18/01/2026

Kuthumi aqui.

(…)

Eu sou Kuthumi.

Amados amigos, vim saudá-los e falar-lhes um pouco, registrar que estou convosco e lembrá-los sobre como posso ser útil. Todos que me escutam ou me escutarão, são conhecidos. Ainda que não conheçam a mim pelo nome que informo, me conhecem, mas isso é o que menos importa. A propósito, atentem-se mais ao conteúdo, atentem-se mais a como ressoa o conteúdo em vossos corações. Muitos de vós se prendem ao nome, muitos de vós se prendem ao que encanta a mente. Vão além das interjeições da mente. Nosso maior objetivo com esse trabalho convosco é ajudá-los a sair da mente. Quando falamos sair da mente é acordá-los para o que está além dela, é reeducá-los para serem quem realmente são, é reeducá-los para desconstruírem a autoimagem, muitas vezes errônea, que criaram de si próprios.

Explico agora como posso ajudá-los. Independente da mensagem que recebem agora, nós já os ajudamos quando intencionam ordem em vossas vidas, quando intencionam entender as mensagens que recebem, quando intencionam ter clareza sobre o que vivem, sobre o que recebem, sobre o que está ao vosso alcance.

É importante lembrar que nessa caminhada, o caminhante aguerrido é aquele que não aceita comodismos. Na jornada em que estão, o comodismo é o vosso maior vilão. O comodismo precisa ser combatido. Sabemos o quanto é difícil no momento em que estão presos a este corpo material, vinculados a um campo mental vicioso. É difícil não se refugiar no comodismo, mas eu vos alerto que essa é a maior armadilha a ser vencida. Só há uma forma de vencer essa armadilha: Decisão!

Antes de receberem qualquer ajuda, antes de darem qualquer passo, é necessária a firme decisão. Nenhuma vontade no coração surge sem antes haver uma firme decisão, ainda que inconsciente. Venho alertá-los, portanto, tomando consciência, sabendo do que querem, do que escolhem, que tomem a decisão de sair do comodismo! Não falo de feitos grandiosos; falo dos pequenos feitos de cada dia, aquele pequeno afazer, deixado para depois, é uma escolha dada ao comodismo. Render-se à mente que prefere dormir mais, sem necessidade, ao invés de acordar no horário previsto, é rendição ao comodismo.

Eu vos convido a escolherem a vossa rendição: querem render-se ao comodismo ou querem render-se à ascensão, ao despertar, à liberdade para serem quem verdadeiramente são? Os pequenos atos do dia a dia não devem, não podem ser ignorados. Se a vossa escolha, nos afazeres do dia a dia, é o comodismo, pois bem, escolha feita, e os resultados, é claro, sabem, vêm das escolhas que fazem.

Se estão aqui a me escutar, além de terem disposição e abertura para tanto, significa também que possuem a estrutura interna para receberem a informação e colocarem em prática. Digo isso para informá-los mais uma vez que todos que me escutam em qualquer momento do vosso tempo têm as capacidades, as condições e está no momento propício para acordar. Não esperem acordar lendo belas informações, assistindo conteúdos, sem se atentarem aos afazeres do dia, sem se atentarem ao funcionamento da própria mente, sem se atentarem às estratégias utilizadas pela mente para se acomodarem no momento em que estão.

Vem sendo repetido que devem fazer autoinvestigação, autoanálise e, por que não dizer, análise com apoio terapêutico, profissional, como queiram. Analisem a si próprios com disposição e honestidade. Cada um que me escuta está no momento e na condição ideal para subir degraus. Não dispensem essa oportunidade. Não falo oportunidade essa de me ouvir falar a vós. Trato aqui de “oportunidade” o momento em que estão na Terra.

Assim como vós me escuta e pode absorver essas orientações, já sabem que ao redor do vosso planeta outros canais estão sendo preparados para repassar as mesmas informações. Não importa a forma, importa o conteúdo. Não caiam nas armadilhas mentais de comparar formas. Não caiam nas armadilhas mentais de analisar estruturas, de analisar vocabulários; atentem-se ao conteúdo! Foquem no coração. A mente é um instrumento. O coração é o guia. Sabem sim o que quero dizer com “o coração”: vossa alma, vossa pureza, vossa essência, como queiram chamar.

Eu aqui falo em nome de um grande grupo: além do grupo de mestres, irmãos estelares, vossos mentores, amparadores, seres de luz, famílias estelares, famílias espirituais. É infinito o tamanho do grupo que vos ajuda, independente de categorias, como vossa mente gosta. O que importa saber é que todos servem ao amor e à luz. Dentro desse grande grupo, eu aqui represento o que poderia ser chamado de um subgrupo, que pode apoiá-los na ordenação da vida. Assim como o arcanjo Metatron, que aqui também, presente, vos fala, nós vos ajudamos com estrutura, com ordenação, com o “colocar em prática”, com o movimentar-se para autotransformar-se, com o movimentar-se para transformar o vosso ambiente. Nós vos ajudamos com o movimentar-se para reeducar vossos comportamentos.

É importante também dizer que, quando cada um de nós falamos aqui, nunca é uma consciência sozinha. Não existe separação como existe em vossas mentes. De forma que vossas mentes entendam, sou como um porta-voz de um grupo. A minha forma pode destacar-se, mas no nosso falar, não há separação como é necessário ter num corpo material, onde um fala num corpo, o outro fala no outro corpo. Entendam que aqui, nesse momento, são consciências unidas. Eu represento, nesse momento, esse grupo de consciências. Conheçam, aqueles que não conhecem com a mente, o Arcanjo Jofiel, que vos oferece apoio, que intercede por vós nos afazeres diários.

Chamem-nos para abrir os olhos! Chamem-nos para terem clareza! Chamem-nos para expandirem vossa sabedoria interior, vossa sabedoria inata, aquela que não é aprendida, aquela que não vem de conhecimento externo. Falo de uma da sabedoria que a vossa mente não consegue compreender se analisar sozinha. Falo de uma sabedoria que somente conhecerão acessando a sabedoria do vosso interior, de quem realmente são. Sabedoria tal que nenhuma palavra que eu utilize do vocabulário da nossa amada irmã pode descrever a profundidade, a força e o amor que contém.

Portanto, meus amados, somente queiram ser quem verdadeiramente são, somente decidam transformar vossas vidas para ser aquilo que são, para viver tudo que podem e merecem viver. Tenham certeza, todos que me escutam nesse momento, nenhum de vós, nenhum de vós ainda, vive 100% do que são, vive 100% daquilo que podem e merecem viver.

O que nós os convidamos a fazer não é nada radical, não é nada dificultoso, nenhum desafio sofrível. O que nós os convidamos a fazer é pararem um momento de vossas vidas – com constância! Constância! Não é um dia somente! É constância! Incluírem isso em vossas vidas! –  Tirem um momento e se avaliem, e aquilo que encontrarem de “avaria”, por assim dizer, decidam resolver. Jamais se culpem com as fraquezas que encontrarem, afinal, se não as houvesse, do que adiantaria o processo de desenvolvimento? Não precisariam desenvolver-se.

Assim como uma criança no vosso tempo, nasce precisando aprender, desenvolver-se, aprender a falar, a escrever, a andar, a fluir na vida, e sabem que essa criança só consegue desenvolver-se porque existem as fraquezas. Se essa criança já nascesse com a mente poluída, imaginem como seria o desenvolvimento dessa criança se já nascesse se culpando, se já nascesse se julgando. Nenhuma criança se desenvolveria. Se analisarem a vida por si só, podem aplicar os ensinamentos na própria vida.

A vida é sempre pedagógica. Aprendam a contemplá-la, a analisá-la, aprendam com a vida, aprendam a observá-la, aprendam a cultivá-la. Aprendam a aprender! Decidam! Aprendam a decidir! A todo momento de vossas vidas estão decidindo. Já fazem isso de forma inconsciente. E a grande maioria de vós, a todo momento, decide o conforto que vos retarda. Não estou aqui para condenar o conforto. Estou aqui para alertá-los, para que despertem para o discernimento que todos já têm, mas não utilizam.

Acordem para o discernimento. Aquele conforto que escolhe lhe retarda ou lhe avança? Lhe retarda ou lhe impulsiona? Usem a vossa sabedoria! Aprendam a ter coerência com a forma que se tratam, que se cuidam. Já pararam para analisar o quanto se cuidam? E aqueles que sabem que não se cuidam, por que não o fazem? Eu vos respondo: porque decidem pelo conforto que retarda, porque escolhem o conforto que retarda. E isso aqui, amados amigos, não é um julgamento. Meu coração fala com o seu.

Nosso maior intento é vê-los subir os degraus. Não há diferença alguma entre eu e vós, entre nós e vós. Estamos todos subindo a mesma escada. E por que queremos essa escada? Porque é a nossa natureza! É a nossa natureza. Nosso maior intento é a libertação. A máxima libertação. O nosso maior intento é a nossa ascensão. O nosso único objetivo, desde sempre, meus amigos, é ser 100% quem somos. Qual o maior intento de uma criança que nasce no vosso tempo? O que um pai quer para essa criança? O melhor! Que ela desenvolva o máximo de si própria, o máximo de suas capacidades, tudo o que ela pode ser. Que ela viva todas as bonanças, todas as alegrias, todas as bênçãos. Toda a Graça! Não é diferente para conosco, para convosco? O pai quer que a criança suba os degraus da vida, todos que ela puder. E um pai tem como função possibilitar para que essa criança aprenda, se desenvolva, se capacite, se desenvolva o máximo que puder. Um verdadeiro, sábio e amoroso pai jamais, jamais vai negar a essa criança que ela viva fraquezas, que ela descubra suas fraquezas, que ela chore nas fraquezas, que ela tropece, porque um sábio pai sabe que isso a desenvolve. Compreendem sim o que quero dizer.

Tenho um outro aviso: Embora só estejam a me ouvir pela voz da nossa irmã, nesse momento, recebem comunicação a todo o tempo. Não é preciso e, aliás, é necessário que aquele que não escuta diretamente, telepaticamente, não escute. Porque assim tem que ser. Mas o que venho dizer é que a forma da comunicação chegar é a ideal para cada um. Eu vos garanto que chega, mas estão distraídos demais para perceber. Quanto mais distraídos estiverem, enebriados com os vícios mentais, menos perceberão os sinais, as orientações, os informes, o apoio que recebem. Mas recebem! Todos! Aprendam a silenciar e educar a vossa mente!

Chegou o momento de me despedir dessa comunicação por hoje, nesse formato.

Recados dados.

Por fim, importante ressaltar, embora já devam saber: eu vos amo profundamente!

Arcanjo Jofiel, vosso amigo, vos saúda!

Nós vos amamos, amados amigos.

Eu sou Kuthumi.

 (…)

Eu sou Seraphis Bey.

Vim saudá-los para que lembrem do meu compromisso convosco. Eu vos lembro que o momento que a Terra vive e que vocês participam é muito mais importante, especial e novo do que vossa mente pode supor. Um exemplo desse momento é a possibilidade da nossa comunicação nesse formato com mais facilidade. A Terra vive um momento que facilita o despertar, que facilita o acesso a dimensões elevadas que até pouco tempo atrás não era tão fácil, tamanha a densidade na Terra. Não achem que precisam de capacidades específicas para acessarem dimensões elevadas. Essa comparação é um condicionamento mental limitante.

Todo ser pode e deveria acessar dimensões elevadas. Quando digo acessar dimensões elevadas, digo buscar conexão com o Ser Supremo. É na busca da conexão com o Ser Supremo, na constância dessa busca, que se acessa dimensões elevadas. Embora seja dito “dimensões elevadas”, essas dimensões elevadas são acessadas por dentro. Por dentro! O caminho é pelo vosso coração! É dentro de si próprios que se encontra e que encontrarão essas dimensões tão elevadas.

O “Reino de Deus” que um dia foi dito e tão deturpado é simplesmente – e profundamente – isso: acessar o mais profundo do vosso Ser! E eu vos garanto, encontrarão o Ser Supremo, basta que queiram, decidam profundamente, queiram acessar! Esse acesso não é pela mente. Como saber se estão querendo acessar pela mente? Essa busca é por uma curiosidade? É para atender um desejo mental, egóico, por assim dizer? Como um conhecimento a mais? Como buscar uma forma de ter mais conforto? Ou essa busca é por dentro? É pelo coração? É pelo amor? É porque nada mais importa? É porque sabem que isso é o que alimenta a vossa essência?

A ascensão tão comentada nada mais é do que chegar a esse ponto. Não conseguirão enxergar esse pico da montanha se não tirarem da frente os obstáculos. E os obstáculos a que me refiro – e a que tanto já nos referimos – são os bloqueios que acumulam no vosso campo energético, que vos distraem de quem verdadeiramente são. Os obstáculos se escondem em formas de medo, de insegurança, de orgulho, de arrogância, de preguiça, de gula, de vícios em geral, de distrações de todo tipo. Cada distração esconde um obstáculo que precisa ser olhado e resolvido. Não é difícil desde que saiam do comodismo.

É importante e necessário que venhamos aqui a falar dessa forma convosco. E acreditem: nosso intento tem mais amor do que uma palavra pode explicar. Tudo aqui é dito de forma que a vossa mente compreenda. O coração absorve tudo, mas precisam dessa assistente [a mente] pra vos ajudar. Tratem-na como um instrumento divino que é, mas não mais que isso: um instrumento, não o guia! Não confundam mais! Como fazem isso? Se observando. A mente vai escolher sempre o que é mais confortável. Observem e simplesmente decidam. Analisem e decidam. Se a vossa sabedoria indica, por exemplo, que devem acordar mais cedo para um objetivo (dando aqui um simples exemplo), e ao acordar na manhã a mente diz que estão cansados, que precisam dormir mais, que não é necessário acordar tão cedo, e decidem obedecer a mente, estão fazendo mau uso do instrumento. Estão decidindo pelo comodismo. É tão simples quanto isso. E isso fazem a todo momento. Essas pequenas mudanças que insiram em vossas vidas farão transformações grandiosas se aplicadas com constância.

Constância! Guardem essa palavra e lembrem a todo momento. Constância. É necessário ter constância para que essa transformação aconteça.

Preciso me despedir da nossa comunicação.

Amados amigos, estou sempre convosco. Eu vos amo profundamente.

Eu sou o Seraphis Bey.

(…)

Sananda aqui agora.

Eu vos saúdo. Amadas amigas, preciosos amigos…eu vos saúdo.

As informações que precisam estão prontas no momento. São essas já passadas. Vim reiterar, ressaltar ao meu modo, tudo que já foi dito. Reforço que todas as mensagens que já receberam se completam [os evangelhos]. É importante que releiam com dedicada atenção, e é importante que o momento de conexão que têm nesse momento seja aproveitado com o coração aberto. Os olhos fechados contribuem. Os olhos fechados contribuem para a introspecção, para o acesso pelo coração. Fechem os olhos do corpo material para que os olhos da verdade se abram. Afinal, para que estamos aqui? Apoiando-os para quê? Se não para abrir esses olhos de dentro, [olhos] da Verdade.

Amados do meu coração, irmãs do meu amor, eu as afago uma por uma. Eu as vejo, eu as afago, eu as cuido mais do que o corpo mental consegue discernir, supor ou processar, como dizem. Queridas e queridos, escolham a alegria, busquem divertir-se, apreciem as infinitas situações, possibilidades, formas de viverem a alegria no vosso dia a dia. Decidam soltar o peso, aprendam a viver a vida com a leveza que é. O peso é uma criação, é uma construção, cada um constrói o peso que acha necessário carregar. Não precisa carregar peso algum. É uma escolha sempre.

Alguns falam ainda de karmas. Não digo que não existe a lei do karma. Ela existe, assim como todas as leis universais, por assim dizer, não para ser um fardo, mas para ser um caminho. O que se chama de karma não é para se acomodar (“ok, é um karma”), não! O que fazem com o que chamam de karma? Resolvem ou guardam no bolso? Usam lei do karma pra se acomodarem! “É um karma; não tenho nada a ver com isso [paciência, nada que se possa fazer]. Estou pagando.”

Resolve o seu karma! O que lhe prende ao que chama de karma? Decida resolver, dissolver, eliminar, desbloquear, limpar, ou seja o que for, que guarda dentro dos bolsos, para resolver o seu karma! Por que decide dormir abraçado com o que chama de karma? É uma escolha sempre! A condenação que acham que vivem é uma escolha. Sempre é uma autocondenação.

Se um karma foi criado, é porque existia uma erva daninha dentro de si próprio. Encontre-a e arranque-a! Resolva! Assuma a sua responsabilidade sobre a vida que tem e decida viver a vida que merece, como um ser puro! Decida viver a vida que merece como um ser livre e saia da prisão que se criou! A prisão não abre se não decidir tirar os cadeados de dentro de si próprio, de dentro de si própria.

Não me demorarei mais por hoje. Meus amados amigos e preciosas amigas, eu não vos vejo com o gênero que acham que tem, mas como muitos que me escutam estão engatinhando nesse despertar, não serei rude com vossas mentes, e vos tratarei com o gênero que gostam, mas lembrem-se que não são isso que veem no espelho. Isso não quer dizer que não devem cuidar – e com muita dedicação, estima e respeito, deste templo que veem no espelho.

Aproveito o ensejo para dizerem tenham responsabilidade com vosso corpo, com a vossa saúde. Não são criações aleatórias. Com o mesmo olhar que se encantam ao ver uma flor nunca vista, ao ver um pássaro nunca visto, da mesma forma que se encantam com a natureza, da mesma forma que observam com amor, com admiração a criação do Divino Pai, admirem-se, mirem-se, percebam-se com a beleza que são. Treinem essa visão, cuidem de si próprios com todo o amor contido no coração, contido, espremido, escondido. Soltem esse amor! Não conseguirão amar profundamente com toda a potência que possuem se não aprenderem a amar a si próprios.

Me despeço da nossa comunicação por hoje, reafirmando que estou convosco a todo momento. Basta um pensamento. Estamos a postos.

Eu vos amo profundamente. Eu sou Sananda.

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