa escola, compreendem? Aproveitem! Cuidamos de vós com amor profundo.
Me despeço de vós por esta via, mas continuo convosco nas provas do dia a dia.
Eu vos amo, queridos.
Eu sou o Arcanjo Miguel.
(…)
Eu sou Ashtar Sheran.
Vim saudá-los e complementar a mensagem apresentada há pouco pelo Divino Arcanjo.
Estamos sempre em grupo, queridos. O grupo que vos saúda e vos cuida enquanto escutam essa mensagem pode ser chamado de “Comando Excalibur”. A classificação é uma forma da vossa mente entender. Ainda para que vossa mente compreenda: assim como num hospital existem diferentes grupos de trabalho, diferentes especialidades, diferentes tipos de atendimento, mas todos trabalham com o objetivo de cura, de atendimento, de tratamento, assim somos nós convosco. Entendam como diferentes especialidades, mas é somente uma representação para que vossa mente compreenda. Todos trabalhamos pelo vosso bem, pelo vosso desenvolvimento. Todos trabalhamos em prol do Plano Maior.
Todos trabalhamos para a Luz, todos trabalhamos para Deus. Aproveito para complementar a mensagem do Divino Arcanjo para falar-lhe sobre Deus. Jamais traremos nesses momentos definições sobre Deus, porque seria impossível, queridos. Qualquer definição que possuam está equivocada. O Divino Criador não se define. Não é possível uma definição compreensível pelo campo mental. A mente linear não consegue compreender Deus, mas podem e devem buscar senti-Lo.
Tudo que ensinamos a vós nos encontros semanais é para que encontrem Deus, é para que descubram Deus, é para que percebam Deus. Descobrirão o Divino Criador mergulhando em si próprios; já foi dito. O Pai é o Todo. O Criador é o Todo. Para as mentes que preferirem, chamem de Mãe – não importa a definição, queridos. Qualquer palavra que utilizemos é para facilitar a comunicação.
Darei exemplos: observem os contrastes da vida, observem que vossa alma se encanta, por exemplo, com o nascer do sol ou com o pôr do sol. Não se encantariam com o nascer do sol ou o pôr do sol se não fosse o contraste. Continua sendo o sol, mas é no contraste com a escuridão que valorizam esse momento do nascer ou do pôr do sol.
Perceberão Deus nas belezas dos contrastes, por isso percebem Deus no bem, por isso percebem Deus no equilíbrio, na leveza, na pureza. Por isso percebem Deus na ordem elevada, na ordem leve. Por isso percebem Deus nas simetrias, na perfeição, no equilíbrio. O contraste é necessário na vida terrena, queridos. É nos contrastes que vivem, que se elevam, que se descobrem, que percebem o que chamam de bem.
Estudem sobre as virtudes. Estudem sobre o que chamam de caráter. Conseguem facilmente julgar alguém como de pouco caráter, “sem caráter”. Por que, queridos? Com que referência? A referência é a vossa própria elevação interna? Não, queridos, porque com a própria elevação interna jamais julgariam o outro. Se observem com discernimento.
É por isso que dissemos e diremos sempre que encontrarão Deus ao conhecerem a si próprios, pois conhecendo a si próprios perceberão os contrastes, perceberão as vossas próprias incoerências, perceberão com compaixão, com maturidade, com honestidade, principalmente consigo próprios.
É na observação do contraste, é na observação das polaridades dentro de si próprios, é no exercício de buscar o bem, que encontrarão o caminho estreito que vos leva a Deus, que vos leva ao equilíbrio, que vos leva à pureza dentro de si próprios. O caminho é íngreme, queridos. O caminho pode parecer difícil, mas eu vos garanto que a libertação que encontrarão no passo a passo é maior que o preço que acham que pagam.
Nas dificuldades do mergulho interno, é muito importante que exercitem o amor por si próprios. É importante, queridos, pois somente quando amam a si próprios é que decidem olhar para dentro; somente é possível olhar para dentro quando começam a amar a si próprios.
Quando começam a amar a si próprios, aprendem a RESPEITAR a si próprios. Respeitar significa “se ver”, queridos. Respeitem a si próprios, vejam a si próprios, vejam em que situações se colocam, perguntem-se por que escolhem as situações em que se colocam, por que escolhem viver o que vivem, e decidam mudar as situações – e mudar a si próprios. Respeitem-se! Amem-se, queridos! Amem-se, divinamente! Amem-se com profundidade! O Amor a que sempre referimos NUNCA é egoísmo, queridos.
Me despeço de vós. Estamos sempre todos convosco. Abram os corações para receber o apoio que é disponibilizado a vós.
Eu sou Ashtar Sheran.
(…)
Sananda aqui.
Falarei brevemente convosco.
Queridos, possuem lições a fazer. O objetivo do nosso encontro semanal não é ser um espetáculo para vós. É orientá-los! É preciso que façam o “dever de casa”, como vossa mente possa compreender. Se esse encontro, se esse compromisso semanal, não é colocado em prática, de que adianta, queridos? Não encarem esse momento como “assistir TV”. Naturalizem a nossa presença e façam o que precisa ser feito. Revejam as vossas vidas. Façam o que precisa ser feito. Busquem a elevação nos vossos dias. Busquem bons alimentos para as vossas almas.
Amados, muitas informações já foram passadas, muitos exercícios já foram passados. É preciso que façam o que precisa ser feito. Do contrário, continuam a fugir, e observem se não usam esse momento também como fuga, como uma forma inconsciente de dizer que estão fazendo algo.
Observem as mentiras que contam para si próprios. Observem as mentiras que cuidam, quando usam as máscaras que usam, para enganarem os demais, ainda que não tenham consciência, ainda que não tenham a percepção de que usam mentiras. Nosso convite é para que sejam honestos consigo próprios, encarem as verdades sobre si próprios. É assim que aprendem, queridos. É assim que se desenvolvem.
Não precisam de nossa ajuda para se acomodarem. A propósito, ressalto que essa acomodação é uma raiz do mal que já falamos. Acomodação, queridos! Observem que as reclamações é uma forma de acomodar-se. Querem resolver ou querem reclamar? Aos que optam por reclamar, optam por acomodar-se. Se o falar que exercitam não é para resolver, reconheçam. Reconheçam.
Reconheçam os vossos padrões. Reconheçam que fazem o que fazem. Reconheçam que reclamam para não resolver. Nosso principal objetivo com esse compromisso semanal é para que acordem, é para que percebam, é para que observem, é para que despertem, queridos.
Despeço da nossa comunicação por hoje. Bons estudos, amados!
Eu vos amo.
Eu Sou Sananda.