Eu sou Melchizedek.
Meu nome não é conhecido pela maioria dos campos mentais que aqui me escutam, mas me apresento a vós, para que saibam que há um grande grupo vos apoiando nesse momento. Apoiamos a vós e a todo Ser, em toda a humanidade, disposto a contribuir com o próprio despertar, a contribuir com a própria evolução, ainda que não saibam o meu nome ou nome dos apoios que recebem (isso pouco importa).
Não precisaria ter dito a vós o meu nome. Não precisaríamos, todos nós que falamos a vós, dizer os nossos nomes, mas sabemos que isso importa para o vosso campo mental. Além disso, sabemos também que isso contribui com a divulgação da Verdade que pouco a pouco ajudamos a construir, com as informações que mandamos semanalmente. Mais adequado dizer, para que vossas mentes compreendam, é que as informações que passamos semanalmente servem para desconstruir o que não é a Verdade.
O nosso trabalho é de desconstrução de ilusões. Desconstrução de disfarces. Faremos isso Amorosamente e cautelosamente, com respeito aos espaços e limites de cada um, mas é chegada a hora da dissolução completa dos véus. Quando falo que é “chegada a hora”, essa hora é específica para cada um. Um que aqui que me escuta pode dissolver um véu, por assim dizer, e na mesma mensagem, outro que me escuta pode dissolver dez véus. Essa quantidade não existe, mas é uma referência para que vosso campo mental compreenda. “Véu” pode ser um termo bem adequado para indicar aquilo que vos separa do Real, aquilo que vos separa da Verdade.
Tentaremos ser sempre simples, diretos, mas ainda assim pedimos paciência, porque para que as mensagens cheguem a todos os campos, com vários níveis de profundidade, com vários níveis de conhecimento e com vários níveis de preparo, é preciso ainda que façamos analogias, que utilizemos referências, que façamos repetições, que utilizemos comparações.
Aos que se interessam em saber, não faço parte do grupo que conhecem como mestres – não faço parte desse grupo diretamente. Também não faço parte, diretamente, do grupo que conhecem como arcanjos, mas, sim, faço parte do grupo que cuida de vós. Isso é o que importa saber.
Assim como o logos planetário que conhecem, chamado Sanat Kumara, atuo no resgate da Terra, atuo a serviço do Pai Maior, atuo a serviço do Ser Supremo que conhecem como Deus, ou que conhecem como queiram chamar. A denominação é o que menos importa. Além de me apresentar a vós, vim reforçar alguns ensinamentos.
Torrentes de Luz chegam ao vosso planeta a todo momento. Essa quantidade de Luz, como entendem, vai aumentar. É preciso que aumente. Vosso planeta precisa atingir estágios maiores de Luz – estágios mais elevados, como possam entender. É como um grande Ser que amadurece. É como um grande Ser que desperta. É como um grande Ser chegando a um novo estágio de vida.
Enquanto a vossa Terra atinge estágios superiores, toda a humanidade se eleva junto com ela. Todos estão em processo de evolução, de crescimento intensivo, de elevação acelerada. Todos que me escutam nesse momento, e todos encarnados em Gaia, todos são úteis. Todos estão crescendo no estágio em que estão.
Não cabe a vós julgar, analisar, com os olhos limitados da mente. Todos são importantes, necessários, e crescem junto. Assim como numa grande escola, há os que estão em estágio primário, há os que estão em estágio secundário, há os que estão saindo da escola. Existem vários níveis entre vós.
Já foi dito a vós, e eu reforço o ensinamento, que esse momento é o mais propício que conhecem, o mais propício que já viveram, para resolver todas as dores da alma, para curarem as profundidades da vossa alma. Eu reitero que essa cura não acontecerá aos que esperam com braços cruzados.
É preciso encarar vossa missão com coragem. A missão de cada um, cada um conhece. Não precisam ir muito longe. É preciso fazer o que tem que ser feito. É preciso resolver o que precisa ser resolvido. É preciso dissolver o que precisa ser dissolvido. É preciso desatar os nós que já conhecem. Aos que têm dificuldade de perceber os nós em vossas vidas, eu ajudo. Citarei alguns comuns.
Orgulho. Alguns entendem como orgulho a vaidade explícita, a vaidade explícita que separa. Cuidado, queridos! O orgulho é um dos maiores vilões de si próprios que conhecem. E ele, muitas vezes, é sorrateiro. O orgulho está por trás da visão separada que tanto praticam. Aquele Ser que desprezam, aquele Ser que consideram inútil, aquele Ser que consideram desprezível, aquele Ser que é invisível aos vossos olhos, ou que talvez possua um status inferior pelo julgamento de vossa mente.
Por trás de cada separação desse tipo há o orgulho. Apreciam as aparências e por trás dessa apreciação está o orgulho. Do outro lado, aqueles que se sentem isentos, aqueles que julgam os que apreciam as aparências, este, sim, também é movido pelo orgulho.
O orgulho é sorrateiro, queridos. Atentem-se! O simples fato de encararem o vosso interior e reconhecerem o orgulho, o preconceito que praticam, as separações em qualquer nível, o simples fato de olharem para si próprios e perceberem o vosso modo de agir, de pensar, de sentir, já traz à luz da consciência aquilo que precisa ser resolvido nesse aspecto.
Por isso que tanto falamos que é preciso que façam um inventário de vossas vidas. Esse inventário não é pontual, não é para ser feito em um momento e nunca mais. Se realizado o inventário de vosso interior hoje, e daqui a um determinado período for refeito e nada tiver sido eliminado, significa que o trabalho de lapidação interna não foi feito. [esse inventário] É uma referência que possuem, é um mapa que possuem, é uma diretriz que possuem para se desenvolverem.
Essa é a missão maior: se desenvolverem, lapidarem o vosso interior. Eliminar de vosso interior tudo que bloqueia a livre passagem da Luz Divina. A missão maior de todos vós é ser o vaso alquímico de Luz que todos podem ser, se quiserem.
O orgulho que citei é uma das dores da alma. A preocupação é outra. Preocupação significa falta de fé. Se a fé é o veículo que vos liga diretamente à Fonte Suprema, a falta de fé, a preocupação, vos liga à falta de Luz. Observem como a preocupação é a raiz de muitos males que vossas mentes criam.
Observem os sofrimentos que porventura tenham na vida. Observem o que há em vós que vos liga a esse sofrimento. Qual é a raiz? Qual é a necessidade do vosso interior? Qual é a carência? Do que a vossa alma tem fome? Qual é a ferida? Curem-se, queridos! Queiram essa cura! Intencionem!
Há muita ajuda disponível a vós. É importante que saibam que a ajuda que recebem não é para anestesiá-los. Não se espantem se pedirem ajuda e receberem um grande reforço para transformações. E transformações não acontecem se estiverem anestesiados. Compreendem? Receberão ajuda sim para terem coragem, para reforçarem a força que precisam, para reforçarem a coragem, para reforçarem o entusiasmo, para reforçarem a garra, para fazerem o que precisam fazer, para arregaçarem as mangas.
Não receberão ajuda para se acomodarem. Para se acomodarem e para sentirem a paz superficial das anestesias, não precisam de ajuda dos céus.
Observem as separações que criam na mente. As separações a que me refiro são as diferenças que criam na mente. Quanto mais se veem diferentes, quanto mais focarem nas diferenças, quanto mais mergulharem, incentivarem, reforçarem diferenças, mais distantes estão do objetivo maior de se unirem à Divina Luz, de encontrarem a Unidade, de perceberem a Unidade, chegarem ao Grande Reino, como já foi ensinado. O Grande Reino não é um lugar fora de vós. O Grande Reino será alcançado quando limparem dentro de vós todas as dores que impedem que a Divina Luz faça morada.
Eu sou Melchizedek.
Eu honro a vossa existência.
(…)
Eu sou Sananda.
Vim saudá-los, lembrar a vós o quanto importam para mim e trazer-lhes algumas orientações. Quero falar-lhes um pouco sobre os portais. Hoje é um dia de portal. Minha intenção não é dar-lhes aula de história, mas é falar-lhes um pouco sobre a visão espiritual de dias como o de hoje. Sobre a história, pesquisem se quiserem. Sobre a visão além dos olhos físicos: o dia como o de hoje [Domingo de Ramos] significa que várias pessoas ao redor da Terra elevam seus corações aos céus com intenções benéficas, intenções elevadas, intenções de Amor.
Não importa a religião, grupo ou a forma que façam as vossas conexões, mas quando várias pessoas se unem, ainda que não estejam juntas fisicamente, a união dessa elevação, a união por esse propósito elevado, de elevar seus corações aos céus (muitas com ramos na mão), ah, queridos! Os “céus” – como possam entender – fazem festa! É uma onda muito grande, muito intensa de Amor. Se soubessem o potencial que possuem…
Vós sois o próprio Criador em ação quando elevam vossos corações, em dias como o de hoje, ou em todos os dias de vossas vidas, não importa a situação. São como mini explosões de Luz e quando essas explosões se unem, a Terra inteira sente uma união de Luz, que num dia como o de hoje, ou em dias que estamos chamando de “portais”, elimina grandes quantidades de densidade, como vossa mente possa compreender. É como se essa poderosa onda de Luz varresse a Terra!
Se todos soubessem do poder que possuem, ah, queridos, que linda transformação será – porque esse dia chegará! Estão despertando aos poucos. Sim, toda a humanidade despertará! Eu vos garanto que quando um de vós se compromete com a própria evolução, com o próprio despertar, ao invés de se preocupar que “o outro” não está fazendo a sua parte, que “o outro’ está distante, que “o outro” está praticando o mal e não o bem. Quando se preocupam com o que está “fora” sem cuidar dos vossos corações, não contribuem como poderiam.
Elevem vossos corações a Deus! Não importam como chamem o Criador, não importa a forma, não importa se estarão com um ramo na mão. Seria lindo se estivessem, hoje, independente do grupo que participem, ou da religião – pouco importa. Falo da intenção do coração! Falo da intenção do coração! Se soubessem a força que tem a intenção do coração, cuidariam melhor das intenções que praticam a cada momento.
Quero registrar a vós que eu recebo, sim, cada Amor emanado, cada palavra emanada, cada elevação dos corações! Eu sinto, sim! Eu percebo, sim! Eu recebo, sim! Eu não estou num corpo físico como estão. Eu não estou num perispírito, como entendem. Eu Sou uma consciência, assim como todos vocês São, vivendo uma experiência humana nesse momento. E como consciência que Sou, posso estar, sim – e estou – em todos os corações, em toda a Terra, neste momento, em todos os corações abertos.
Estou em toda a Terra e fora dela também. [Isso é] A onipresença que conhecem por esse termo, ou a multidimensionalidade como alguns preferem chamar. Independente do nome que conheçam, ainda que vossa mente não compreenda, por acharem que não podem ter esse tipo de experiência, saibam, queridos, que assim como eu, todos são consciências onipresentes e estão, sim, em muitas dimensões ao mesmo tempo, conforme o coração vibra a cada momento. É a vibração do vosso coração que determina a dimensão, o plano, o nível que podem alcançar em termos de frequência, em termos de dimensão, em termos de acesso.
Eu Sou o vosso amigo. Me chamem para participar do vosso dia. Me chamem como quem chama um amigo. Me chamem nas vossas dificuldades, mas não me chamem para anestesiá-los. Não me chamem para fugir das dificuldades, me chamem para encará-las. Me chamem para amadurecer, me chamem para crescer. Me chamem para enfrentar, me chamem para encarar, me chamem para resolver, porque a Paz Plena, a Paz do Divino Pai, não se alcança fugindo de dores, fugindo das dificuldades. Cuidado com as fugas disfarçadas de “paz”! Cuidado com o que chamam de paz! Cuidado, queridos!
As fugas a que me refiro significa não ver [evitar] ou deixar de resolver o que precisa ser resolvido. Cuidado com o que chamam de paz. Normalmente, amados meus, o que chamam de paz são fugas para não verem o que precisa ser visto, para não resolver o que precisa ser resolvido. Fiquem atentos. Cada um tem a sua [fuga]. Não estão no mundo para passarem por ele anestesiados. Pode ser necessário, sim – e é muito provável que seja necessário – encarar vossas emoções, não fugindo delas nem menosprezando, ao contrário. Já foi dito a vós que todas as emoções são preciosos portais de transformação. Sintam, mergulhem, encarem. Passem pelos desconfortos que precisar.
Não digo a vós que busquem desconfortos que não existem, obviamente, queridos. Tenham discernimento. Olhem para o desconforto que já existe. Esse é o seu portal de transformação. É esse: o [desconforto] que está evidente. Obviamente, comece pelo que está evidente. Chame-nos, sim, para encarar esses desconfortos. Sem anestesia! Sem anestesia, queridos! Chame-nos para encorajá-los, para fortalecê-los.
Levantem a cabeça, queridos!
Não resolveremos por vós – exceto aquilo que não caiba ser resolvido por vós. Mas tudo aquilo que vos lapida, aquilo que vos serve de crescimento, aquilo que vos serve de desenvolvimento, precisa ser vivido por vós, precisa ser encarado por vós, precisa ser experienciado por vós. Isso não é uma orientação para que sofram e permaneçam no sofrimento. É uma orientação para que resolvam! Resolvam! Resolvam! Ponham fim! Resolvam! Determinem como precisa ser feito. Determinem a transformação que precisam. Determinem como querem viver. Determinem o que não serve mais em vossa vida. Determinem! Encarem! Resolvam! Resolvam! Resolvam!
Não há condenação alguma, além da que foi criada pela vossa mente. Aos pais e mães que me escutam, isso serve também para os vossos filhos crescidos. Não estão condenados. Falo convosco, pais e mães que me escutam: não estão condenados a sofrer. Não estão amarrados a esse papel. Continuarão pais e mães, mas tenham discernimento sobre vossos limites e vossas responsabilidades. Da mesma forma, me refiro aos filhos no que diz respeito às relações com vossos pais e vossas mães. Tenham discernimento. Saibam reconhecer vossos limites. Saibam reconhecer o que é de vossa responsabilidade e o que não é. A condenação está na criação da vossa mente.
A condenação, a prisão, está na criação da vossa mente. Tenham discernimento! Jamais orientarei a fugirem de vossas responsabilidades, mas assumir responsabilidades não significa desprezar a própria vida. Não significa não ter responsabilidade com a própria vida, com os próprios limites. Ter responsabilidade com o outro não significa não ter responsabilidade consigo próprio. Saber o que lhe cabe e o que não lhe cabe. Saber o que lhe atende e o que não lhe atende. Saber onde deve ir. Precisam se conhecer. A condenação é uma criação da própria mente. Assumir responsabilidade não significa “se vender” [se anular].
A todos que vivem esse tipo de desafio, pergunte-se por que faz o que faz. Avaliem as respostas com muita cautela, com muito discernimento. Perceberão crenças nocivas que alimentaram das criações que receberam, da sociedade que vivem, dos ambientes a que pertencem.
Criam prisões. Criam prisões. A maioria dos sofrimentos que vivem são prisões. Acordem, queridos! Observem as escolhas que fazem. Muitos preferem ficar nas prisões pela ignorância de não saberem o que tem fora dela. Eu vos convido [a se libertarem]. Façam o diagnóstico de todas as dores de alma que possuem, que conseguem perceber nesse momento. Vão encontrar as dores de alma como responsáveis pelas prisões que criam. São muitas as prisões que criam. Muitas. O que chamamos de “despertar” é a libertação completa de todas essas prisões. É preciso esforço próprio. É preciso, principalmente, muita coragem. É preciso amadurecimento. É preciso reconhecer quão distante estão desse amadurecimento. E é preciso, mais ainda, querer esse “amadurecer”. Vai ser sempre uma escolha, queridos. E toda escolha é respeitada, sim.
Naturalizem a minha presença convosco. Naturalizem a minha presença convosco. Não se diminuam. Não se julguem. É uma ignorância, queridos, essa avaliação se são merecedores ou não. É uma ignorância, queridos. Todos são merecedores. Absolutamente todos são merecedores. Essa comparação é fruto da visão separada que aprenderam a ter.
Não há um Ser de “melhor energia”, como falam. Não há um Ser mais belo. O que parece um Ser mais evoluído pode se entender como um Ser veterano, como compreendem, se associarem a uma escola. Um Ser que está saindo da escola não é mais evoluído que a criança que acabou de entrar na escola. É uma estupidez a comparação! Compreendam! Não se comparem jamais!
Essa comparação vos distancia ainda mais da Divina Fonte! Deviam olhar para dentro e acessar a Divina Fonte. Não se comparem. Quanto maior a necessidade de comparação, maior o orgulho. Percebam. Essa percepção é que vai fazê-los amadurecer pouco a pouco. Essa percepção! É a percepção que traz Luz. É a percepção que coloca a lanterna em cima do que precisa ser visto. É a percepção que traz à consciência aquilo que estava escondido. É o orgulho, amados meus, que faz com que sintam desconfortos de ver que sim, precisam amadurecer. Quanto mais desconfortável for perceber o tamanho da imaturidade, o quão distante estão de estarem prontos para sair da escola (nessa analogia que faço), quanto mais desconfortável for, maior o orgulho. Quanto mais fácil for admitir que, sim, o orgulho está ali, mais fácil será se libertar desse orgulho. Olhem. Olhem pra dentro, queridos.
Me despeço de vós nesse momento. Me despeço da comunicação, mas convosco estou sempre. Basta um pensamento, basta que queiram. Basta que queiram. Confiem em mim! Basta que queiram! Basta que queiram! Eu estarei convosco! Eu estarei convosco! Não importa se na nossa analogia estejas entrando na escola nesse momento, estejam em qualquer nível da escola, estejam saindo da escola, estejam indo para a faculdade ou saindo dela, não importa, amados meus. Eu estarei convosco, basta que queira. Basta que queira. Basta que seu coração se abra pra mim. Eu estarei convosco. Eu vos amo profundamente, sim. Eu vos amo profundamente, sim! Eu vos amo profundamente – independente de vossa escolha. Eu sou Sananda.