(observação: assistam esse vídeo pelo Youtube; na legenda tem o link para a continuação, com a mensagem do mestre Sananda)
Eu Sou Zadkiel.
Sou um dos amigos que trabalha em prol do vosso desenvolvimento.
Sou um dos amigos que trabalha para aqueles que buscam, para aqueles que se abrem, para aqueles que querem ajuda. Não importa que saibam ou que conheçam a mim pelo nome. Tampouco importa que saibam que eu sou um dos operários a cuidar de vós.
Sou um dos operários a ajudá-los na vossa grande obra interna. Sou um dos operários a ajudá-los a cuidar da maior obra, da grande obra, missão de cada um: cuidar do vosso campo interno, desenvolver os corpos inferiores que utilizam para viver nesse planeta.
Os corpos inferiores a que me refiro, queridos, são inferiores em relação à “localização”, não à qualidade — inferiores no sentido de os utilizarem na Terra. Me refiro ao corpo físico, ao corpo mental, ao corpo emocional, ao corpo espiritual, e a tantos corpos que utilizam, que se combinam para que vivam em um campo preparado para a vida na Terra.
Sirvo com honra, com louvor, com profundo Amor a todos vós. Todos vós são os mestres de obras, a quem servimos com reverência, com honra, com zelo, com dedicação.
Faço parte do grupo que vos ajuda a transmutar. Transmutar lixo em beleza. Transmutar desordem em ordem. O lixo a que me refiro nesse nosso momento, queridos, é toda a energia densa, acumulada, que carregam, que guardam. Alguns percebem, outros não percebem. E o nosso trabalho convosco, além de ajudá-los na limpeza, é ajudá-los a reparar, a observar, a identificar.
A limpeza a que nos referimos é de tudo aquilo que não serve ao vosso novo momento. É tudo o que não serve à vossa evolução. É tudo o que não precisam carregar nos degraus acima. A todo momento, em vossas vidas, há transformações a serem feitas.
Todos sabem, neste momento, que não estão onde estão para se estagnarem, para se acomodarem. Isso não significa dizer que precisam estar em constantes transformações. Isso não significa dizer que as transformações são turbulências. Isso não significa dizer que precisam estar em desconfortos a todo momento. Isso significa, queridos, que faz parte da trajetória humana, que faz parte da vida que escolheram, momentos de transformação, momentos de subir degraus.
Há momentos de planície e há momentos de montanha. Há momentos de conforto e extremo conforto, e há momentos de arregaçar as mangas e fazer grandes faxinas. Há momentos de curtir a casa nova e há momentos de mudanças. Eu vos ajudo a manter a casa em ordem, e vos ajudo mais ainda nas grandes mudanças, nas grandes faxinas, nas grandes transformações.
As organizações do dia a dia também são pequenas transformações, queridos. Cada situação da vossa vida vos ajuda a moldar a vossa alma, vos ajuda a construir, a reformar, a transformar o vosso campo interno. O maior objetivo de vossas vidas é a construção do caráter, é a maturidade, é a construção dessa maturidade.
Todos os vossos corpos, a que chamei inicialmente de corpos inferiores, necessitam de evolução, de desenvolvimento, de amadurecimento, necessitam de transformação. A referência com a vossa casa externa, com o vosso lar, é válida e adequada para a construção da vossa casa interna. O zelo que precisam ter com a vossa casa, com o vosso lar, é o mesmo zelo que precisam ter com a vossa casa interna.
Faço parte do grupo que transmuta sombra em Luz. Faço parte do grupo que vos ajuda a ter clareza para colocar ordem em vossas vidas. Sou um operário experiente e dedicado, e sirvo a vós com diligência e com frequência. Não importa que nos conheçam. Vim me apresentar a vós mais uma vez para registrar minha presença convosco. Represento todo o grupo que alguns conhecem como o grupo da Chama Violeta.
Queridos irmãos, além de registrar minha presença convosco, vim lembrá-los da missão maior de todos vós, de ter atenção, de vigiar, de aproveitar a vida com maestria. Vim lembrá-los que só é possível aproveitar a vida com maestria, com profundidade, se se dedicarem ao vosso desenvolvimento. Vosso desenvolvimento é a resolução de tudo o que vos afasta da imagem suprema do Pai.
Tenham como referência, como excelente exemplo, os ensinamentos do Mestre Jesus, como carinhosamente o conhecem. Conheçam em si próprios tudo aquilo que vos afasta dessa elevada referência. Conheçam vossas partes que precisam de cuidado, de amadurecimento.
Conheçam as vossas partes que vos estagnam, que vos atrapalham, que vos impedem de ter uma vida verdadeiramente elevada, profunda, bem-aventurada. Conheçam o que chamam de pecado, conheçam o que chamam de sombras, conheçam o que chamam de dores, conheçam o que chamam de diversos nomes. Não importa o nome: conheçam tudo aquilo que sabem que vos afasta da elevação.
Tenham como meta principal a vossa ascensão. A vossa ascensão não vos afasta da Vida; ao contrário, vos aproxima da Vida. Vos aproxima da Vida elevada, da Vida profunda, de uma Vida plenamente bem-vivida, de tudo o que pode oferecer essa sagrada experiência nesse divino planeta.
Dissolvam a crença de que uma vida elevada é uma vida sem sabor. É uma vida abnegada, sim, queridos: pois, para viver uma vida profunda, é preciso, sim, a abnegação, a rendição — a rendição de desejos egoístas, a rendição do controle apegado. Entendam os desejos egoístas, ou o controle apegado, como o oposto da fé. A fé representa a total fluidez com a Vida, representa a total comunhão com a Vida.
Saibam discernir controle de responsabilidade. Saibam discernir o que cabe a vós, como responsáveis pela própria vida, e o que cabe à Ordem Divina, o que cabe à vontade. O que cabe à Ordem Divina não vos corresponde, queridos. Cabe a vós abrir-vos em total e plena confiança à Ordem Divina.
Mas saibam, sim, discernir o que é de vossa responsabilidade e, mais ainda, saibam usar todas as ferramentas que possuem — ou saibam buscar todas as ferramentas que precisam — para cumprir as vossas responsabilidades com maestria. A vossa maior missão é tornar-se mestre, é ascender, queridos. É viver plenamente tudo o que São. É conhecer inteiramente o vosso Ser. É retirar de si as ervas daninhas.
É um trabalho continuado, queridos, que não se faz com pouco esforço. Não confundam esforço com sofrimento. O esforço na vigilância, o esforço nas pequenas atitudes de correção, de ajuste. Aprendam a regular vosso caráter. Aprendam a regular vossa maturidade. Aprendam a discernir em que nível estão em termos de evolução.
Saberão fazer isso com a referência certa. Por isso é sugerido a vós que olhem para o Alto e usem como referência a vida do Mestre que encarnou para vos ajudar. A missão do Mestre Sananda, encarnado na Terra, é muito mais elevada do que foi ensinado, do que possa ser ensinado ao vosso campo mental.
Mas cabe a vós, no momento em que estão, saber que essa presença é a referência mais útil, mais adequada — considerando a realidade que vivem, considerando o contexto e a cultura que experimentam, é a referência mais próxima.
Naturalizem a presença desse mestre perto de vós. Naturalizem a presença de todos os mestres perto de vós. Há muitos. Há muito mais mestres participando, ajudando, contribuindo com a vossa evolução do que o vosso campo mental possa compreender.
Citamos o venerado Mestre Jesus, conhecido por vós, por ser a referência que conhecem e a mais adequada. Mas, sim, não comparem seres elevados, como entendem, nem se comparem, se diminuindo, se inferiorizando. Já foi dito a vós que naturalizem a nossa presença e nos vejam como vossos irmãos, verdadeiramente.
Perceberão que, no passo a passo da construção do vosso ser interno, naturalmente a vossa visão se igualará; não haverá necessidade de comparação, de competição. Perceberão, sim, naturalmente, uns aos outros como irmãos, e sentirão naturalmente a vontade de contribuir com a ascensão, com o desenvolvimento de todos os vossos irmãos. Não verão exceções.
Isso será natural à medida que avancem. Dediquem-se ao estudo de si próprios. Aos que consideram isso ainda um esforço, no sentido de fardo, de peso, de dificuldade, eu vos peço que encarem a vossa missão com Amor.
Somente é possível viver essa trajetória da ascensão com profundo Amor. Profundo Amor por si próprios. Ao desenvolverem Amor por si próprios — o verdadeiro Amor por si próprios — não quererão nada com vontade maior do que a vossa elevação. E perceberão que querer a vossa evolução, querer a vossa elevação, vai significar naturalmente querer a evolução, a elevação, a ascensão de todos os vossos irmãos.
As vontades egoístas são naturais da trajetória humana, mas elas se dissipam à medida que o discípulo se dedica à subida da montanha, à medida que se dedica a buscar a Luz, à medida que se dedica a buscar verdadeiramente a Deus.
O buscar a Deus a que me refiro, queridos, não significa um contato diário com o Divino Pai para se manterem onde estão. O buscar a Deus a que me refiro significa o buscar verdadeiramente, o subir a montanha, o querer elevar-se, o querer se unir verdadeiramente ao Pai. Só conseguirão cumprir essa trajetória quando souberem que essa é a vossa trajetória, quando tirarem os véus e perceberem que essa, sim, é A vontade, é A busca de toda a alma.
Quando a alma se inquieta para entender o que veio fazer, como dizem, quando a inquietação chega, é motivo de comemoração, queridos. É a porta se abrindo! São os véus se dissolvendo, é a busca se intensificando.
Todo buscador, ainda que não saiba inicialmente, na jornada, o que busca, encontrará a clareza no caminho, encontrará pelo caminho as ferramentas que precisa. E as ferramentas podem ser as pessoas que encontram no caminho, podem chegar através das pessoas que encontram no caminho, podem ser encontradas no trabalho, na família, nas situações diversas do dia a dia. Nada vos acontece à toa, queridos.
Abram os corações para receber, para sentir, para perceber. Estejam em comunhão com a Vida, e perceberão que a Vida se comunica convosco, que nós nos comunicamos convosco a todo momento. Basta que queiram, basta que permitam, basta que intencionem.
Eu Sou Zadkiel. Eu vos amo profundamente.
(…)
Eu Sou Arcanjo Metatron.
Olá, amados amigos. Eu Sou Arcanjo Metatron. Vim saudá-los e ajudá-los a dar um passo a mais nos nossos estudos semanais.
Perceberão que, durante todo este ano – como já explicado a vós, um ano oportuno para profundas transformações — voltaremos seguidas vezes para ajudá-los a perseverar no intento de transformar as vossas vidas.
Cada um saberá a transformação que precisa ser feita. Para alguns, grandes transformações, transformações na vida material como um todo. Entendam vida material no sentido de vida física. A vida material pode ser a vida no trabalho, o lugar onde moram; pode ser, sim, afastamentos de pessoas ou aproximação de pessoas.
Para alguns, podem ser grandes transformações na vida material, na vida física. Para outros, grandes transformações na vida interior, ou transformações imperceptíveis aos vossos olhos, mas eu vos garanto que todo aquele que busca — e entendam, nesse momento, todo aquele que busca, todo aquele que tem curiosidade, como entendem, todo aquele que busca na superfície ou busca na profundidade — todos esses terão algum nível de transformação na vida durante esse ano.
Todas as transformações, nesse sentido, são elevadas, ainda que para alguns possam ser transformações dolorosas, para outros transformações desconfortáveis, para outros grandes turbulências, para outros transformações imperceptíveis. Mas eu vos garanto que há, sim, uma grande transformação sendo feita nos vossos campos, nesse momento em que se encontram na Terra.
Sim, queridos: para alguns de vossos irmãos, dependendo do nível de jornada em que estão, dependendo do plano feito para o desenvolvimento nesse momento, a transformação pode parecer minúscula. Para alguns de vossos irmãos, viver na Terra nesse momento pode significar, sim, grande sofrimento.
A Luz que chega à Terra nesse momento, nesse período em que vivem, é muito intensa, muito forte, se comparada a todos os éons de Terra, se comparada a todo o tempo de vida que a Terra tem. Compreendam: a vossa amada Terra nunca recebeu tanta Luz como é capaz de receber nesse momento.
A entrada da Luz faz com que tudo seja visto, e a retirada de véus, queridos, muitas vezes é desconfortável, é dolorosa. Nossa principal ajuda convosco é ajudá-los a ver o que precisa ser visto, a encarar o que precisa ser encarado, sem sofrimento. Com dor, se necessário, mas o sofrimento, lembrem-se, se associa à ignorância. Entendam a ignorância como falta de conhecimento.
Nosso principal objetivo, com os ensinamentos que passamos, é ajudá-los a ter conhecimento, para dissiparem a ignorância e viverem o que precisam viver com visão madura, com visão determinada, sabendo onde estão e onde pretendem chegar. Vossa maior missão, já sabem, é a vossa lapidação interna, porque, naturalmente, com a lapidação interna, tudo mais lhes será dado por acréscimo.
É com a verdadeira, genuína, honesta, profunda lapidação interna que desenvolverão o Amor profundo, que encontrarão o Divino Pai dentro de vós, que conhecerão a unidade, que vencerão todas as ervas daninhas que citamos. É importante lembrá-los que aquilo que chamam de pecado, que chamamos de ervas daninhas, que podem conhecer como dores da alma, sombras e tantos nomes, não são negativos, queridos, mas são, sim, obstáculos a serem transcendidos.
Assim como um rio contém pedras, contém obstáculos que criam resistência à fluidez da água, assim são as ervas daninhas. Assim como veem as pedras, os obstáculos do rio, como algo natural, vejam também as ervas daninhas das vossas vidas, os obstáculos das vossas vidas, como algo natural também — mas necessário à vossa evolução, necessário à vossa transcendência, necessário ao vosso crescimento. Não foram feitos para viverem estagnados. Todos possuem as condições necessárias para vencerem os obstáculos que aparecem em vossas vidas.
Reconheçam os obstáculos — e isso já fazem. Alguns reconhecem os obstáculos, mas não reconhecem as fortalezas que possuem para transpassá-los. Cuidado para não reconhecerem os obstáculos e ficarem obcecados por eles nas vossas existências.
Alguns de vós aprenderam a criar obsessões, ou que chamam de vitimismo. Não criem paixões pelos vossos obstáculos. Vejam os vossos obstáculos como oportunidades de crescimento, como oportunidades de aprenderem sobre si próprios, como oportunidades de reconhecerem em si próprios as ferramentas que precisam utilizar, desenvolver.
É assim que a vossa força é conhecida. Se a vossa vida não tivesse nenhuma resistência, como saberiam de que são feitos? Compreendem, queridos? Não peçam ao Divino Pai vida fácil. Peçam, sim, ao Divino Pai, para conhecer todas as vossas ferramentas, para conhecer a vossa Fortaleza, para desenvolver a vossa Fortaleza.
Isso não significa que serão sádicos, que devem querer vida difícil, vida dura. Não se trata disso, queridos. Trata-se de que a vida é naturalmente pedagógica, e naturalmente aparecerão em vossas vidas situações para desenvolverem, reconhecerem, identificarem, utilizarem as vossas ferramentas internas, reconhecerem a vossa força interna. E entendam a vossa força interna como algo particular de cada um. Não comparem vossas forças, vossas ferramentas. Não comparem obstáculos.
Cada um vive a sua jornada. Cada um tem a vida que precisa. E acreditem: cada um tem exatamente a certa medida para aprenderem o que precisam aprender.
Atentem-se a não se obcecarem, a não criarem paixões com os obstáculos que aparecem em vossas vidas. Isso significa, queridos, que muitos de vós alimentam pensamentos danosos, dando voz, dando força aos obstáculos, em vez de desenvolverem a própria força para transcender os obstáculos. Compreendem, queridos?
Atentem-se aos pensamentos danosos: muitos de vós criam problemas que não existem. Eduquem as vossas mentes. Quando digo que criam paixões por sofrimentos, é a isso que me refiro, queridos.
Vejam os obstáculos como o que realmente são. Conheçam a exata medida para usarem as ferramentas adequadas, para não usarem em demasia, para não usarem uma força desnecessária, mas também para não recuarem, para não se sentirem pequenos diante dos obstáculos que aparecem. Nunca são pequenos em relação aos obstáculos, queridos.
Nenhuma situação tida como difícil aparece em vossa vida que não possa ser transpassada por vós. Cuidado para não se perderem nas obsessões criadas por vossas mentes. Percebam que só conseguirão cumprir a missão maior de vossas vidas — de se desenvolver, de se elevar, de ascender — se conseguirem dominar as vossas mentes.
A mente não é negativa, queridos. O campo mental é um precioso instrumento. É dito que é preciso dominá-la da mesma forma que se educa uma criança. Uma criança não é negativa; ao contrário. Mas uma criança sem a adequada educação, não desenvolve o discernimento que precisa e pode se tornar um veículo sem freio, desregulado. Compreendem, queridos?
Grande parte da missão maior passa pela educação da vossa mente. Para conseguir esse domínio pleno, para conseguir executar essa educação com maestria, é preciso que conheçam, é preciso que se observem, é preciso essa dedicação com a auto-observação. É preciso, mais do que tudo, a vontade firme no coração de se elevar, de se educar, de se autotransformar.
Mais uma vez, é preciso que lembrem de não olhar para vosso interior com julgamento, queridos. Não criem culpa. Criar culpa significa retirar uma erva daninha e plantar dez. Olhem para si próprios com maturidade, com muita coragem, com muita força e com muito Amor, para não criarem culpas e entrarem em labirintos difíceis de sair, queridos.
Faz parte da natureza humana terem fraquezas, e faz parte do objetivo de todo ser humano conhecer essas fraquezas para desenvolver as forças. Não conseguiriam, e não conseguirão, desenvolver as forças que precisam, as virtudes que precisam, se não existissem as fraquezas. Compreendem, queridos?
Usem as fraquezas como trampolins de vossa transformação. Elas existem, e elas estão em cada um de vós. Queiram identificar as vossas fraquezas. O que mais vos impede de reconhecer as vossas fraquezas é a vaidade, amados.
Essa é a maior e mais difícil fraqueza a ser combatida. Uma vaidade elevada impede, evita, vos protege equivocadamente de conhecer as fraquezas que possuem. Portanto, é dito que a vaidade é a primeira fraqueza a ser combatida. E é sim, amados, a mais difícil de ser identificada.
Não fujam de si próprios. Não fujam de quem São. Não fujam das vossas fraquezas.
Viver é sublime, queridos. Viver é um precioso presente, amados. Lembrem-se.
Eu Sou Arcanjo Metatron. Eu vos amo profundamente. Eu estou sempre convosco, sim. Estamos todos, queridos. Basta um coração sedento, e estamos próximos.
Eu vos amo, queridos.
Eu Sou Arcanjo Metatron.
(…)
Eu Sou Sananda.
Vim saudá-los, irmãos queridos. Vim saudá-las, preciosas irmãs. Vim registrar minha presença convosco e lembrá-los que não estamos somente nesse momento da mensagem, mas percebam que a forma como entendem tempo e espaço é adaptada para que o vosso campo mental compreenda. Estamos convosco a todo o tempo.
Vim comentar convosco sobre assuntos de merecimento. Esse assunto nem deveria estar no vosso vocabulário, tratando-se de vida humana. Não deveria ser uma questão a ser avaliada, a ser analisada, e tampouco a ser explicada.
Todos vós, em algum nível, se avaliam, se comparam com os demais ou se comparam com referências elevadas e se sentem inferiores. Vosso campo mental aprendeu a categorizar: alto, baixo, elevado, inferior, bom, mau. Usamos esses termos para falar convosco porque é o vocabulário que utilizam, assim como, no vosso vocabulário, precisam discernir o gênero masculino e o feminino. Precisamos usar as polaridades porque as utilizam em vossos vocabulários, e é uma forma de nos comunicarmos conforme o vosso campo mental compreende, aceita, digere melhor.
A palavra merecimento não deveria ser um critério de análise de si próprio, queridos. E o meu recado para hoje — e não poderia deixar de registrar — é que lembrem dessa mensagem quando perceberem que se avaliam como merecedores ou não merecedores de ajuda Divina, de nossa ajuda.
Todos são merecedores, queridos. O olhar de julgamento é específico da condição humana. Não há olhar de julgamento, não há olhar de separação, não há esse tipo de olhar, de visão, de análise, como acham que temos em relação a vós.
Nos vemos como partes de vós. Falamos o termo “vós” para facilitar a nossa comunicação, mas fazemos parte do mesmo grupo. Somos partes de vós, e vós também são partes de nós. Não nos vemos separados. O pedido é para que não se avaliem mais como merecedores ou não merecedores.
O merecimento, como entendem, é um fato que não tem uma gradação e não deve ter uma polaridade.
Todos são merecedores de ajuda, de apoio. Aquilo que aprendem como “não merecimento” vos afasta da Luz, vos afasta do vosso objetivo. Entender que são “não merecedores”, como alguns entendem, energeticamente falando para que vossa mente compreenda, é como fechar a porta para nós, é como fechar a porta para a ajuda. Compreendem?
Por isso é importante o reforço para que eduquem a vossa mente para aceitarem, para se sentirem merecedores. Merecedores já são, queridos, mas precisam sentir, acreditar e validar esse merecimento. Retirem esse critério. Esse critério não cabe para vós, queridos. Todos são merecedores.
Tampouco julguem vossos irmãos como merecedores ou não merecedores. Essa separação não existe, queridos. Ver-se como não merecedor significa, como dizer ao Pai, à vida, ao universo, a nós, como entendem: “não quero ajuda, não posso alcançá-la, não estou disponível”. Compreendem, queridos?
Portanto, lembrem, internalizem, validem no vosso coração: “Eu Sou merecedor”. Repitam para si próprios, até que se dissolva qualquer crença contrária a essa verdade. Reconhecer-se como merecedor, como compreendem, significa reconhecer-se como filho, sim, da Consciência Suprema, do Divino Pai, de Deus. Reconheçam e aceitem o Amor do Divino Pai, a ajuda do Divino Pai. Aceitem o Pai. Aceitem esse merecimento.
Eu vos amo, queridos.
Eu vos amo.
Eu estou sempre convosco, sim.
Eu Sou Sananda.