06/09/2026

Eu Sou Metatron.

Boa noite, irmãos amados. Boa noite, irmãs amadas. Nós os reverenciamos.

Eu Sou Metatron. Falo hoje em nome de todo o grupo que cuida de vós. Existem vários grupos, ou várias hierarquias, como podem compreender, nos níveis suprafísicos, nos níveis acima da matéria. Existem dimensões diversas acima da matéria. E, para que possam compreender, em várias dimensões existem várias ordens, vários grupos, várias hierarquias que trabalham em diferentes níveis, sempre a favor de vós, a favor da vossa evolução, a favor da vossa ascensão.

Quando trabalhamos pela Terra, quando trabalhamos no plano de ascensão da Terra, trabalhamos convosco, sim, mas não somente convosco. Trabalhamos em todos os reinos que existem na Terra. Nos referimos aos reinos além do reino animal, queridos. É importante lembrá-los que nos importa cuidar também do reino animal, do reino vegetal, do reino mineral — e lembrem-se que sempre que falamos sobre nós, incluímos-vos nesse grupo; vós sois parte do nosso grupo, e nós somos parte do vosso grupo. Somos todos um grupo único, queridos.

Há muito mais que a vossa mente não compreende, imersa nos conceitos externos, imersa na superficialidade; mas queremos começar as orientações de hoje lembrando a vós que, quando falamos de fraternidade, falamos que é importante que desenvolvam, sim, o valor profundo da fraternidade em relação aos vossos irmãos, mas lembrem de incluir, como parâmetros do vosso desenvolvimento, o Amor a ser desenvolvido pelo reino animal, pelo reino vegetal e pelo reino mineral também, queridos.

Naturalmente, sem que precisem de grandes conhecimentos, sem que precisem de muitas teorias, ao despertarem esses valores que naturalmente vos vinculam à Luz, ao despertarem esses valores escondidos por debaixo das muitas máscaras que acreditaram serem vós, naturalmente irão despertar o Amor por todos os irmãos, incluindo os animais e os vegetais, por exemplo. Deixem essa semente guardada, e aos poucos ela despertará. Experimentem observar os sentimentos dos vegetais, queridos. Experimentem conversar, experimentem ir além da rigidez aprendida pela vossa mente. Observem o desenvolvimento dos animais. Observem o quanto os animais podem ensinar a vós. Se coloquem como servidores também dos seres desses reinos.

Falaremos agora sobre superficialidade e sobre profundidade.

Há muito viemos falando sobre o vosso dever de se desenvolver, sobre o vosso dever de ascensionar, sobre o vosso dever de observar a si próprios, de conhecer a si próprios, de eliminar de si próprios aquilo que não serve à Luz, que não serve à vossa ascensão, que não serve à contribuição do bem maior, mas é importante que aprendam a discernir o que é um valor profundo, um valor vinculado à vossa essência, do que pode ser chamado de “valor”, mas pode ser somente um envelope vazio que vos vincula à superficialidade. Darei-lhes um exemplo.

Falaremos da beleza. A beleza é, sim, um valor, amados. A beleza é um valor que vos conecta à Luz, que vos conecta com o Alto; mas é importante que percebam que a forma como a vossa mente vê a beleza pode ter uma conotação distorcida em relação ao verdadeiro valor a que chamamos beleza.

A beleza que vos eleva, a beleza que vos conecta à Luz, não é a beleza da superficialidade, não é a beleza do rótulo, não é a beleza do envelope. Vós sois habituados a alienar-vos com rótulos falsos, e chamam esses rótulos de beleza. Nosso convite nesse momento é para que reflitam sobre o valor beleza, da mesma forma que devem refletir sobre o valor verdade, sobre o valor fraternidade, sobre o valor compaixão. Reflitam, com honestidade, como percebem cada valor, como definem, como avaliam, como praticam, como experienciam.

Muitos de vós estão habituados a buscar a utilidade. A beleza não é aquilo que agrada aos vossos instintos. A beleza não é aquilo que vos atrai pela utilidade. A verdadeira beleza é aquilo que está além da superfície, é aquilo que vos conecta com o mais profundo do vosso Ser, é aquilo que desperta a Luz dentro de vós, é aquilo que vos concede momentos elevados de contemplação, de elevação, de despertar.

A verdadeira beleza é aquilo que pode não parecer útil aos vossos instintos; mas eu vos garanto, amados, que aquilo que é construído com a beleza é muito mais perene, é muito mais profundo e eterno do que aquilo que é construído na superficialidade — quando se busca somente a utilidade, quando se busca somente atender os instintos, quando se busca somente atender os sentidos.

Eu me refiro à beleza em todos os níveis: à beleza da música, por exemplo, à beleza do que veem, à beleza do que escutam, à beleza do que buscam — do que buscam ler, do que buscam olhar, do que buscam ouvir, do que buscam sentir.

O que queremos dizer, amados, é que se buscarem refletir o valor que dão à beleza, o quanto colocam a beleza, a verdadeira beleza, a profunda beleza, em vossas vidas, saberão construir uma vida mais verdadeiramente bela em todos os níveis e em todos os sentidos, porque passarão a observar o mundo através da beleza. Só conseguirão observar o mundo através da beleza se despertarem essa beleza dentro de vós. Só conseguirão despertar essa beleza dentro de vós acessando a vossa verdadeira essência, descobrindo, entendendo o que é o belo dentro de vós.

É preciso que silenciem e sintam o significado de cada palavra dita hoje. É preciso que sintam e reflitam, com o coração, o significado de cada palavra que passamos nesses momentos de ensinamento. Na medida do possível, procuraremos passar as orientações de forma que a vossa mente compreenda; mas é preciso, sempre, que procurem entender o significado de cada palavra dita a vós nesses momentos de ensinamento com o coração, sentindo com o coração.

Para que entendam o que estamos ensinando sobre beleza, é preciso que se separem do conceito externo de beleza a que estão habituados. Não se trata da beleza minúscula, da beleza superficial, da beleza do envelope. Quando olham uma árvore, por exemplo, conseguem refletir, contemplar a beleza dos detalhes ou só veem a utilidade dessa árvore? O que chamam de uma bela pessoa? Referem-se ao que agrada aos sentidos? Referem-se ao que agrada à utilidade? Veem como essa pessoa pode ser útil aos vossos instintos, aos vossos objetivos, aos vossos sentidos, ao vosso ego ou verdadeiramente veem a beleza, a profunda beleza, a verdadeira beleza dessa pessoa?

Numa determinada situação do cotidiano, conseguem perceber a beleza dos detalhes, dos gestos, das ações ou simplesmente veem a utilidade, de tão distraídos que estão? Procuram ouvir o que buscam ouvir para agradar os instintos, para agradar os sentidos, para distrair-se com a mera superficialidade, com a mera utilidade de distrair-se, de obter informações como forma de ocupar a mente, de ocupar vazios? Ou buscam ouvir o que vos eleva, o que desperta a vossa profundidade, o que desperta sentidos elevados, o que vos conecta, o que vos eleva, o que vos expande?

Quando falamos repetidas vezes que observem o que fazem, que se perguntem por que fazem o que fazem, por que buscam o que buscam, por que escutam o que escutam, que observem o que vos incomoda ou o que vos agrada — é para que avaliem que sentido dão às vossas vidas, qual o significado que dão.  Eu vos garanto, amados, que a beleza é, sim, um caminho que vos leva ao Alto — a verdadeira beleza.

Se se atentarem a buscar a beleza, encontrarão o belo dentro de vós. Se exercitarem ver o que é belo dentro de vós, conseguirão perceber a beleza, a harmonia das cores, das formas, dos sons. Conseguirão elevar aquilo que chamam de gosto, para verdadeiramente exercitarem, experienciar o bom gosto, o elevado gosto. Isso é um respeito por si próprios, amados.

É um exercício, é um autocuidado e é natural, à medida que despertam, à medida que se cuidam, à medida que observam do que se alimentam. É muito além do alimento material, da substância que vos sustenta, do alimento material que vos sustenta. É preciso que observem como alimentam os ouvidos, como alimentam os sentidos. A elevação que precisam exercitar está em todas as coisas.

À medida que exercitarem, naturalmente, experienciar a verdadeira beleza, perceberão que haverá beleza no vosso falar, porque a beleza naturalmente sairá de vós — no olhar, no falar, no andar, no cuidar, no fazer. A beleza se relaciona diretamente com o Amor, se relaciona diretamente com a compaixão, se relaciona diretamente com a sabedoria.

Todos os valores se relacionam. Ao exercitarem desenvolver uma determinada virtude, um determinado valor, os demais acompanham. E aqui sempre nos referiremos ao que podem chamar ou entender como valor ou virtudes, como aquilo que vos conecta com o Divino em vós, como aquilo que vos acorda, como aquilo que vos fortalece, como aquela base ou fundamento que o vosso ser precisa para se ancorar e se elevar.

Sempre que experienciarem o desenvolvimento de uma determinada virtude que vos eleve, que vos conecte com o Alto, naturalmente perceberão as outras virtudes, os outros valores, por assim dizer, se desenvolvendo e se perpetuando. Passo a passo, amados. Persistam. Continuem.

Procurem observar o que agrada aos vossos ouvidos nesse momento, e reflitam se aquilo que agrada aos vossos ouvidos vos eleva ou vos distrai; se aquilo que agrada aos vossos ouvidos, por exemplo, vos faz crescer, vos faz elevar-se, vos faz subir degraus ou vos faz estagnar-se.

Procurem observar aquilo que os vossos olhos gostam de ver. Isso não significa, amados, que os envelopes ou os rótulos são descartáveis. Significa dizer que os envelopes ou os rótulos são somente envelopes e rótulos. Percebam a diferença. Não adianta um belo envelope se é vazio, se não há conteúdo, ou, pior, se há um conteúdo que vos diminui, que vos afasta do objetivo, que vos afasta do vosso desenvolvimento. Aprendam a discernir.

Não significa que não devem cuidar da vida prática, que não devem avaliar o que é útil e o que não é útil à vossa vida prática; mas aprendam a discernir quais são os vossos fins. Procurem discernir qual é o vosso verdadeiro objetivo, qual o sentido da vossa vida. Procurem discernir o que é mais elevado a vós.

Se tiverem dúvidas, perguntem-se se uma determinada ação serve ao bem. Se tiverem dúvidas, avaliem, perguntem-se se determinada ação, ou determinada decisão, serve ao bem maior, amados. Serve ao bem maior, não ao vosso “bem”, não ao egoísmo, não ao conforto próprio exclusivamente. Sempre que estiverem em uma situação de repetição, sempre que estiverem em dúvida, sempre que se sentirem estagnados ao tentarem tomar alguma decisão, perguntem-se se determinada escolha, se determinada direção vos eleva, se determinada escolha ou determinada direção serve ao bem maior.

Falando ainda sobre superficialidade e profundidade, além do exemplo da beleza, falarei sobre a verdade. Todas essas virtudes podem ser mal interpretadas ou mal direcionadas: se avaliarem pelo viés da superficialidade, se avaliarem com a mente egoica, se avaliarem com distração, se avaliarem com conceitos externos, se não avaliarem a verdadeira intenção. Darei exemplos.

Tratando-se de verdade, observem, por exemplo, se ao quererem dizer a verdade a alguém sobre algo, aquilo a ser dito contribuirá para o bem maior — não somente para o “vosso bem”. E o vosso bem, amados, quando atendido individualmente, não é o bem a que nos referimos, não é o bem maior. O bem maior também não é o bem exclusivamente do interlocutor, nesse caso. Explico.

No exemplo em que precise tomar uma decisão sobre falar a verdade sobre algo a alguém, observem que verdadeira contribuição essa informação, dita como a verdade, poderá ter na vida desse irmão do exemplo. Observem a forma como é dita a palavra, observem a vossa intenção genuína, observem se há um preparo nesse interlocutor para receber a mensagem. É preciso esse discernimento para que se tenha o Amor em conjunto, a sabedoria em conjunto. É muito além daquilo que podem entender como força e coragem para falar. Observem se não há uma arrogância disfarçada de força, de coragem. Observem se não há uma arrogância disfarçada de sabedoria. Observem se não há arrogância disfarçada de verdade. Compreendem, amados? A verdade, nesse caso, é vista num viés superficial.

A Verdade, no sentido profundo, a verdade que verdadeiramente vos eleva, nunca estará separada do Amor, do sentido de Fraternidade, de Força no sentido mais elevado, de Sabedoria no sentido de maturidade, de saber como falar – a forma, o momento e o preparo, o contexto. Compreendem, amados?

Portanto, cada virtude, cada valor deve ser ponderado. E, embora isso pareça ser difícil se visto de uma forma teórica, naturalmente perceberão que o tratamento interno do vosso terreno, a retirada das ervas daninhas — como já foi dito, como, por exemplo, da arrogância — naturalmente fará com que essas virtudes e esses valores aflorem em conjunto, pois um jamais se sustentará sem o outro.

A verdade nunca será a verdadeira Verdade, a elevada Verdade, a profunda Verdade, se exercitada de forma individual. Não se sustenta, amados. Perde o verdadeiro valor, perde o verdadeiro sentido, se distancia do verdadeiro objetivo.

Assim como a beleza se perde no vazio, a verdade pode se perder no vazio, assim como outras virtudes, se não estiverem bem ancoradas no elevado bem, no verdadeiro bem — não naquilo que a vossa mente, se não bem desenvolvida, pode entender como bem, em um sentido egoísta, mesquinho, individualizado.

É preciso o estudo de si próprios, com determinação, mas com leveza, com persistência. Nada mais importa do que o verdadeiro estudo de si próprios para que se desenvolvam, para que ascensionem, para que se elevem, para que descubram a vossa verdadeira essência e a entreguem para o mundo.

De nada adianta, amados, esse desenvolvimento, esse preparo, essa ascensão, se a intenção não for a contribuição coletiva. Já foi dito a vós que, naturalmente, ao exercitarem o desenvolvimento dessas virtudes, o desabrochar do olhar para os vossos irmãos irá acontecer naturalmente.

(…)

Eu Sou Sanat Kumara.

Vim saudá-los e complementar a mensagem de hoje.

Passamos essas orientações semanais para ajudá-los a persistirem na vossa responsabilidade, na vossa missão maior, como já sabem.

Não seria preciso – e não é preciso – que tenham teorias, que absorvam teorias, que busquem conhecimentos elevados em papéis, em audições, em leituras diversas, se tudo isso vos fizer continuar na superficialidade. É importante que tenham discernimento de observar se aquilo que buscam continua vos mantendo onde estão, ou vos faz avançar degraus, ou vos faz aprofundar dentro de si próprios para conseguirem puxar as cordas que vos levam até o alto da montanha. Se as ferramentas que buscam, se as leituras que fazem, se o montante de conhecimento que acumulam não vos servem de ferramentas para terem braços mais fortes, mãos mais firmes, e puxarem a corda que vos leva ao Alto, lamento, amados, mas perdem tempo. Mais importante seria se silenciassem e mergulhassem, sem conhecimentos prévios, para dentro de si próprios.

Observem se os conhecimentos a mais vos distanciam, vos distraem. Observem se a quantidade de conhecimentos que acumulam vos ajuda a aprofundar. Observem as próprias vidas com inteligência. Entendam também o significado verdadeiro e profundo desse valor que chamam de inteligência. Assim como os outros valores já ditos, a inteligência também pode ser praticada no sentido superficial, que serve somente aos agrados dos instintos, aos agrados dos sentidos, aos agrados do ego, e, portanto, vos mantém presos na ilusão, vos mantém presos e facilmente manipuláveis pelas circunstâncias diversas, como já sabem.

Aprendam a usar a inteligência com profundidade, assim como todas as virtudes. Isso é um exercício, amados. Para isso, cabe uma decisão. Muito mais do que qualquer conhecimento externo é uma decisão: uma decisão de dar sentido à própria vida e sair da superficialidade. A superfície existe, não deve ser descartada, mas deve ser conhecida. Saibam o que é a superfície e o que é o conteúdo, o que é a profundidade. Saibam o que é a superfície, e lidem com a superfície como o que ela é: a superfície, somente.

A maioria de vós vive na superfície, só conhece a superfície, e acha que a superfície é tudo o que é, é tudo o que existe. Não é, amados. Acordem. Percebam o que é superfície e o que é conteúdo, começando por si próprios, começando por tudo o que lidam, tudo o que fazem, começando pelos vossos sentidos. Observem como alimentam os vossos sentidos.

A superfície não deve ser descartada — estão na condição humana, e ela deve ser vivida sim — mas saibam o que é superfície. Saibam o que é provisório, o que é temporário, o que é passageiro. Saibam o que é superfície e o que é conteúdo. Conheçam o vosso próprio conteúdo; essa é a vossa primeira responsabilidade.

Mais do que qualquer conhecimento externo, mais do que quaisquer conceitos que acumulem, que busquem, busquem o vosso conteúdo, aprendam o vosso conteúdo, saibam o que cultivam dentro de si próprios. Observem a si próprios: o que pensam, o que falam, do que gostam de se alimentar. O vosso gosto indica o nível em que estão, quão superficiais estão.

Observem o vosso gosto, não com julgamento, mas com profunda inteligência. Observem o vosso gosto, observem o que vos atrai, e aprendam a depurar o vosso gosto. Aprendam a elevar o vosso gosto. Conseguirão elevar o vosso gosto com a decisão de se elevarem, de cultivarem cada valor. Pesquisem o que precisam cultivar dentro de si próprios.

Essa pesquisa só precisa ser externa, só precisa ser com conhecimento externo, se esse conhecimento externo for uma ferramenta verdadeiramente aplicada ao vosso cotidiano. Do contrário, pesquisem no silêncio, na observação, na contemplação de si próprios. Aprendam sobre quem são para poderem saber onde vão, onde querem chegar, onde podem chegar. Nunca saberão que sentido tem a vossa própria vida se não sabem quem são, se não conhecem o próprio conteúdo.

Antes de avaliar o conteúdo externo, antes de avaliar o conteúdo que há nos rótulos que veem, que buscam, pelos quais se interessam, avaliem o próprio conteúdo, conheçam o próprio conteúdo, e busquem elevar o próprio conteúdo. Só conseguirão elevar o próprio conteúdo se souberem quem são, onde estão, que passos precisam dar para chegar onde precisam chegar.

Como vão saber se vão chegar ao topo da montanha, se não conhecem a força que as vossas mãos possuem, se não conhecem a resistência do vosso próprio corpo, se não conseguem, se não experienciam puxar a corda, se não sabem as dificuldades que têm, se não sabem as facilidades que têm, se não sabem as ferramentas que possuem, se não sabem nada de si próprios?

Estão acostumados a olhar para fora. Estão acostumados a olhar o exterior e ainda assim acostumados a olhar a superfície do exterior. Comecem conhecendo a profundidade dentro de si próprios.

Eu Sou Sanat Kumara.

(…)

Queridos, estamos sempre convosco. Sabemos das dificuldades que possuem e por isso cuidamos para que essas mensagens cheguem de forma que a vossa mente possa acessar, processar e se fortalecer nesse processo de desenvolvimento.

Fazemos isso porque verdadeiramente vos amamos e já sabem que o Amor, assim como todas as elevadas virtudes que são desafiados a desenvolver, é, sim, no sentido muito mais profundo do que a vossa mente está habituada a conhecer.

Nós vos amamos profundamente, amados. Nós verdadeiramente vos amamos. Nós cuidamos de vós nos mínimos detalhes, sim. Busquem-nos. Chamem-nos.

Estamos todos convosco.

Eu Sou Arcanjo Metatron

(…)

Eu Sou Sananda.

Queridos, vim saudá-los. Vim reverenciá-los. Vim lembrá-los: estamos todos juntos. Pode ser de mãos dadas, se quiserem. Estou sempre do vosso lado. Posso estar de mãos dadas, se quiserem.

Queridos, há muito trabalho a ser feito, sim, por todos nós — e eu me incluo. Os trabalhos são diferentes, mas todos nós estamos trabalhando. Lembrem de ver o trabalho — embora possa não ser uma virtude básica — vejam o trabalho como um meio que vos eleva, como uma forma de chegar ao objetivo final da vossa ascensão.

Lembrem que, quando falamos da vossa ascensão, não é possível a ascensão individual. É preciso um trabalho interno, pessoal, para que todo o coletivo, todo o grupo, toda a humanidade se eleve junto convosco. Mas a vossa responsabilidade é com o vosso próprio desenvolvimento, em primeiro lugar.

Lembrando que o objetivo, a intenção, é se unir ao Todo, é a união, mas um passo de cada vez, queridos. É compreensível que ainda não consigam exercitar o Amor em plenitude, que ainda alguns de vós precisem ter exceções. É compreensível, porque é uma construção. É compreensível, amados, mas não parem. Um passo de cada vez.

Lembrem que o trabalho é um meio que vos eleva. Nesse sentido, queridos, falo do trabalho em todos os níveis. O trabalho pelo qual são remunerados, inclusive. O trabalho consigo próprios. O trabalho com os irmãos. O trabalho diretamente com os vossos irmãos. O trabalho no vosso lar. Todo tipo de trabalho, se visto como um fardo, cria uma resistência contra a vida. Cria uma força contrária à vida.

O trabalho deve ser visto como o que ele é: um meio para a vossa elevação, para o vosso desenvolvimento. Se existem circunstâncias desconfortáveis, essa é a graça, porque são as circunstâncias que vos mostrarão o que precisa ser visto, desenvolvido, lapidado dentro de vós.

Agradeçam e vejam o vosso trabalho, principalmente o trabalho de lapidação interna, como o principal. Todos os outros trabalhos, inclusive o remunerado, nada mais são do que um meio para esse trabalho maior de lapidação interna, de despertar e construção de valores, construção da vossa base, da rocha interna que vos sustentará para o Alto.

Se aprenderem a ver o trabalho em todos os níveis — e principalmente o trabalho de lapidação interna — com o significado que verdadeiramente possui, de elevação, de ascensão, de união com o Alto, viverão uma vida mais leve, viverão em comunhão com a Vida, viverão em plenitude, viverão o que precisam viver, aprenderão o que precisam aprender, desenvolverão o que precisam desenvolver, com leveza, dançando com a Vida, amados. Não precisa ser um fardo.

A Vida sendo um fardo é uma decisão, amados. À medida que dissolverem a ignorância, pouco a pouco, entenderão essas palavras e perceberão que é possível, sim — e essa é a lei — viver a Vida em todos os níveis, com todas as circunstâncias, com toda a lapidação necessária, sim, em comunhão com ela, fluindo com ela; entendam como a vossa mente gosta de entender: em comunhão com a Vida, em plenitude com a Vida. Compreendem, amados?

Reflitam sobre as palavras de hoje, sabendo que vos amparamos, que vos cuidamos e jamais vos julgamos. Nós vos compreendemos, nós vos amparamos, nós repetiremos os ensinamentos quantas vezes forem necessárias, sim, queridos. Não desistimos, não rejeitamos absolutamente ninguém.

Observem o que a vossa mente diz, observem as conclusões que a vossa mente tira. Não há julgamentos, amados; há Amor, num sentido que em breve compreenderão. Vós sois extensão nossa, e nós somos uma extensão vossa. Estamos subindo juntos, amados. Estamos convosco, estamos convosco. Lembrem-se: estamos convosco.

Nós vos amamos profundamente.

Eu Sou Sananda.

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