Eu Sou Sanat Kumara.
Hoje irei começar o trabalho convosco. Boa noite, irmãos amados. Falo com os que aqui estão e falo com os que virão.
Temos assuntos importantes para hoje, queridos. Começaremos falando sobre a forma como veem o que chamam de vida. Começaremos trazendo pontos à vossa consciência que, no dia a dia, naturalmente, fogem de avaliar, de verificar. Falaremos sobre o ciclo da vida, falaremos sobre as vossas reações, com informações a respeito do que chamam de morte. Alguns de vós, nos últimos dias, tiveram reações assoberbadas, descontroladas, por assim dizer, a respeito do fim de vida de pessoas conhecidas em vosso meio.
Alguns de vós ainda se horrorizam com aquilo que chamam de morte, aprenderam a desenvolver pavor, aprenderam a desenvolver profundo medo, lamentam aquilo que chamam de morte como sendo algo desastroso. Eu vos garanto que não há algo mais desastroso do que uma vida mal vivida, do que uma vida mal aproveitada, amados, não a morte.
Lamentarem ou desesperarem pela morte é compreensível, sabendo que estão em um meio que incentiva pensamentos desse tipo. Mas nosso papel convosco é, aos poucos, trazer clareza sobre o assunto. No fundo, todos sabem o que significa aquilo que chamam de morte, mas observem como os vossos pensamentos se agitam, como as emoções se desregulam quando o assunto vem à tona.
Já dissemos a vós que tudo aquilo que traz sofrimento tem em si uma parcela de ignorância, por assim dizer, de desconhecimento. Isso não é dito para que minimizem os sofrimentos que existem na vida. Mas o que queremos ensinar, e que insistentemente repetimos, é que a forma de visão de uma determinada circunstância pode determinar quão sofrível pode ser determinada circunstância, ou quão poderosa e rica em aprendizado pode ser a mesma circunstância.
Ainda que vivam espanto, ou aquilo que chamam de dores, ainda que sintam tristeza, o sofrimento, como entendem, é proporcional à forma de visão, à cegueira, à ignorância. Isso não é um incentivo para que se desconectem da vida humana, para que se desconectem das experiências humanas, mas é para que, pouco a pouco, tenham clareza de quem são e onde estão. Aos poucos, quanto mais expandem a visão, mais perceberão aquilo que chamam de morte como uma preciosa passagem.
Não importa a vida que tenha acontecido, não importa as experiências que aquele Ser tenha vivido, a morte em si, queridos, é sempre uma importante passagem. Importante no sentido de crescimento, sim, importante no sentido de aprendizado. Para que a vossa mente compreenda, é mais fácil que associem às situações cotidianas: associem, portanto, a um determinado Ser em uma escola. Assim como, ao fim daquilo que chamam de ano letivo, por exemplo, não faz sentido, aos vossos olhos físicos, que um determinado ser não tenha uma passagem para o ano seguinte. Ainda que exista aquilo que chamam de “reprovação”, sempre é um aprendizado, sempre é uma oportunidade de crescimento, sempre é uma importante passagem, amados.
Se soubessem verdadeiramente o que significa aquilo que chamam de morte, essa passagem seria comemorada. Isso não significa que não haja saudade; a saudade pode ser, sim, muito elevada, amados. Isso não significa que não sintam emoções, mas eu vos garanto que não haverá sofrimento com aquilo que chamam de morte quando a vossa visão estiver amadurecida na Luz. Sentirão saudade quando entes queridos fizerem a sua passagem, como entendem, mas saberão o verdadeiro significado desse ritual.
A intensidade emocional cada um de vós deve avaliar em si próprio, naquilo que diz respeito àquilo que chamam de morte. O medo, o pavor, o medo de perder um ente querido, o medo da própria morte, é o indicativo, para vós, do quanto precisam abrir os olhos, do quanto devem se dedicar ao aprendizado, de quão desconectados estão da Verdade, amados.
A morte de uma pessoa querida em vosso país, nos últimos dias, deixou em muitos de vós uma carga emocional, como compreendem, de dúvida, de medo, achando a vida injusta, cruel. Queridos, queremos, com nosso apoio periódico, que, aos poucos, abram os olhos. Não conseguirão abrir os olhos se ocupam os pensamentos com caminhos errados, com julgamentos errados. Se buscarem verdadeiramente o conhecimento, se buscarem verdadeiramente o caminho da Verdade, se se abrirem verdadeiramente à Sabedoria, à Verdade, esses pensamentos danosos se dissiparão, pouco a pouco.
Tenham atenção ao que buscam, ao que leem, ao que buscam ouvir. Observem se exercitam o vosso poderoso instrumento, que chamam de mente, para discernir aquilo de que se alimentam — ou se simplesmente usam, de forma perigosa, esse poderoso instrumento como uma bacia de lixo. Se abastecem esse poderoso instrumento de forma perigosa, como uma bacia de lixo, não podem esperar que esse poderoso instrumento distribua flores. Se abastecem a si próprios de alimentos estragados, se não possuem o discernimento, o cuidado, o autoamor de avaliar bem as informações que buscam, as conversas que alimentam, não podem esperar ser contribuições elevadas e positivas para si próprios e para o mundo.
Procurem ter responsabilidade com quem são, com o que fazem, com o que fazem com o mundo à vossa volta. Se alimentam a vossa própria mente de lixo, o que esperam distribuir? Como esperam que a vossa própria mente vos direcione? Não esperem que fique impune, não esperem que não haja consequências. E, quando falo de consequências, não falo de punições externas; não se trata de serem punidos, trata-se de punirem a si próprios. Percebam que são responsáveis por si próprios. Encarem aquilo que chamam de encarnação — a preciosa e riquíssima oportunidade que cada um de vós possui neste momento, no corpo em que estão — para serem verdadeiramente vigilantes, aprendizes dedicados.
Irmãos amados, na associação da vossa vida na Terra a uma escola, imaginem um valioso, um dedicado, um responsável estudante: há momentos de estudo, há momentos de foco, há momentos de determinação, de persistência, de esforço; há momentos de lazer, há momentos de conversa, há momentos de diversão, há momentos de responsabilidade — responsabilidade no sentido de esforço. Encarem a vossa vida com a devida responsabilidade, e isso inclui a responsabilidade, principalmente, com esse poderoso instrumento que possuem, chamado mente. A vossa mente não é vossa inimiga. A vossa mente é, sim, um poderoso instrumento, que pode se tornar perigoso se negligenciado, se mal aproveitado.
Irmãos amados, especialmente no dia de hoje, peço que reflitam, nesse momento e nos próximos dias, onde está fundamentado o vosso caminho, onde ancoram as vossas escolhas, onde ancoram as vossas decisões. Não se trata de direcioná-los ou induzi-los a uma escolha ou a outra escolha. O que importa, verdadeiramente, para cada um de vós, é por que escolhem o que escolhem. Por que escolhem o que escolhem?
A provocação na pergunta é para que reflitam, é para que percebam, em si próprios, o quanto são inconscientes de si próprios, o quanto são inconscientes das motivações internas que vos guiam. E eu vos garanto que todos, em algum nível, possuem essa inconsciência que vos falo, porque este é o vosso papel nesse amado espaço chamado Terra: é expandir a consciência e, portanto, é trazer clareza, é colocar uma lanterna naquilo que está inconsciente, que está oculto, que é difícil de ver.
A provocação é para que percebam quanto de orgulho há nas vossas escolhas, quanto de competição há nas vossas escolhas, quanto de soberba há nas vossas escolhas. E isso, amados, na vossa jornada, vale mais do que a escolha em si. Façam a análise individual, interna: quanto do que escolhem, quanto do que fazem, fazem por uma base forte interna, fazem porque conhecem bem de si próprios, fazem com intenções elevadas, ou fazem por comparação, por orgulho.
Essa análise e a honesta verificação, eu vos garanto que enriquecerá muito mais o vosso aprendizado. Percebam as vossas emoções, percebam genuinamente, honestamente, com muita Força e coragem, por que querem o que querem, que resultados querem na vida e por que os querem, o que baliza as vossas intenções. Isso mostra muito mais sobre o caminho que estão construindo para si próprios. Isso mostra o que precisam aprender.
Aqueles que se preocupam com aqueles que partem, aqueles que se preocupam com aqueles que morrem — e eu reforço a palavra para que naturalizem — eu vos garanto que, independente do estágio em que se encontrem, independente da escola futura, como entendem, independente do resultado (se passaram de ano ou não, como compreendem), independente das notas finais, como vossa mente possa compreender, é sempre um estágio de oportunidade melhor. Porque mesmo aqueles que, decididamente, precisem fazer o que chamariam de “repetir de ano”, farão essa repetição por escolha consciente, com uma bagagem mais abastecida, com olhar diferenciado. Sempre é uma oportunidade mais elevada, compatível às escolhas de cada ser, compatível à necessidade de aprendizagem de cada ser.
Portanto, evitem preocupar-se, e procurem utilizar esse instrumento poderoso, chamado mente, para aproveitar o “ano letivo”. Com o dia de hoje, aproveitem as lições, aproveitem os professores, aproveitem as situações diversas, aproveitem as alegrias, aproveitem os intervalos, aproveitem as amizades, aproveitem as relações. Aproveitem, amados. Essa jornada é preciosa, queridos.
Venho lembrá-los: cada um de vós comemorou essa riquíssima oportunidade. Aproveitem o recado para que tenham clareza, pouco a pouco. Guardem as sementes, e, no tempo adequado de cada um, cada uma frutificará. Não se apressem nos entendimentos, mas deem um passo atrás do outro. Não se forcem nos entendimentos, mas não desistam da busca, não paralisem.
Irmãos amados, por fim, quero deixar um último recado, para que não criem dependência com nenhum tipo de força externa. Não devem cessar de buscar o Criador dentro de vós, e é importante que exercitem essa busca dentro de vós. Se utilizem, se assim quiserem, de um ambiente adequado, de um templo, sim, se preferirem, mas é importante que exercitem a busca, a conexão com a Consciência Suprema dentro de vós.
Quando me refiro a não criarem dependência com forças externas, me refiro a mim, por exemplo, ou aos amigos Mestres, como chamam, mentores, como chamam, guias, como chamam. Tenham a nós como amigos, tenham a nós como suporte, sim, mas tenham atenção para não criar dependência. É importante que reconheçam a si próprios como filhos de quem são, como cópias do próprio Criador em ação.
É importante que exercitem o reconhecimento de si próprios, e isso não se trata de alimentar orgulho, arrogância ou distância, ao contrário. Se buscarem genuinamente a Consciência Suprema dentro de vós, naturalmente, pouco a pouco, o orgulho se dissolve, as comparações se dissolvem. Pouco a pouco. É um exercício. Busquem a Divina Luz, tenham a nós como amigos, como companheiros de jornada, como suporte, sim, como amigos que podem vos dar as mãos quando precisarem, mas não se subjuguem, não se espantem com a nossa presença, não se impressionem com o que há no Alto.
Valorizem-se, expandam a vossa própria Luz, reconheçam a vossa própria Luz. É reconhecendo a vossa própria Luz que qualquer detalhe que vos afaste do vosso Ser maior será elevado e dissolvido. Qualquer detalhe que precise ser ajustado será naturalmente ajustado. É por isso que estão na escola em que estão: para fazer os ajustes que precisam. E não há escola melhor, queridos.
Me despeço de vós, com Amor e honra a todos vós.
Eu Sou Sanat Kumara.
(…)
Eu Sou Arcanjo Metatron.
Olá, irmãos amados, eu vos saúdo. Vim cumprimentá-los, vim deixar o registro de que permaneço convosco, de que vos ajudo diretamente na organização, de que vos ajudo diretamente nas mudanças de que precisam, de que vos ajudo diretamente na organização das situações do vosso dia a dia.
Vim aqui deixar o registro de que contem com o meu apoio no vosso trabalho ordinário, de que contem com o meu apoio na criação dos vossos filhos, de que contem com o meu apoio nas organizações diversas do vosso dia a dia.
Contem, especialmente, com o meu apoio para ajudá-los na educação do vosso campo mental. Contem, especialmente, com o meu apoio para a limpeza e a arrumação do vosso campo mental. Contem com o meu apoio, amigos amados. Contem comigo como vosso amigo. Contem comigo.
Eu vos amo.
Eu Sou Arcanjo Metatron.
(…)
Eu Sou Sananda.
Boa noite, queridos. Faço o pedido para que estudem os ensinamentos, cada um à sua forma. Já foi dito que utilizem papel e lápis. Exercitem ensinar a si próprios, com as vossas próprias palavras, tudo o que é dito nos nossos encontros.
Exercitem ouvir e repetir as palavras para si próprios, com as vossas próprias palavras, com o vosso próprio vocabulário. Exercitem fazer as leituras como preferirem, repetindo as palavras para si próprios, com o vosso próprio entendimento. Exercitem utilizar o vosso campo mental de forma sábia.
Ao fazerem esse exercício, como dedicados estudantes, treinarão o vosso campo mental a ter um olhar aguçado sobre a própria vida, sobre a própria conduta, sobre os próprios passos. Exercitem rever o material que passamos, cuidadosamente preparado, repetindo os ensinamentos conforme o próprio entendimento.
Estaremos juntos, vos ajudando a refletir, a processar, a repetir com discernimento, a exercitarem o discernimento. É um exercício. A Sabedoria deve ser exercitada, amados. É alcançada com exercício.
Aprenderão, pouco a pouco, a ver a Vida como uma rica oportunidade de aprendizado. E esse aprendizado é leve. Aprenderão a viver profundamente, sentindo a Vida, fluindo com a Vida, experimentando a Vida, como um verdadeiro mestre, como uma verdadeira mestre.
Lembrem-se, ainda, de que, antes da identidade a que se associam, que se vinculam, que veem no espelho, são partes divinas em ação, são partes divinas em aprendizado. Não possuem esse nome, esse corpo, esse gênero. Não possuem o status que, porventura, possuam. Não possuem os bens materiais que tanto valorizam e aos quais se apegam.
Mais importante que tudo isso, eu vos garanto, é a vossa real identidade, que perceberão, conhecerão, quanto mais Sabedoria adquirirem. Exercitem refletir sobre os conhecimentos que passamos nessas orientações periódicas, com o vosso próprio vocabulário, com o vosso próprio conhecimento, com as ferramentas que possuem, com o terreno que possuem.
Façam esse exercício de jardinagem. Não simplesmente recebam as sementes e as joguem. Zelem, cuidem, exercitem. Eu vos garanto que, muito além do conhecimento embutido nas informações passadas, está o exercício de análise, de cuidado, de aprofundamento na própria vida.
Vejam esse trabalho consigo próprios com Amor, como um momento de lazer consigo próprios. Experimentem, treinem a vossa visão para sentir gosto naquilo que vos eleva, naquilo que vos transcende, naquilo que vos transforma.
Irmãos amados, contem conosco.
Aproximem-se do Divino Pai.
Eu vos amo, queridos.
Eu Sou Sananda.