Nós somos os Pleiadianos.
Irmãos amados, irmãs amadas, viemos saudá-los. Também fazemos parte do grupo que participa e vos orienta semanalmente através deste canal. Somos conhecidos de todos vós.
Embora, para alguns que nos escutam, nossa presença possa parecer estranha pelos condicionamentos mentais que possuem, somos velhos conhecidos de todos vós. Somos familiares de alguns de vós. Naturalizem nossa presença.
Naturalizem nosso apoio. É importante que saibam que recebem nosso apoio e recebem apoio de muitos grupos, especialmente nesse momento importante da nossa amada Terra. Como já foi dito a muitos de vós, basta que se conectem com a Fonte, basta que se conectem com o verdadeiro Ser, que São.
Basta que se conectem pelo coração, basta que conheçam o caminho do vosso próprio coração para que se conectem com a Divina Fonte a quem servimos. Basta que se conectem através do coração com a Fonte Suprema, com Deus – ou como queiram chamar, e estaremos a postos para servi-los, para cuidá-los e orientá-los. É muito mais simples que os condicionamentos mentais possam supor.
Nosso principal objetivo convosco, além de todos os irmãos que participam semanalmente, orientando através deste canal, é desconstruir os castelos que criaram, castelos mentais que criaram, castelos mentais que criaram para se esconder, castelos mentais que criaram para se proteger, castelos mentais que vos separam de quem verdadeiramente São, castelos mentais que vos separam do vosso verdadeiro Ser, castelos mentais que vos separam da simplicidade e da grandeza do vosso verdadeiro Ser, castelos mentais que vos separam da simplicidade de viver, castelos mentais que vos separam da profundidade, da plenitude do viver.
Nosso principal objetivo com nosso contato semanal através desse canal é ensiná-los a simplicidade. As prisões que criam, as construções mentais que criam, vos afastam do simples!
O “simples” que falamos nesse momento, é no sentido de viver. É o “simples” no sentido de desconstrução – desconstruir o que aprenderam a tornar complexo. Observem que a maior parte das crenças que possuem torna complexo algo que é simples. A vida é para ser simples, queridos! O fluir da vida é simples! A vida é para ser leve, sim. Já foi dito antes que a leveza a que nos referimos não significa não viver o que precisa ser vivido, não resolver o que precisa ser resolvido, mas as resoluções que já citamos e explicamos é para levá-los ao simples. É para simplificar a vida. É para simplificar o viver.
Já fizemos analogias com grandes faxinas – grandes faxinas na vossa casa interior. Na analogia que já fizemos, uma grande faxina traz ordem, traz leveza, traz simplicidade. Numa grande faxina é retirado o que não serve, é expurgado o que não serve, é retirado o que está obsoleto. Uma grande faxina é profunda, vai além do superficial. Mas o objetivo de uma grande faxina é simplificar, trazer beleza, trazer limpeza, trazer graça, trazer ordem – Ordem Divina.
Viemos nos apresentar a vós, mas é preciso que saibam que estamos sempre. A mensagem que é enviada a vós é sempre no coletivo – é sempre um grupo que vos envia. Assim como nos apresentamos agora (e representamos o grupo dos Pleiadianos), também o grupo de mestres, mentores, apoiadores, amparadores – como queiram chamar – está conosco e convosco nesse momento. É importante que foquem na mensagem. Habituem-se a se desprender das necessidades da mente, mas habituem-se a se desprender dessas necessidades com compaixão, com compreensão, e não com autojulgamento.
Amados irmãos, preciosas irmãs, queremos que saibam do nosso amor por vós. Queremos que saibam que não somos distantes nem diferentes. Queremos que saibam que servimos ao Pai e, portanto, servimos a vós. O Pai que chamam de Deus, o Pai que chamamos Consciência Suprema.
De onde somos não existe o distanciamento. O distanciamento que aprenderam entre vós e a Consciência Suprema é uma criação da vossa mente. Vossa mente não é perversa! Vossa mente é um instrumento: Divino Instrumento, que precisa ser conhecido. A partir do conhecimento desse precioso instrumento, decifram a si próprios, expandem a si próprios, expandem vossas capacidades, expandem vossa visão, amadurecem (como entendem), se desenvolvem, experienciam as diversas possibilidades da criação.
A experiência que vivem nesse momento é um precioso presente! Eu vos garanto, amados irmãos e preciosas irmãs, que se a vossa visão perceber que isso é um Divino presente, a experiência se torna mais leve, mais completa, mais profunda. O aprendizado, como falam, se acelera.
Nosso principal objetivo com as orientações que trazemos semanalmente, através desse canal, é ajudá-los a cuidar do terreno, é ajudá-los a plantar as sementes, é ajudá-los a regar as sementes que já trazem, que já possuem, é ajudá-los a descobrir os tesouros dentro de vós.
É importante que saibam que são profundamente amados, todos vós. Profundamente amados. Profundamente amados. É importante que saibam que recebem o cuidado que precisam. É importante que saibam que é preciso que abram o coração para perceberem os cuidados que já recebem. É preciso que abram o coração para se sintonizarem com o que está disponível a vós.
Nós somos os Pleiadianos. Somos vossos irmãos. Estamos convosco desde sempre.
(…)
Eu sou Sanat Kumara.
Vim saudá-los. Não me demorarei. Quero falar a vós sobre o dia de hoje [Domingo de Páscoa]. Já foi explicado a vós que dias como o de hoje são como grandes “portais” de Luz. Dias que muitas pessoas ao redor da Terra se unem, elevando os corações aos céus (como entendem), e se tornam como portas escancaradas para a Luz.
É preciso que saibam, reconheçam o Poder que possuem. É preciso que lembrem, reconheçam, utilizem o Poder que possuem. O Poder a que me refiro não é o poder superficial que a vossa mente aprendeu. Me refiro ao Poder profundo, o Poder que só pode ser alcançado, acessado, percebido, se conectarem com a Divina Fonte que São, com a Divina Fonte que possuem, com a Divina Fonte que vos liga, que vos une à Consciência Suprema da Criação.
Num dia como hoje, quando muitos corações se reúnem, ainda que não fisicamente, mas se reúnem em intenção de elevar-se aos céus, em algum momento do dia e se conectarem com a Luz, é como se uma grande faxina acontecesse na Terra, na superfície da Terra, retirando da Terra energias que não servem mais. Quando fazem isso, ajudam as consciências de Luz que trabalham nesse momento de resgate da Terra. Quando fazem isso, ajudam se unindo às equipes que emanam Luz para a Terra, que “colocam” Luz na Terra.
Já foi dito a vós que nesse momento há muitas equipes de resgate na Terra – e esse momento a que me refiro não é esse instante do vosso tempo; é uma grande escala de tempo que podem ser anos no vosso tempo. Há muitas equipes de resgate, e para que possam entender, equipes de resgate são equipes de apoio, equipes de emanação de Luz, equipes que contribuem com a elevação da Terra. As equipes a que me refiro são consciências, assim como Eu Sou, assim como todos – absolutamente todos – também são. Não há nenhuma diferença entre a consciência que Eu Sou e a vossa consciência.
Todos somos consciências, queridos! O objetivo de todos nós é a união com a Divina Fonte. No vosso caso, é a percepção dessa união com a Divina Fonte. Vossa maior missão é essa descoberta! É esse reencontro! É essa percepção! Todas as orientações que recebem semanalmente, através desse canal ou de qualquer canal que vos conecte com a busca que fazem, têm essa missão maior: ajudá-los a reconhecer a Unidade, a perceber a Unidade.
Explico: reconhecer a Unidade é reconhecer a Divindade que [todos] São! Perceberão de forma prática essa orientação com a dissolução do egoísmo, quando perceberem vosso irmão como uma parte vossa. A missão será alcançada quando tiverem o verdadeiro desejo, a verdadeira intenção, de ver todos os irmãos em união.
Por mais utópico que isso possa parecer para alguns campos mentais, é dessa fusão de consciências, é dessa união, é dessa percepção de união, que nasce a verdadeira libertação que todos buscam – quer tenham consciência disso ou não, quer tenham clareza disso ou não. A busca pela felicidade que todos fazem, que todos têm, eu vos garanto que não está nas coisas materiais que buscam, que não está nos assuntos superficiais que buscam.
Não falo isso para que condenem o momento que buscam ou que vivem, ou para que condenem as buscas que possuem, ou para que condenem as superficialidades, como chamam. Falo isso para plantar sementes. As buscas por assuntos materiais vos levarão, em algum momento, para a busca mais profunda de se unirem à Consciência Suprema.
Se unirão à Consciência Suprema quando o bem do vosso irmão for o desejo do seu coração. Isso não está distante de vós. Se quiserem com o coração essa União, se quiserem com o coração atingirem A Meta – a Grande Meta, a maior Meta, a principal Meta de união com Deus – se observem no dia a dia, observem os vossos pensamentos, observem as vossas intenções. Observem com autoamor, com compaixão convosco, sem autojulgamento, sem condenarem o que chamam de ego.
Observem as vossas intenções. Observem se julgam – quando julgam, como julgam – mas observem esse “julgar” com compaixão, sem julgar a si próprios, pois assim estariam trocando um julgamento por outro. É preciso que se amem profundamente, e primeiramente, para fazer o exercício de auto-observação que tanto vos é solicitado.
Desenvolvam o amor por si próprios. Reconheçam, sim, as intenções e necessidades do vosso ego, sem condená-lo, porque, como já foi dito, o vosso ego é um instrumento de vida na Terra. É no exercício diário de autoamor, é no exercício diário de auto-observação, é no exercício diário de elevar as vossas intenções com os vossos irmãos, é no exercício diário de amar todos os irmãos sem distinção, é no exercício diário de observar a separatividade que praticam, é no exercício diário de análise de comportamentos, de pensamentos, de ações, de intenções, com o objetivo de purificar e elevar o coração ao grande Criador, que atingirão a Meta. Todos têm a mesma Meta e ela é simples, amados. Basta que queiram.
Ainda que não queiram com consciência, ainda que se sintam desconectados dessa Meta, eu vos garanto que todos estão em busca dela. Ainda que não saibam, ainda que não percebam, ainda que pareçam aos vossos olhos desconectados, distantes, ou pouco “espiritualizados”, eu vos garanto que a definição que possuem de espiritualização não garante o caminho de União com Deus. É muito mais simples, muito mais simples. Eu vos garanto.
Não é o conhecimento, queridos. É a profundidade do coração que vos une à Consciência Suprema, à Divina Fonte. Busquem o conhecimento se for para apoiá-los. Do contrário, o conhecimento pode distanciá-los. Do contrário, o conhecimento pode alimentar a vaidade. A vaidade, como já sabem, vos distanciam do simples, vos distanciam da pureza da Fonte. É muito mais simples, queridos.
Me despeço de vós.
Eu Sou Sanat Kumara.
(…)
Eu Sou Sananda.
Boa noite, amados. Antes de iniciar a conversa de hoje, peço que naturalizem a minha presença. Não falo da minha presença nesse momento, nessa orientação, mas a minha presença no vosso dia a dia. Não me coloquem distante de vós. É muito importante que me vejam como um de vós.
É muito importante para a nossa conexão, assim como se desenvolve intimidade fazendo novos amigos, por exemplo. Tenham a mim como um amigo. Um amigo mais experiente, sim. Um amigo que pode ajudá-los, se quiserem, mas tenham a mim como um amigo. Essa percepção, essa naturalidade, essa simplicidade, é necessária para a desconstrução das prisões que fizeram.
Se colocam como vulneráveis, como dependentes. Se colocam como infelizes, como fracos, como inferiores. Isso é uma criação mental, queridos. Isso é uma prisão mental. Não se julguem pelas criações mentais que possuem. Não se julguem pelos castelos de areia que fizeram. São manipulações de vidas e vidas e vidas. São manipulações religiosas também, mas não somente. São manipulações dos sistemas que precisam ainda para viver na Terra.
Não se rebelem sem discernimento. Não vos falo para que julguem as manipulações, ou para que julguem os sistemas. Lembrem que muitos de vós não são iniciantes. O Ser que se sente manipulado hoje pode ter participado de manipulações em vidas anteriores, como entendem. É como um jogo de xadrez, queridos. Nossa intenção é trazer clareza para que vejam além, para que vejam o mapa completo e se vejam nesse mapa, mas não vejam somente o ponto em que estão. Nossa intenção é que vejam o mapa completo.
As informações não são para que recebam e julguem. É para que tenham clareza, para que tenham mais discernimento. Pouco a pouco as informações serão passadas e cada um vai receber a informação que precisa, que pode receber no momento, conforme a preparação do próprio terreno.
Portanto, naturalizem a minha presença. Não me coloquem distante de vós. Tenham a mim como um amigo. Um amigo que pode, sim, ouvi-lo. Já falamos sobre a multidimensionalidade ou a onipresença, como alguns sabem, conhecem, entendem. Embora a verdade sobre esses termos seja difícil para vossa mente compreender, não é necessário que compreenda.
Basta que confiem e saibam que, como consciência que Sou, sem estar vinculada a um corpo físico nesse momento, estou sim com todos, acessível e disponível a todos. Basta simplesmente a vontade no coração. Basta simplesmente que abram o coração, que se permitam, que queiram. Basta um pensamento. Basta um pensamento com confiança, com vontade genuína.
Vim trazer-lhes orientações específicas sobre o dia de hoje. Não sobre hoje somente, mas orientações que o dia de hoje enseja. Vim falar-lhes sobre ressurreição. Não vou frustrar as criações mentais que cada um possui sobre religião ou sobre história. Vou convidá-los para ir além – para olhar além. Afinal, é para isso que estamos convosco semanalmente. Aos que têm dúvidas sobre perspectivas históricas ou religiosas, possuem informações suficientes.
Nosso convite nesse momento é fazê-los “olhar por cima do muro”. Há tempos que falamos convosco sobre acessar as dores, fazerem inventários, fazerem auto-observações. Há tempos que vos convidamos a olhar as situações que vivem (ou que fogem) com coragem, com discernimento, com confiança, com força, principalmente. Acessar essas dores, sejam tristezas, mágoas, lutos, raivas, dores de rejeição, de abandono, carências de todos os tipos, vícios, vazios diversos, que todos possuem em algum nível.
O convite a olhar para essas dores, é para viverem a “paixão” – a “paixão” simbolizada num período como o de agora [referência à “Paixão de Cristo”]. Após a fase da vivência do processo de dores, há um processo de morte. São como muitos “eus” que guardam em cada vivência que possuem. Em cada fase da vida, em cada sofrimento guardado em todas as vidas que já possuíram, é como se armazenassem muitos “eus”. Cada dor acessada, cada “erva daninha” eliminada, é como a morte de um falso “eu”.
A ressurreição simbolizada no período é a libertação. A cada dor encarada, a cada dor vivida, são como cadeados abertos. Cada cadeado aberto é como uma ressurreição. Aqueles que já enfrentaram grandes perdas, grandes dores, podem entender melhor. O nosso convite para que mergulhem em vossas dores, para que façam inventários de si próprios, para que investiguem, amadureçam, se desenvolvam, é para que vivam essa ressurreição. E são muitas! O Caminho que leva até o Pai, o Caminho de libertação total, passa por muitas mortes dentro de si próprios e muitas ressurreições.
É simbólico, queridos! A simbologia desse período é profunda e extremamente necessária para que tenham a vida mais eficiente possível, para que aproveitem essa escola [a vida na Terra] com profundidade. Todas as situações que vivem em vossas vidas trazem ensinamentos. Há simbologias e ensinamentos por toda parte.
A simbologia desse período é o fundamento principal para que passem por essa existência descobrindo a maestria que já possuem, que já sabem, mas estão esquecidos. A simbologia desse período é o principal fundamento para que passem por essa existência, especialmente nesse planeta. Especialmente nesse planeta! Especialmente nesse planeta, com a maestria que precisam! A simbologia desse período é a pedra fundamental! A simbologia desse período é a pedra fundamental para que passem por essa existência com a maestria que precisam, com a maestria que buscam. A Terra é uma escola de mestres, queridos! É pra isso que estudam nessa escola!
Reflitam sobre a simbologia desse período. É muito mais que sair e voltar [ciclos de encarnações]. Não faria sentido que a simbologia representasse somente sair e voltar. Reflitam! Estão numa escola de maestria – Divina maestria! Mergulhem em si próprios. Vivam a “paixão” que precisam. Vivam as mortes do ego que precisam. Vivam as mortes das superficialidades. Vivam os processos de dores. Não digo de sofrimento.
O sofrimento é uma escolha, como já foi dito. Lembrem do bicho de pé: a criança sofre com o bicho de pé porque ela não entende o incômodo, ela não tem consciência do que se trata a dor. Um adulto já sabe o que é um bicho de pé. A dor para resolver um bicho de pé é inevitável, mas sofrer com isso é uma escolha (por ignorância).
Expandam as vossas consciências e vivam as dores que precisam viver – os lutos, as tristezas, os vazios. Percebam vossa soberba sem julgá-la. Percebam com maturidade as diferenças que criam, as separatividades que criam, as separatividades que alimentam. Escolham! Decidam ver a Verdade sobre si próprios.
Se apropriem do Poder que possuem. O Poder nesse caso não alimenta egoísmo; expande o Amor. O Poder a que me refiro jamais vos vincularia à separação ou ao egoísmo. O Poder a que me refiro é o Poder da Divina Fonte, que só conseguirão descobrir expandindo o Amor.
A simbologia desse período, queridos, é para todos nós. A simbologia é uma referência, é um ensinamento, é um fundamento para ser usado por todos, para alcançar a ressurreição – a libertação que todos buscam. E não é na hora da morte do corpo físico, porque a morte do corpo físico não é o fim. A verdadeira – e necessária – morte é a morte dos falsos “eus” que acumulam, é o abrir das gaiolas!
Reflitam, queridos!
Não me distanciem de vós. Isso também é uma escolha [querer se distanciar]. A quem se sente não merecedor: isso é sua escolha. A distância é criação da vossa mente. A definição de “não merecedor” é uma criação da vossa mente. É um julgamento da vossa mente. Reconheça e decida olhar para a dor (ou como queira chamar), para a origem desse autojulgamento, sem vitimismo, e decida se libertar da dor que vos coloca como “não merecedor”. É uma escolha!
Me despeço de vós, queridos.
Eu lembro que estou convosco, e que vos amo com profundidade. Eu sou Sananda.