23/08/2026

Eu Sou Trigueirinho.

Boa noite, amigos amados. Continuamos juntos, sempre juntos.

Alguns de vós conhecem esse nome que utilizei há pouco, enquanto estava convosco, participando no que poderíamos chamar de mesmo lado. A essa altura já sabem que o nome que precisamos utilizar no corpo físico é o nome do personagem, é o nome que se associa a esse personagem, a essa roupagem provisória, necessária, mas descartável, já sabemos. Utilizo novamente, para a nossa comunicação, o nome que utilizei na derradeira passagem.

É uma honra poder comunicar convosco, dessa forma, nesse momento. O trabalho continua, irmãos amados. Aliás, queridos, a preparação está sendo finalizada para o trabalho que efetivamente começa. Falamos do trabalho de transição da Terra e, portanto, da vossa transição também. O trabalho é ajudá-los a reconhecer quem São. É ajudá-los a reconhecer que participam, junto conosco, do mesmo trabalho.

Servimos a vós com honra, com dedicação, com muito Amor, mas lembrem-se de que são receptores, mas são também trabalhadores. É papel de todos nós — e, nesse grupo, nós vos incluímos — é papel de todos nós o servir.

Lembrem-se de que a energia psíquica da Terra se compõe das emanações de todos os corpos nela presentes. No que cabe a vós, é importante que lembrem do vosso corpo físico, do vosso corpo mental, do vosso corpo emocional, do vosso corpo espiritual. Significa que devem cuidar de vós em todos os âmbitos, considerando esses os principais, sob vossa responsabilidade, no cuidado do eu interior.

Assim como cabe, sob vossa responsabilidade, o cuidado interior, cabe também a vós vencer a inércia, em todos esses níveis, para servir. Lembrem-se de que a responsabilidade no desenvolvimento é a responsabilidade na servidão. Entendam a servidão em todos os níveis.

Já foi ensinado a vós, e venho lembrá-los, que se atentem, por exemplo, ao que falam, às palavras, ao que dizem e ao que não dizem. Observem as palavras, observem as vossas intenções no falar. O servir está nos mínimos detalhes, irmãos amados.

Quando falam, observem as vossas intenções, observem se o vosso falar causa impactos positivos ou negativos. Os resultados de vossas ações, inclusive do falar, passam pelas vossas intenções. À medida que se purificam, à medida que intencionam se purificar, perceberão que as intenções das ações também se elevam, também se purificam.

Trouxe o exemplo do falar para que percebam que essa servidão é simples, é direta e é a todo instante. Servem à humanidade quando cuidam de vós, quando vencem as inércias diversas, quando vencem a inércia do corpo físico, quando vencem a inércia do corpo mental, quando vencem a inércia do corpo emocional, quando vencem a inércia do corpo espiritual. Resumo a esses quatro corpos por serem de fácil identificação para o vosso campo mental.

É vosso dever, amados, e é o caminho da vossa libertação, assumir as responsabilidades que possuem com a servidão. Simplifiquem, observem, nas circunstâncias do vosso dia a dia, como podem ser melhores servidores — começando no cuidado consigo próprios, começando no cuidado com vossos afazeres. Observem se intencionam o trabalho por motivações egoístas, ou se direcionam vossas ações para o bem coletivo, para o bem maior.

Tudo parte das vossas intenções. A servidão à caridade é mais simples, mais acessível e muito mais profunda, acreditem, se praticadas, se exercitadas no que poderia parecer pequenas ações. Observem vossas omissões, observem o que se esconde nas omissões.

Olhar atento é o mesmo que ser consciente, queridos. Olhar atento ao que fazem e por que fazem. Olhar atento, trazer consciência. Ter uma vida verdadeiramente responsável, dedicada, não é um fardo. A transmutação dos vossos corpos, para a vossa elevação, parte do esforço individual, parte da vontade interior de se autotransformar, de se autoeducar, passo a passo. E são pequenos passos que vos levarão à profundidade que precisam. Precisamos de todos vós conscientes, acordados.

A todos vós, há uma ferramenta em especial de que precisarão em todos os passos. Essa ferramenta é o Divino fio que une todos nós. Essa ferramenta é a humildade. É preciso lembrá-los que se abram para receber e se preencher desse Divino dom, disponível para todos vós, mas para o qual criam muita resistência.

Vossos campos mentais resistem à humildade porque temem perder o controle, porque temem a abnegação, porque temem a rendição. Eu vos garanto, preciosos amigos, que nessa rendição está a vossa salvação, está a vossa libertação. Irmãos amados, a humildade é a chave que abre todas as portas.

Perceberão que, em todas as fraquezas que encontrarem dentro de vós, a humildade será o elixir que vos ajudará a curar todas as feridas. Percebam que, quando encontram culpa, quando se envergonham, quando se sentem não merecedores, precisam da humildade como a lanterna que vos ajudará a enxergar o Amor próprio. É a falta da humildade, irmãos amados, que vos afasta da Luz, que vos afasta do caminho, que vos faz perder-vos em redemoinhos de culpa, de autopunição, de autojulgamento.

Abram vossos corações para receber a humildade. Todas as ferramentas, todos os dons necessários para todos os passos que precisam estão disponíveis, mas é preciso que se abram, é preciso um coração aberto. Vejam as lacunas que possuem. Percebam quanto falta desse precioso tesouro dentro de vós, divinamente chamado de humildade.

Irmãos amados, exercitem, com discernimento, conectar-se com o Sol, conectar-se com a energia do Sol. Sintam, contemplem. A energia solar é importante para vós, especialmente nesse momento.

Estejam conscientes. Exercitem a contemplação. Aqueles que necessitam de recolhimento: respeitem vossos corpos, respeitem vossas necessidades; atentem-se para que isso não atrapalhe as vossas responsabilidades diárias, mas respeitem, sim, essa necessidade do vosso campo, se for esse o caso. Aqueles que necessitem de um sono diferenciado: respeitem também os vossos campos. O que quero dizer é que, com a intensidade da Luz que chega à Terra, vossos corpos físicos podem sentir necessidades diferentes, que podem ser necessidades provisórias ou definitivas.

É preciso que exercitem o silêncio. É mais importante o silêncio, amados, do que fantasias ilusórias que muitas vezes confundem com meditação. Tenham discernimento no que falam; saibam discernir o que é uma fantasia ilusória que vos distrai, que vos desconecta, do que é uma meditação que vos eleva, que vos conecta.

É preferível que exercitem o silêncio, principalmente no momento em que vivem, tão contaminado de dispersões. Atentem-se enquanto mergulham no vosso campo interno e naturalmente descobrem aquilo que um tapete belo escondia. Atentem-se para não se afastarem da Luz, enquanto sacodem as sujeiras que precisam ser limpas.

É natural, irmãos queridos, que, ao olharem para os vossos interiores, percebam que precisam fazer uma faxina. Não se dispersem, não se afastem da Luz, lamentando a sujeira acumulada. É preciso a ação, e precisam da Luz para fazerem o que precisa ser feito.

Ao se dispersarem com alto julgamento, com alta condenação, rejeitam a ajuda divina. São naturais as dores que porventura encontrem no processo de transmutação interna. São naturais as dores, mas atentem-se, vigiem, vigiem, vigiem, para não se perderem. E se, ainda assim, se perderem, irmãos, a Luz estará sempre disponível a vós, lembrem-se. Basta que estendam a mão e serão alcançados.

Basta uma decisão. Basta uma decisão. Basta uma decisão.

Atentem-se às vossas decisões, mas respeitem vossos processos internos. Atentem-se para que tenham discernimento do que significa um recolhimento necessário — como um casulo seguro, necessário, mas temporário — daquilo que é fuga. Aprendam a discernir o que é uma necessidade real do vosso campo e o que são dispersões, fugas. Saibam diferenciar. É preciso que vigiem, para que tenham consciência. É preciso que vigiem, que observem o vosso sentir.

Irmãos amados, aprendam também a se comunicar com a Consciência Suprema do Pai. Aprendam a se comunicar com Deus. Comunicar-se com Deus significa aprender a sentir. As palavras são úteis, as palavras aproximam, as palavras são ferramentas que possuem e devem ser usadas, sim, mas aprendam a sentir. O Divino se comunica com o sentir. Observem: todos nós nos comunicamos pelo sentir, mas as dispersões atrapalham. É preciso silenciar para exercitar o sentir.

Antes de quererem ouvir com os ouvidos, externos ou internos, aprendam a ouvir com o sentir. Saberão a decisão que vos eleva quando o sentimento for elevado. O vosso sentir direcionará todas as respostas que precisarem. Basta que exercitem, que treinem. E, como todo treino, é preciso ajustes, é preciso uma calibração, até que afinem o instrumento.

Simplifiquem. Eduquem o vosso campo mental para simplificar — simplificar em todas as camadas. Percebam que muitos dos vossos medos seriam eliminados se aprendessem a simplificar. Simplificar nas decisões, simplificar nas ações, simplificar no falar, simplificar no agir, simplificar nas relações, simplificar nas vossas organizações em geral. Muitas vezes, as perfeições que buscam são efeitos da escravidão que possuem — escravos da vaidade.

Observem as escravidões, observem as prisões, observem do que são escravos, e decidam se libertar das prisões a que se acostumaram. É preciso sempre o equilíbrio e o discernimento, para que não caiam nas polaridades, nos extremismos. Por exemplo, ao falar de perfeição: da mesma forma que buscar a perfeição pode ser um resultado da prisão, da vaidade, a perfeição pode ser, sim, resultado da graça, da entrega, resultado da conexão com o Alto, resultado da perfeita servidão, da abnegação, da rendição.

É preciso que observem a si próprios e tenham discernimento para perceberem, com consciência, onde está a vossa intenção. As respostas estão nas intenções. A vossa intenção indicará o caminho que segue internamente.

É natural, irmãos, que, nesse auto-observar-se, percebam prisões que até então não percebiam, fraquezas que até então não percebiam. É natural que encontrem, pois todos vós estão em desenvolvimento. O chamado é para que naturalizem as fraquezas internas que encontrarem; não é para se perderem em inércia. Ao contrário: é para que olhem para si próprios com olhar elevado, com compaixão, com o mesmo Amor com que se educa um aprendiz.

Todos vós recebem a ajuda para os aprendizados que estão prontos para vivenciar, mas é preciso que queiram aprender, assim como é para todo aprendiz. Nenhum ensinamento pode ser colocado dentro de vós sem que façam o vosso dever de casa. O dever de casa a que nos referimos é o que orientamos nesses contatos periódicos. É o que já sabem. É reconhecer o que vos afasta da harmonia. É a educação interior que todos vós precisam fazer, cada um à sua forma, cada um com o seu aprendizado, cada um com a sua matéria a cumprir.

Eu sou vosso irmão. Eu sou vosso amigo. Eu vos amo.

Eu Sou Trigueirinho.

(…)

Eu Sou Seraphis Bey.

Boa noite, irmãos amados. Não me demorarei. Vim saudá-los, registrar minha presença convosco e informar a vós que embora, para a maioria de vós, não seja perceptível a nossa presença, estamos sempre convosco. Participamos do trabalho de purificação dos vossos corpos em todos os níveis.

Ainda para aqueles que não tenham consciência, que não percebam, que acham que não há um trabalho interno sendo feito, há, sim, um trabalho sendo feito em todos os vossos corpos. Mas é importante a vossa participação. Darei exemplos.

Imaginem uma criança: ainda que não seja ensinado a ela diretamente o que precisa ser feito, ainda que essa criança não tenha consciência de buscar o conhecimento por si própria, essa criança aprende com o ambiente, com o meio, com exemplos.

Aquilo que chamam de mente inconsciente está sempre alerta e absorve as informações que precisa. De modo similar, ainda aqueles que não façam o esforço, que não façam aquilo que chamam de dever de casa, por assim dizer, estão, sim, sendo trabalhados internamente, principalmente aqueles que não têm acesso a mensagens como essas, por exemplo.

Porém, há de se convir que, quanto mais amadurecido está o Ser, mais é um dever dele próprio abrir-se ao conhecimento, abrir-se ao aprendizado, fazer um esforço próprio para o desenvolvimento. Esse desenvolvimento, já sabem, é em todos os níveis. Revejam os ensinamentos passados, e os exercícios passados no nosso último encontro.

Ainda que eu não tenha me manifestado por essa via a vós, a essa altura já sabem que estamos sempre convosco, independentemente de uma comunicação registrada por essa via, através desse canal. Exercitem a confiança.

Sabemos que vivem – e são acostumados – com dispersões diversas. Por isso temos o cuidado de organizar o encontro periódico, para reforçá-los, para ajudá-los na persistência, para ajudá-los na dedicação. Queiram dissolver todas as amarras que possuem, que fazem com que se sintam diminutos, que fazem com que se sintam inferiores, menores, que fazem, principalmente, com que queiram se comparar. Comparar-se é sempre um erro, queridos.

São seres diferentes, embora se originem da mesma unidade e se destinem à mesma unidade. Me despeço da nossa comunicação por esse momento, registrando que estou sempre convosco.

Eu Sou Seraphis Bey.

(…)

Eu Sou Sananda.

Boa noite, irmãos amados. Vim saudá-los, registrar minha presença convosco nesse momento e em todas as situações do vosso cotidiano — mais simples e mais natural do que a vossa mente possa conceber. Mais simples, mais natural, mais direto do que a vossa mente possa conceber.

Não há nenhuma situação, não há nenhum erro que me afaste de vós. A única forma de me afastar de vós é a vossa decisão, a vossa vontade. Do contrário, não há absolutamente nenhum erro que me afaste de vós. Não há absolutamente nenhum erro que me faça desistir de vós. Ao contrário: é nesses momentos, de descoberta do que chamam de erros, que eu lhes peço que me deem a mão. Eu estarei convosco.

Não vos rejeitarei jamais, sob nenhuma hipótese. Atentem-se ao que a vossa mente diz. É a vossa mente que rejeita a ajuda. É a vossa mente que se autocondena. É a vossa mente que escolhe a escuridão. Se essa for a vossa decisão, a vossa decisão é respeitada. Do contrário, se não for a vossa decisão se afastar, eu estarei convosco, como sempre estive.

Eu vos acolho nas dores, e eu vos lembro que as dores são naturais na lapidação da alma. É natural, irmãos amados, sentir dores ao descobrirem que aquilo que acreditavam, ao se verem no espelho, era uma máscara de ilusão. Para que percebam quem verdadeiramente são, para que vejam quem verdadeiramente são, é preciso dissolver as máscaras. E dói, sim, irmãos amados, desconstruir as ilusões, ver aquilo que chamam de erros, ver aquilo que chamam de fracassos.

Eu vos acolho nas dores, mas é preciso que saibam que certas dores são comemoradas, porque são sinais, sim, de transmutação, de transformação, de nova Vida. Nós nos compadecemos de vós, sim, nós vos acolhemos, mas, mais ainda, nós vos fortalecemos a passar pelo que precisam passar. Não há rejeição — não de nossa parte. Vós mesmos vos autorrejeitam. Observem. Não rejeitem a ajuda que queremos vos dar.

Eu estou convosco, amado; eu estou convosco, amada. Falo com o vosso coração.

Ouço, sim. É real, sim. Ouço, sim.

É mais simples do que a vossa mente possa compreender.

Boa noite, queridos.

Nosso trabalho continua. Nosso trabalho está só começando. Todos vós já estão preparados para a etapa seguinte, essa etapa da transmutação, que cada um viverá à sua forma, conforme o vosso preparo, vossa necessidade, conforme aquilo que chamam de plano de alma, plano encarnatório, como o queiram denominar.

A preparação a que nos referimos não começou nessa vida. A preparação a que nos referimos é uma jornada, amados, e começou muito antes desse ponto que chamam de “essa vida”, desse ponto que chamam de “essa encarnação”. Irmãos amados, o momento em que estamos — e sim, me incluo no momento, me incluo convosco; o trabalho é coletivo, o trabalho é conjunto — o momento em que estamos é há muito esperado por todos nós. Comemoremos.

Isso não é um convite para que fiquem como estátuas diante da Luz; ao contrário, movimentem-se. Revejam os ensinamentos passados hoje que já vos direcionam para as pequenas ações do dia a dia — pequenas aos vossos olhos físicos, mais profundas e gigantes se vistas pelo Todo.

Dediquem-se. Revejam as mensagens já passadas. Me refiro às mensagens já passadas, sim, através desse canal, nossa irmã, mas também me refiro às mensagens já passadas em livros que chamariam de elevados, em escrituras. E, a esse ponto, já possuem o discernimento para garimpar as sementes que precisam.

Comecem a vossa semana com o coração voltado para o Sol, irmãos amados. Falo no sentido figurado, mas, sim, lembrem da orientação do irmão amigo, de sentirem, com discernimento e moderação, os raios desse astro.

Iniciem a semana exercitando vossos pensamentos, exercitando vossas intenções, purificando os vossos pensamentos. O exercício de purificação nada tem a ver com julgamento, irmãos amados. Ao identificar aquilo que precisa ser purificado, intencionem purificar, e percebam a vaidade escondida no alto julgamento. E, ao identificá-la, não se envergonhem dela: reconheçam e com o olhar maduro, forte e firme, vejam e queiram purificar.

É um exercício que precisa ser continuado, até que a lapidação de cada etapa, de cada fase, seja concluída. É um trabalho persistente, dedicado, que, eu vos garanto, trará os frutos da Vida eterna, como conhecem. Frutos da Vida plena, fruto da verdadeira paz, fruto da verdadeira libertação.

Revejam essas mensagens com o olhar do vosso coração. Revejam essas mensagens com a inteligência do vosso coração. Revejam essas mensagens como quem se coloca diante de um altar. E o altar a que me refiro é o vosso sagrado templo interno.

Revejam essas mensagens como quem abre um baú recheado do verdadeiro tesouro. Revejam com alma sedenta, irmãos amados.

Eu vos amo. Eu vos amo profundamente.

Eu Sou Sananda.

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