08/02/2026

Eu sou Djwhal Khul.

Podem me chamar de Djwhal.

Aos que não me conhecem, sirvo à Terra, especialmente neste momento. A essa altura já sabem que não nos referimos a tempo como vossa mente conhece e tem costume. Quando digo que sirvo à Terra neste momento, me refiro à fase que iniciou há algumas décadas e continuará por mais algumas, já em fase final.

Sirvo à Terra com profundo amor e dedicada atenção. Vim trazer-lhes algumas orientações em continuação aos ensinamentos já iniciados. Tratarei sobre a vossa amada Terra mais especificamente sobre o processo de autotransformação que cabe a vós viver neste momento.

Inicialmente, pedirei especial atenção à forma como veem a Terra. Em ver a Terra como um ser vivo, consciente, pulsante. Procurem ver a Terra como uma energia viva. Procurem ver a Terra como um Ser a ser amado. E ao exercitarem esse amor à Terra, esse vínculo vos fortalecerá e vos ajudará, não só pela comunhão com esse Ser que vos cuida, vos ampara, e contribui com a vossa evolução, mas também pela vossa própria autotransformação.

Procurem reconhecer o vínculo que possuem com a amada Gaia. Ao despertarem esse amor despertarão também a consciência de quem são e do que fazem neste planeta, neste momento.

Queridos, tanto a amada Gaia quanto todas as partículas estelares neste universo, que conhecem e nos que ainda não conhecem, são seres vivos. Não são os seres vivos como a vossa ciência vê e ensina, mas são seres vivos energeticamente falando, assim como são vós. Quando cuidam de si próprios, cuidam de toda Gaia.

Assim como devem despertar a vossa consciência, desenvolvendo o amor por todos os irmãos aqui presentes na vossa convivência., também devem desenvolver esse amor por Gaia. Amor que já possuem, mas não reconhecem, não lembram. Traga a vossa consciência o reconhecimento desse Ser que vos ampara e cujo vínculo é maior do que pode ser explicado em palavras. Dito isso, não se portem com indiferença ao que acontece em Gaia.

Não se portem com indiferença ao que acontece nas vossas redondezas. Não se portem com indiferença com o que acontece no mundo, como veem. Ao dizer isso, não estou a ensinar que tomem partido, que se vinculem a más notícias. Ensino que essa é uma oportunidade de se vincular em Gaia com consciência e despertarem o amor por essa Terra que vos ampara e vos cuida. É uma preciosa oportunidade, maior do que consigo expressar em palavras do vosso vocabulário. Não devem se vincular a Gaia e ao que acontece em sua superfície com o campo emocional imaturo. Ou seja, tomar conhecimento não significa sofrer por Gaia.

Empatia com maturidade significa tomar conhecimento e se importar, querer contribuir com o emocional bem desenvolvido, fortalecido. Fato que só é possível com uma consciência desenvolvida. Aqueles que não conseguem tomar conhecimento do que acontece em Gaia com o emocional amadurecido, sem se carregar de negatividades, é importante, portanto, que evite ver notícias que absorvem como “más notícias”. Evitem ver notícias que abalem o vosso emocional imaturo. Aprendam a cuidar de si próprios. Lembrem que possuem corpos inferiores, ou seja, corpos acoplados em Gaia que permitem para a encarnação, permitem que vivenciem a realidade da terceira e quarta dimensão vinculados a um corpo físico.

Aprendam a cuidar desse corpo físico, mas aprendam também a cuidar do campo espiritual, do campo emocional, do campo mental, do campo energético como um todo. Tenham consciência (desses corpos). Lembrando que ter consciência não é só ter conhecimento.

Muitos de vós sabem do que falo, mas mantém esse conhecimento na superfície. Vivam esse conhecimento. Tomem consciência.

Tomar consciência é diferente de ter conhecimento. Aqueles que tomam consciência do corpo físico que possuem, da importância que ele tem, sabem cuidar da alimentação, sabem cuidar do campo mental, sabem cuidar do campo emocional e do espiritual. Observam os pensamentos, observam os sentimentos e emoções, fazem a higiene de todos os corpos além do físico. Isso é ter consciência, queridos.

Observem que ter o conhecimento de assuntos energéticos, como muitos que me escutam têm, não vos garante a expansão de consciência que deveria ser o real objetivo da sua busca. O que fazem com o conhecimento que buscam? Observem que podem estar buscando o conhecimento para alimentar outras fugas e distrações. O conhecimento buscado para alimentar verdadeiramente a alma e atingir o objetivo do despertar da consciência que se dá pouco a pouco, passo a passo, é bem diferente de um conhecimento buscado para alimentar distrações e fugas, que nada difere de uma distração com as redes sociais, tão viciantes no momento, por exemplo.

Percebam, vigiem-se, observem as vossas intenções ao buscarem informações sobre a Terra, sobre o que acontece com a Terra. Lembrem que nada é injusto, nada acontece que não tenha uma raiz no bem, por mais torto e caótico que pareça aos vossos olhos físicos. Portanto, se ainda não conseguem ver noticiários com discernimento, sem alimentar vossos pensamentos e negatividades, sem alimentar emoções negativas, decidam não ver e amadureçam primeiramente.

Amadurecer, nesse sentido, significa: despertem a vossa consciência primeiramente e aí sim, poderão ter a sabedoria para conhecer, com filtros da Verdade, o que é noticiado sobre o que acontece em Gaia e no mundo a sua volta. Saberão se essa maturidade está adequada para acessar determinadas informações, quando as intenções estiverem profundamente calibradas, quando a intenção não é mera curiosidade, não é uma mera distração ou não é um subterfúgio para alimentar a negatividade que, porventura, tenham enraizadas em si próprias.

Quando a intenção for elevada, quando perceberem que a busca por informações tem intenções elevadas e um filtro do discernimento, quando observam os fatos com a consciência além do que o olho físico vê, aí sim podem optar por esse caminho. E como poderiam se importar com Gaia sem ver noticiários? Cuidando de si próprios.

Cuidem individualmente do vosso despertar, da vossa arrumação de casa interna. Queiram ser vasos de ancoramento de luz em Gaia, e eu vos garanto que estarão a ajudar mais do que ouvindo noticiários sem poder contribuir, ao contrário, alimentando uma imaturidade emocional, se for o caso.

Isso não significa que devem se manter ignorantes aos acontecimentos, mas é preciso discernimento para saber o quanto devem se informar.

É preciso mais ainda discernimento e honestidade para reconhecer o nível de maturidade emocional e espiritual para saber quão profundo ou quão raso deve ser o vosso conhecimento sobre determinados assuntos que acontecem ao redor do mundo.

Se algum assunto vos deixa chocados, perturbados, impressionados, significa que não têm a maturidade emocional e espiritual para lidar com o assunto. Porque um ser verdadeiramente desperto não se choca, não se perturba. Reconhece seu centro. Vê além do que os olhos e os sentidos percebem. Entendem, queridos?

Tenham responsabilidade com o que escutam, com o que procuram saber, com o que procuram ouvir, e, mais ainda, em como absorvem aquilo que está em vosso entorno. Se no vosso entorno está carregado de negatividades, lembrem que o vosso entorno espelha o seu interior, queridos. É bem simples assim.

O que precisa ser curado e olhado em vós? O quanto fogem de si próprios? Quão desconectado estão da realidade interna que vivem? Muitos que me escutam vivem alguma desconexão. Todos se distraem de alguma forma, uns muito mais, outros muito menos.

Observem qual é a vossa distração. E muitos, eu diria que a maioria, se iludem mais ainda quando essa distração é bem reputada, a exemplo de uma fuga com o trabalho, uma fuga com a dedicação excessiva a outras pessoas para não ter que encarar a si próprio.

Quantos de vós aguentam ou aguentariam a solidão da própria companhia? Quão mais difícil for isso, meus amados, mais significa que o foco da vossa visão, da vossa atenção, está para as distrações, para o externo, seja distração com afazeres, com ocupações, com trabalho, com preocupações com terceiros além do que lhe cabe, ou as mais óbvias como as redes sociais do momento, ou qualquer outra distração.

Anotem esses ensinamentos nos papéis de estudo que devem estar fazendo para a vossa autoinvestigação e autotransformação, tão pedida por nós nos últimos tempos.

Eu finalizo aqui a minha comunicação convosco por essa via. Sempre que recitarem com o coração aberto “A Grande Invocação”, estarei convosco. Essa oração, assim como o Pai nosso, vos conecta à Terra, vos conecta à vossa verdadeira missão. As orações são sempre uma força muito além do que os ouvidos compreendem. Eu estou convosco. Eu participo do grupo de apoio que vos ajuda, vos ampara.

É uma honra cuidar de vós.

Eu sou o Djwhal Khul.

(…)

Sananda aqui agora.

A todos que me escutam em qualquer momento, seja nesse dia e hora do vosso tempo ou nas que virão, tenham a certeza de que eu vos olho com profundo amor, que eu vos aprecio, que eu conheço a profundidade do seu coração com detalhes que vossa mente nem supõe. Sei quem são, onde estão e para onde vão. E aos que ainda se assustam e prendem-se nas amarras do controle: rendam-se, queridos.

Rendam-se à vida. Saber que são vistos, cuidados, amparados, guiados não deve ser motivo de autocobrança, de tensão, como se estivessem sendo vigiados, como alguns se comportam e temem. Há ainda muitas crenças religiosas aprendidas, quer tenham consciência ou não. Cada um de vós já viveu uma longa jornada em Gaia e alguns, inclusive, fora dela, porque não me escutariam se fossem “recém-criados”, se fossem almas bebês, por assim dizer.

Há ainda muitas crenças religiosas, dogmáticas ou como queiram chamar, ainda que de forma inconsciente, sem que percebam, ainda vos colocam em percepção de inferioridade em relação a mim e qualquer irmão que venha trazer ensinamentos por essa via. Eu vos garanto que nunca ensinei que sou superior a vós, nem o Pai, nem o Divino Pai é superior a vós.

Às amadas irmãs que me escutam: lembrem-se sempre que eu não me dirijo a gêneros. Me dirijo a quem verdadeiramente São: consciências encarnadas, muito além do gênero com que se identificam. E se o objetivo dos nossos encontros é ajudá-los no despertar da consciência, é importante que se lembrem disso: antes de qualquer identidade que tenham aprendido, enquanto encarnados, são consciências. Consciências! Assim como o Grande Pai é uma consciência e Eu Sou uma consciência, independente da origem ou do estágio evolutivo, somos todos consciências, cópias do Grande Ser, experimentando jornadas individuais, mas todos UM SÓ! Sei que é difícil para o vosso campo mental absorver tantas informações. Muitas vezes seremos repetitivos e isso será necessário. Nada do que é dito aqui é em vão ou aleatório, como entendem. Nenhuma repetição é em vão, é vã.

Na vossa vida cotidiana nenhuma situação acontece ao acaso. Se estiverem muito desconectados, não perceberão e poderão não aproveitar. Assim como em uma escola onde um jovem estudante pode passar um ano letivo inteiro desconectado, não aprender o que precisa e precisar repetir o ano, muitas vidas são vividas de forma superficial. É quando o Ser escolhe passar toda a encarnação desconectado, distraído, ainda que aos olhos externos tenham uma vida de “sucesso”, como essa vida é aprendida. “Sucesso”, como aprendem, pode ser ter uma boa profissão, pode ser ter um bom emprego, e normalmente, uma boa condição financeira. Assim aprenderam, mas é o estado interior, a conexão com a vida, que dita o verdadeiro Sucesso dessa etapa.

O jovem estudante pode, por exemplo, passar de ano, como se diz, atingindo uma nota, mas não ter aprendido o que precisava e se prejudicar no ano vindouro. O que eu quero dizer é que se atentem à desconexão que alimentam com as distrações. É doloroso, sim, encarar as situações desconfortáveis da vida.

Só se encara as situações desconfortáveis da vida, de forma sábia, encarando a si próprio primeiramente. Por que vivem o que vivem? Por que fogem como fogem? Que crenças ou definições aprenderam que fazem com que vivam uma vida superficial e fracassada internamente? Os que vivem a vida que não querem, o trabalho que não querem, a moradia que não querem, que aprenderam a alimentar uma definição de sucesso vazia e superficial, enquanto falo convosco não olhem para fora!

Vão lembrar de pessoas, e atentem-se se o vosso campo mental não está buscando fugas para que não olhem para si próprios. Quanto se assemelham a esse irmão ou a essa irmã que lembraram e acham que deveriam ouvir o que digo? E quanto a si mesmos? Quanto vós que me escuta precisa do que eu digo?

Eu sou o melhor amigo que podem ter, queridos. Se não me virem como desafiador ou provocador, se souberem aproveitar, talvez eu diga a vós o que precisa ser dito e jamais ouviriam dos amigos próximos. Atenção aos amigos que somente vos elogiam. Experimentem pedir feedbacks, como chamam, aos vossos amigos.

A “verdadeira verdade” é carregada de amor, sim. Quando a intenção é amar, a dureza se dissolve. É louvável que lembrem e distribuam os ensinamentos àqueles que lembraram com o coração e não com a mente julgadora, mas, antes, atentem-se a cada palavra, olhando-se no espelho! E eu vos garanto que poderão ajudar a esse irmão ou irmã que lembraram com o coração mais ainda, vivendo cada palavra com o exemplo da própria vida.

(…)

Eu Sou Sanat Kumara.

Vim registrar a minha presença convosco mais uma vez, não somente nesse momento.  Lembrem-se que somos todos um grupo único, com um objetivo comum. Independente do estágio em que se encontre, a caminhada é uma só. Todos rumam ao topo da montanha. Independente do estágio em que se encontre, o pico é único e todos chegarão no mesmo lugar. Não há atraso. A atenção que pedimos à desconexão, às distrações é para lembrá-los do caminho.

Não entendam como cobrança. A vigilância que é pedida é para ser feita com o mais profundo amor por si próprios, inicialmente. Cuidem de si próprios, do que escolhem, de como vivem, com amor que devotariam a uma criança que precisa de cuidados. Porque assim funciona o vosso campo mental, encoberto de véus.

Guardem cada ensinamento. Releiam com coração aberto. Atentem-se a qualquer tipo de autojulgamento que façam a si próprios. A autoavaliação que devem fazer é com coragem e honestidade, sim, mas a virtude mais necessária em cada passo que dão é o amor, sempre.

Amor, compaixão por si próprios, é diferente de julgamento, é diferente de um olhar punitivo que diminui, que separa, que rebaixa. A autoavaliação deve ser feita com o olhar amoroso que eleva, que avalia, que aprofunda, mas que acolhe principalmente, e falo isso como um dever a ser feito consigo mesmo.

Não me demorarei da comunicação, mas convosco estou sempre.

Eu sou Sanat Kumara.

(…)

Irmãos amados, preciosas irmãs, me despeço da nossa comunicação por hoje.

Fiquem na certeza de que estou sempre próximo e disponível.

Lembrem-se de quem são. Eu sou igual a vós.

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