Eu Sou El Morya.
Irmãos amados, Eu Sou El Morya Khan. Vim saudá-los e registrar meu compromisso convosco. Cada encontro semanal nosso é como uma aula a mais para ajudá-los a aprofundar e chegar ao nosso objetivo.
Esse aprofundamento não é num conhecimento novo. O aprofundamento é dentro de vós próprios. Nosso maior objetivo é ajudá-los a aprofundar no conhecimento de si próprios. É aprofundando no conhecimento de si próprios que encontrarão a iluminação, a ascensão, o Reino de Deus dentro de vós.
Queridos irmãos, amadas irmãs, eu vos reverencio. Todos nós reverenciamos a vós. É importante que saibam que temos profundo respeito e reverência por todos vós. São todos valiosos para todos nós. Nós nos curvamos a vós. Nós servimos a vós. É de nosso profundo interesse que ascensionem, que se desenvolvam, que aprendam.
É importante que lembrem que o conhecimento de si próprios abre as portas de todas as prisões: as prisões que têm consciência e as prisões que não têm consciência; as prisões que conhecem com o campo mental e as prisões que ignoram.
As prisões que ignoram, as prisões que não conhecem com o campo mental, são as ilusões diversas, são os véus diversos, e a principal ilusão que possuem é a crença de que são a roupagem que utilizam na vivência desse momento. A principal ilusão é a crença de que são a roupagem que veem no espelho.
A principal ilusão é a crença, é o apego a todas as coisas do mundo físico que tanto valorizam. Nossa intenção não é que não valorizem, não deem importância, não cuidem, não se motivem para alcançarem avanços no mundo físico, para crescerem com o campo mental, para se desenvolverem como os seres humanos que são no momento. Nosso objetivo, com o que chamamos de desapego, é para que vivam com emoção, com profundidade, com entusiasmo, sim, tudo que essa roupagem vos permite, mas que tenham consciência de quem realmente são.
São consciências, são seres cósmicos, por assim dizer, são seres de Luz envoltos num campo material temporariamente. O termo “temporariamente” a que nos referimos não é um “temporariamente” do vosso tempo, não diz respeito somente à vida que possuem no momento, não diz respeito somente à roupagem que possuem no momento. O “temporariamente” a que me refiro no momento é toda a vossa jornada na Terra.
Pedimos que vejam nossos encontros semanais como um momento de elevação, sim, como pequenos degraus que podem subir semanalmente, como sementes que plantamos, que oferecemos semanalmente para que cada um cultive como preferir, cultive como puder, cultive com as condições e ferramentas que possuem no momento. Vejam nossos encontros semanais, portanto, como aulas, mas tenham a certeza de que nos dedicamos a esse momento com total entrega, com total rendição. O Amor que temos por vós é muito mais profundo, é muito mais grandioso do que pode ser concebido ou do que pode ser entendido pelo vosso campo mental.
Nossa principal intenção é que desenvolvam a maestria enquanto encarnados. Todos que me escutam — e posso afirmar isso, queridos — todos que têm acesso a essas mensagens estão em total condição de ascensionarem nessa vida, nessa roupagem, com os nomes que utilizam para serem chamados. Ainda que o vosso campo mental vos julgue, vos diminua, eu afirmo e eu vejo a todos vós, todos que nos escutam nesses encontros — e eu me refiro aos que nos escutam no momento em que falamos por essa via, e a todos que escutarão em qualquer momento do vosso tempo.
Absolutamente todos que têm acesso a essas mensagens têm condições de ascensionarem na encarnação em que estão, na roupagem em que estão. É possível que se desenvolvam ainda na roupagem em que estão. Por isso a nossa dedicação, por isso a nossa entrega e rendição, por isso o nosso pedido de que se empenhem, de que tenham total atenção, de que tenham especial atenção, como quem abre o coração para receber essas mensagens.
Muito mais que o conteúdo da mensagem, são as sementes implícitas que a vossa alma reconhece e absorve. Eu vos garanto que um coração aberto tem mais condições de absorver as mensagens do que somente um campo mental atento.
Vim falar sobre a Força. Vim prepará-los para o significado do que o vosso vocabulário traduz como força. Aqui não se trata de uma força superficial que o vosso campo mental conhece como força física. A Força a que me refiro é a Força que transparece na ação, no que chamam de Força de vontade. É a Força que transparece na vontade, no agir, no levantar. É a Força que transparece no entusiasmo, com o trabalho, com as responsabilidades do dia a dia.
É a Força que transparece no Amor. É a Força que transparece na sabedoria. É a Força que transparece na disciplina, na total entrega à Vida. É a Força que transparece na total rendição à Vida. A rendição a que me refiro é total entrega à Vida. É a total presença.
É a verdadeira vontade de se unir à Vida, de se integrar à Vida. Integrar-se à Vida, amados, é integrar-se a todos, é integrar-se ao Todo, é integrar-se a Deus. A única forma de se integrar a Deus é integrando-se consigo próprio, para que seja possível que se integrem com todos, com o Todo.
Integrar-se com o Todo é viver cada momento, é entregar-se a cada momento, em cada ação, em cada presença, em cada silêncio, em cada fala, entregando 100% de si próprios. Isso é viver com total entusiasmo com a Vida.
Amados, isso é uma decisão. A Força a que me refiro é uma decisão. É uma genuína vontade de viver com total entrega. A Vida, a verdadeira Vida, é profunda, amados. O viver que conhecem, que normalmente conhecem de forma superficial, não é um viver profundo. Não é o viver a que me refiro nesse momento.
O viver na distração, o viver superficial, tão condicionado, tão comumente ensinado, é um “sobreviver”. É um viver na fuga, é um viver na distração. Isso não é o verdadeiro Viver, amados. A verdadeira Vida é vivida com essa Força a que me refiro.
A verdadeira Força, a genuína Força, não se trata de força física. É Força da alma. É a Força interna. Decidam alimentar essa Força interna. Contem com a nossa ajuda. Contem com a minha ajuda para despertarem a vossa Força interna, para despertarem a verdadeira e genuína vontade. Decidam, todos os dias ao acordar, conectar-se com essa Força.
A Força a que me refiro vem da Fonte Divina. Vem de Deus. Vem de Deus, Pai e Mãe. Vem da Fonte Suprema. Decidam abastecer-se dessa Força. Decidam ativar essa Força que já existe em vós, adormecida em todos vós.
Essa Força, perceberão que quanto mais a ativam, mais ela vos impulsiona, mais ela vos ajuda a dissolver qualquer obstáculo que vos impeça de crescer internamente. Não há como ascensionar ou subir os degraus a que nos referimos, ou não há como seguir a jornada que é o objetivo de vossa alma, sem esse crescer interno — esse crescer interno, essa expansão de vossa Luz interna, o cultivar da vossa Centelha Divina, a preparação do vosso jardim.
Há muitas formas de traduzir esse acesso ao Reino de Deus dentro de vós. Esse é o nosso objetivo convosco. Essa Força a que me refiro é o que vos impulsiona, é o que vos possibilita cumprir esse compromisso convosco.
Todos vós possuem essa grande meta, essa grande missão. A vossa maior missão é unir-se ao Divino, é unir-se a Deus, é encontrar o Reino de Deus dentro de vós. Há muitas formas de traduzir esse mesmo significado. Alguns já conhecem, já escutam sobre a quinta dimensão, sobre as dimensões superiores – é o mesmo significado, amados. É o mesmo significado do que vem sendo ensinado, ou do que se tenta ensinar a todos vós sobre o Reino de Deus, sobre o Reino dos Céus.
O verdadeiro paraíso só pode ser encontrado se adentram o vosso próprio eu, se adentram as camadas do vosso coração, se abrem as cortinas para ver o que há dentro de vós. É acessando a vossa Luz interna que acessarão esse caminho que leva ao Divino Pai, esse caminho que vos unirá ao Todo, que vos unirá a todos, que fará com que conheçam a Unidade.
Decidam diariamente, antes de se recolherem ao sono e ao despertarem nas manhãs, decidam ter vossos dias com essa Força interna ativada. É uma decisão, amados. Basta que decidam. É muito mais do que um pedido. Percebam que a energia interna, o estado interno, entre o pedir e o decidir, é distinto, amados.
Se quiserem pedir apoio, peçam com um estado interno de decisão, de vontade. É muito diferente o estado interno passivo de quem pede de forma passiva, de um estado interno de quem pede de forma ativa — com Força, com coragem, com plena, genuína vontade, com o coração aberto. É nesse sentido que o pedir e o decidir precisam estar interligados.
Decidam viver cada dia de vossa vida com essa Força, ainda que inicialmente não tenham total consciência, no campo mental, do que se trata essa Força interna. Não se trata de introversão ou extroversão. Não se trata de ter uma personalidade distinta do que a vossa natureza apresenta.
Cada um expandirá a Força interna, a Força divina, que se apresentará a cada um à sua forma. Cada um sabe, cada um já conheceu, já experimentou essa Força interna em algum momento na vida. Alguns que me conhecem experimentam essa Força interna no dia a dia.
Alguns que me escutam nesse momento já têm intimidade com essa Força interna, já a cultivam, já a praticam. Não se trata, necessariamente, de agir mais ou de falar mais. Trata-se de profundidade.
É possível uma profunda Força interna no silêncio. É possível uma profunda Força interna sem necessariamente uma ação. Força na presença, no sentir, na contemplação. Uma Força interna exercitada no silêncio, na contemplação ou numa meditação transparece nas ações, transparece nos pensamentos, transparece nos resultados.
Eu vos garanto que o cultivo diário dessa Força Divina em vós dissolverá todas as densidades que precisam ser dissolvidas para a vossa purificação e ascensão. Esse é o meu recado para hoje.
Irmãos amados, preciosas irmãs, Eu Sou vosso amigo. Habituem-se a sentir a Divina Luz, a sentir o Divino Pai dentro de vós. Habituem-se a conectar-se, a comungar, a integrar-se, a unir-se ao Divino Pai. Chamem a Divina Presença para preenchê-los, para transbordarem em vós, através de vós.
Habituem-se, e perceberão as transformações nas vossas vidas, as transformações de que precisarem. Recebem toda a ajuda que precisam. Me despeço de vós na comunicação de hoje, mas estou sempre convosco.
Eu Sou El Morya.
(…)
Eu Sou Sanat Kumara.
Queridos irmãos, semanalmente participo convosco, sempre, nessas comunicações. Estamos sempre em grupo. E é importante que saibam: quando dizemos que estamos em grupo, nós os incluímos nesse grupo. Nunca nos vemos separados.
Quando dizemos que estamos em grupo, significa que a mensagem passada nesse momento pode ser entendida como elaborada em grupo, mas consideramos a vossa participação no conteúdo da mensagem. Nós nos conectamos com o vosso Eu Superior. Nós nos conectamos com a Centelha Divina de cada um de vós. Nós sabemos o que cada um precisa. Nós conhecemos todos os terrenos.
Nenhum momento vivido em vossas vidas é aleatório ou ao acaso. Não escutam essa mensagem por um mero acaso. Todos que escutam essa mensagem montaram essa programação, por assim dizer. Faz parte do plano de cada um de vós – é uma outra forma de entenderem.
O que quero dizer, amados amigos e amadas amigas, é que não estamos separados. É muito importante que exercitem não nos verem separados. É muito importante que exercitem não nos verem como ‘evoluídos”, como comumente associam, veem e interpretam.
Exercitem mudar essa visão. Podem nos ver, sim, como mestres, como chamam, mas entendam mestres como professores, como um irmão próximo, um amigo próximo que tem algo a ensinar, um irmão próximo que estende a mão e vos ajuda a caminhar.
Não nos coloquem como distantes de vós. Fazemos parte do vosso plano, assim como todos vós fazem parte do que poderia ser dito como nosso plano. Essa comunicação, essas boas novas, por assim dizer, que carinhosamente chamamos de Evangelho, faz parte do Plano divino.
O Plano divino é Único. Estamos todos inseridos no Plano Divino. Vejam esse Plano divino também único. O Plano divino é unificado. Portanto, amados, o plano do vosso irmão é também o vosso plano. Queiram genuinamente, com todo o vosso coração, a ascensão dos vossos irmãos, o amadurecimento dos vossos irmãos, o crescimento dos vossos irmãos.
Não importa qual palavra utilizem do vosso vocabulário para o objetivo de todas as almas e de todos os seres. É natural, queridos, que ainda se vejam separados, pois foram habituados dessa forma, e faz parte do vosso crescimento a dissolução desse véu criado pela vossa própria mente para separá-los dos vossos irmãos, separá-los do Todo.
Quanto mais veem os vossos irmãos separados de vós, é o mesmo que verem a Consciência Suprema, ou Deus, como podem entender, separado de vós. Separar o vosso irmão de vós, ver o plano do vosso irmão como o plano “dele”, é o mesmo que ver Deus separado de vós.
Habituem-se a ver os vossos irmãos como parte vossa, assim como nós vemos a vós como parte nossa. Eu me vejo em cada um de vós. A minha dedicação para convosco é porque eu vos vejo como a Unidade. Eu Sou vós. Compreendam, amados. Não há separação.
Naturalmente, ao ascensionarem, conseguirão perceber a Unidade. Esse é o principal sinal: conseguirem perceber que se entusiasmam, que se alegram, que comemoram a ascensão, o crescimento, o amadurecimento de todos os vossos irmãos.
É assim, com essa prática, que dissolvem, pouco a pouco, os obstáculos criados pelo egoísmo. É importante que compreendam que o egoísmo não precisa ser visto como um grande peso. Me refiro aos julgamentos que fazem consigo próprios e com os demais. Lembrem que julgar o que chamam de “outros”, julgar os vossos irmãos, é o mesmo que julgar a si próprio.
Nós sabemos das vossas dificuldades. Naturalmente é mais fácil por um olhar separado da densidade, um olhar sem véus — é naturalmente mais fácil compreender, ter compaixão, sentir a União. Mas nós estamos convosco, a partir dessas comunicações, para ajudá-los a dissolver tudo o que impede que tenham essa mesma visão, tudo o que impede que percebam o potencial Divino dentro de vós.
Aos irmãos que me escutam nesse momento, que possuem densidades que julgam como muito nocivas, que possuem mágoas profundas, que não torcem pelo bem de algum irmão, que reconhecem o egoísmo, que reconhecem sentimentos como a inveja, por exemplo: peço que acalmem os vossos corações e compreendam que, se oferecemos ajuda, é porque sabemos que todos vós, em algum nível, possuem alguma densidade desse tipo. É natural, no vosso crescimento, amados, que tenham ervas daninhas a retirar do vosso jardim.
Por isso oferecemos ajuda, por isso nos dispomos, nos entregamos a ajudar. Não se diminuam, não se sintam inferiores, amados. Por perceberem as ervas daninhas, ainda, é por isso que estamos convosco, é por isso que oferecemos ajuda.
Identificar o que precisa ser resolvido é um importante passo. Essa identificação é o início da dissolução de véus, é o início da dissolução das ilusões, é o reconhecimento do que precisa ser resolvido. É importante que tenham compaixão consigo próprios.
Cada resolução acontece ao seu tempo, exige dedicação e empenho e, principalmente, vontade por parte de cada um de vós. Não se diminuam, amados amigos – incluo as amadas amigas nesse chamado. Tenham compaixão consigo próprios.
Se não tivessem nada a resolver, queridos, não estaríamos oferecendo apoio, não estaríamos trazendo orientações. Cada um tem a responsabilidade de conhecer o próprio jardim. Cada um tem a responsabilidade de cuidar do próprio jardim. Cada um tem o cuidado, a responsabilidade, de deixar florescer o Divino de cada um de vós.
Eu me aproximo para que saibam que somos Um só. Eu me aproximo para que saibam que não há, queridos, nenhuma diferença entre nós. Exercitem ver o próprio Deus em vós. Exercitem ver a Consciência Suprema em vós.
Basta que queiram, e a compassiva Presença da Divina Consciência vos abastece imediatamente. Basta que queiram, e a amorosa Presença vos abastece inteiramente. Basta que queiram: a Suprema Consciência está inteiramente disponível a vós. Basta que queiram. Basta que exercitem esse chamado. Basta que abram o coração. Basta que verdadeiramente queiram.
Não precisam ser eruditas. Não precisam de belas palavras. Não precisam de um campo mental elaborado. Precisam de um coração. Precisam de um coração aberto. Precisam de um coração sedento — um coração sedento de Luz, de transformação, de crescimento, de amadurecimento, de ascensão.
Eu vos reverencio. Todos nós vos reverenciamos. Somos seres de Luz, sim, mas estamos aqui para lembrá-los que todos vós são.
Nós vos amamos profundamente.
Eu Sou Sanat Kumara.
(…)
Eu Sou Sananda.
Boa noite, amigos amados, irmãs queridas. Eu vos saúdo.
Queridos, é importante que percebam que as mensagens se complementam. Aos irmãos que estão conhecendo esse canal nesse momento, eu vos convido a conhecer as mensagens que já passamos até o momento.
Em cada mensagem deixamos uma ferramenta. Em cada mensagem deixamos um elo. É preciso unir os elos. Pouco a pouco estamos construindo uma preciosa fundação, uma preciosa base. Cada um construindo a sua base, a sua própria base, utilizando as ferramentas conforme sua própria necessidade, conforme seu preparo, conforme o estágio em que estão. E, principalmente, conforme a dedicação.
É muito importante que o nosso momento seja praticado com profundidade. É muito importante que o acesso a essas mensagens se dê pelo coração, e que o campo mental seja um instrumento de acesso. Significa, irmãos amados, que não fiquem na superficialidade. Não sejam um aluno que assiste a uma aula e, numa aula seguinte, não lembra o que foi dito na anterior. Pratiquem a verdadeira presença.
Queiram genuinamente absorver tudo o que estão prontos para absorver nesse momento. Queiram genuinamente a vossa ascensão. É importante dissolver o conceito de ascensão, de purificação, como foi aprendido nas religiões, por exemplo.
A ascensão, a purificação, não significam dissociarem-se do campo físico, dissociarem-se da matéria. O desapego a que já nos referimos é uma visão madura do campo físico, é uma visão madura do campo material. É o bom senso, é o discernimento para saberem quem são e para viverem, sim, com tudo o que o campo material oferece, na roupagem que experimentam nesse momento.
É para viverem com discernimento, é para viverem com bom senso, é para desenvolverem maturidade. O desapego deve ser associado à maturidade, não à separação do campo material do campo sutil. Não é necessário “abrir mão”, por assim dizer, do campo físico, do campo material, das necessidades humanas, para ascensionarem, para se elevarem, para crescerem internamente.
Ao contrário, precisam do campo material nesse momento — dos instrumentos, das circunstâncias, das situações da vida material que possuem, que já escolheram, que vivem — para se desenvolverem, para ascenderem, para ascensionarem, para crescerem em todos os níveis.
Não precisam, nem devem, isolar-se do mundo físico, do mundo material, para ascensionarem. Ao contrário, amados, devem desenvolver o discernimento, e são as circunstâncias do mundo físico que vos ajudam a perceber o que precisa ser transcendido, o que precisa ser transformado, o que precisa ser resolvido, o que precisa ser lapidado dentro de vós.
Há, sim, seres que se isolam em oração, em meditação, e pode ser, sim, sua missão de ascensão, de purificação. Cada um sabe, desenvolvendo o discernimento, se a missão que lhe cabe é no isolamento em montanhas, por exemplo, ou no cotidiano de uma grande cidade. O desapego a que nos referimos não significa separarem-se da vida material.
Ao contrário, amados, significa aprenderem, amadurecerem, para alcançarem o equilíbrio, para alcançarem o discernimento, para alcançarem a elevação vivendo as circunstâncias do mundo material, vivendo as situações que o mundo material vos apresenta.
A Força interior, a Força interna ensinada pelo Mestre El Morya, vos ajudará a encontrar o equilíbrio necessário a que me refiro. Pratiquem, conectem-se com o Divino Pai conforme o vosso coração orientar. Não há regra, amado. Não há regra, amada. O vosso coração sabe como se conectar com o Divino Pai. Ouça e pratique.
Eu vos amo.
Eu Sou Sananda.