14/06/2026

Eu Sou Metatron.

Eu vos saúdo, irmãos amados. Boa noite.

Importante lembrar que, quando eu me dirijo a vós, me dirijo não somente aos que me escutam por esse canal, no plano físico, no corpo físico, através do equipamento de tecnologia que utilizam. Também não me refiro somente aos que escutarão ou que terão acesso a essas mensagens pelos instrumentos que utilizam no campo físico, seja por leitura ou audição. Me dirijo a todos os irmãos que me escutam, também já desencarnados. Lembrem de expandir as visões, além dos olhos humanos.

Boa noite, queridos. Eu vos saúdo. Eu Sou Metatron.

Além do inventário que sempre comentamos que é importante fazerem para a purificação, para o objetivo final na jornada em que estão, parte desse inventário trata também do inventário do dia a dia, do inventário de ciclos, do inventário de períodos do vosso tempo. Assim como sempre sugerimos que, para ascensionarem, para se desenvolverem, para cumprirem o objetivo de alma na jornada em que estão, devem fazer o inventário interno, devem se dedicar a atualizar e revisar esse inventário interno. Parte desse inventário, como queiram chamar, é o inventário do dia a dia.

Avaliem as situações que vivem, avaliem os aprendizados, avaliem as queixas, avaliem as belezas, avaliem para medirem o que é valor para vós, para saberem o que querem e por que querem. Intencionem e avaliem vossas intenções. Quando se dedicam a esse inventário, exercitam o Amor por si próprios.

Já foi dito – e sempre será dito, que é fundamental que exercitem o Amor por si próprios, pois no fundo já sabem que a purificação, a ascensão, ou como queiram chamar, o objetivo final de todos nós é alcançar a plenitude desse Amor. É a partir do Amor por si próprios — Amor profundo, não o amor superficial aprendido pelo campo mental, é a partir do exercício do Amor profundo por si próprios que conseguirão exercitar o Amor pelo Todo, o Amor por todos os vossos irmãos.

É fundamental que exercitem o Amor, o Amor no sentido mais profundo e elevado. O Amor no sentido mais profundo e elevado não cabe egoísmo, não cabe no egoísmo.

Por isso é preciso que exercitem e avaliem como cuidam de si próprios. O cuidar de si próprios inclui esse inventário do vosso dia a dia. Exercitando esse inventário no vosso dia a dia, conseguirão combater as distrações da mente, que são diversas e são nocivas.

Já foi dito que aquilo que é nocivo não deve ser julgado: deve ser avaliado, deve ser superado, mas há uma profunda distinção entre julgamento e avaliação. O julgamento leva à culpa, o julgamento se associa ao egoísmo. A avaliação tem uma intenção elevada.

Percebam as intenções. Fazer uma avaliação de si próprio com a intenção genuína de superação, com a intenção de auto-amor, é profundamente distinto da energia depreciativa do julgamento, que se associa à culpa, que se associa à diminuição, que se associa, sim, ao egoísmo. Façam avaliações do vosso dia, avaliações das vossas atitudes, avaliação das vossas vontades, não com a autopunição do julgamento; ao contrário, queridos, com o exercício do auto-amor, com o exercício da avaliação para se elevarem, com compaixão e com extrema paciência.

Esse convite à elevação é um passo a passo construído com dedicação, com vontade. Não esperem intencionar uma superação em um dia e, no outro dia, estar resolvido. É isso que quero dizer, queridos. É preciso exercitar o Amor por si próprios, para que saibam ter compaixão com essa construção do vosso castelo interno.

O vosso castelo interno é o Reino de Deus, já foi dito, é o templo do Criador dentro de vós. Todas as dores humanas precisam ser conhecidas, e é através desse inventário genuíno, honesto, consigo próprios, que conseguirão construir esse castelo interno — que já estão construindo, queridos, cada um à sua forma, cada um ao seu tempo, cada um em determinado estágio, mas saibam que sim, todos estão construindo esse castelo interno, de alguma forma.

As dores humanas são as ervas daninhas do jardim. Todos vós possuem, em algum nível, alguma dor humana a ser observada, a ser avaliada e a ser combatida. Não julguem quantidades, não julguem quantas ervas daninhas cada um possui. Isso é um julgamento.

A avaliação de si próprios deve ser feita de forma amorosa. As dores humanas, como já sabem, são tudo o que vos afasta do Amor divino, são tudo o que vos afasta do Amor. As mágoas diversas, as emoções enraizadas — raiva, ciúme, ira, inveja, culpa (…) — há uma grande lista, amigos.

Todos vós conhecem e conseguem avaliar facilmente essas dores nos vossos irmãos. O convite de sempre vai ser para que avaliem essa mesma lista que utilizam com facilidade para avaliar o externo, para avaliarem o interno também e principalmente. Claro, queridos, que o mundo externo vai ser sempre uma referência.

Não vão deixar de avaliar o vosso meio. O convite é que avaliem o vosso campo interno com a intenção de transcender, de superar, como quem constrói uma grande obra. Perceberão que, retirando os entulhos — os entulhos das dores humanas que guardam e carregam — verão a grande obra crescer, ser elaborada, majestosa.

É preciso que percebam os entulhos e decidam retirá-los. Decidam ver os entulhos e retirá-los. Muitos de vós se apegam aos entulhos que guardam, de tal forma que se identificam com esses entulhos como sendo a vossa própria personalidade.

É preciso a dedicação a esse inventário interno todos os dias, para que percebam que deixam como entulho algo que não serve mais para vós. Cada situação vivida, cada mágoa, cada tristeza, cada ciúme, cada raiva, cada avareza é para ser vivido, se existe em vós, mas com a consciência de que cada pedra é um caminho para a vossa transformação. Cada entulho que guardam são como pequenos portais de transformação.

Nenhuma erva daninha existe à toa, nenhum pedregulho existe à toa, nenhum entulho existe à toa. Faz parte da construção, faz parte do aprendizado, como sabem, mas o aprendizado só existe, só acontece, com a vossa dedicação. Do contrário, só acumularão entulhos.

Decidam, se assim querem; decidam colocar a Ordem Divina nas vossas vidas. E a Ordem Divina nas vossas vidas é feita de dentro para fora: somente vós podem fazer a faxina interna que precisam. Todos vós se surpreenderão com o tamanho do próprio castelo quando se dedicarem a essa grande obra.

Cada um de vós já participa dessa grande obra, mas a maioria de vós não tem consciência de que o que fazem no vosso dia a dia — os desafios, as alegrias, as situações diversas — são componentes dessa grande obra. Muitos componentes ficam na grande obra, ficam na construção, e muitos componentes devem ser descartados como restos de obra. Compreendem, queridos? Descartem os restos de obra, descartem os entulhos, identifiquem os entulhos e decidam descartar, decidam colocar a Ordem Divina na vossa vida.

São os entulhos que dificultam que enxerguem a beleza do vosso castelo interno. São os entulhos que dificultam que enxerguem o projeto final. Decidam dedicar-se com entusiasmo, com afinco, à construção. Todos vós são magníficos construtores, todos vós, queridos, sem exceção.

Todos vós, acreditem, sem exceção: não comparem a vossa obra com a obra de nenhum irmão. Todos vós são magníficos construtores, à sua forma, acreditem, queridos. Não julguem, nem tentem avaliar a obra de um irmão que a vossa mente entende que possa ter mais entulho do que um resultado positivo.

A visão humana, na roupagem em que estão, não alcança a grandeza da própria jornada e da jornada dos irmãos. Cada um vive o que precisa. As distrações vos atrapalham, sim, mas até as distrações são meios de aprendizado.

As distrações são portais de aprendizado: escondem raízes de ervas daninhas que precisam ser vistas, e serão, cada uma no seu momento. O nosso convite — e todos que têm acesso a essas mensagens entenderão o que falo — o nosso convite é para que identifiquem as distrações, identifiquem os vícios.

Os vícios são todas as tendências do vosso campo mental que vos afastam de si próprios, que vos afastam da presença, que vos afastam do ancoramento, que vos afastam de serem quem são. Perceberão, na maior parte das vezes, queridos, que as distrações e os vícios mentais são mecanismos de defesa da própria mente para que não acessem as dores humanas que precisam acessar, sejam elas quais forem.

Eu vos garanto que, na dedicação diária a essa obra interna, perceberão avanços extraordinários que refletirão na vossa comunhão com a vida, na vossa fluidez com a vida, na vossa elevação aos céus. Entendam a elevação aos céus, irmãos amados,não como o desencarne do corpo físico, como muitos entendem. A elevação aos céus é o estado interno do Ser — de elevar-se aos céus. É nesse sentido que dizemos.

O que quero dizer é que essa grande obra interna, se feita com a consciência do que fazem, será acelerada. Terão muito mais prazer, como entendem, nessa construção, porque saberão o que fazem, saberão aonde chegarão. Muitos se distraem no caminho por esquecerem quem são e para onde vão.

São todos construtores da Luz, irmãos amados, cada um à sua forma. São todos construtores do Divino Pai, cada um à sua forma. São todos magníficos construtores, com as ferramentas que possuem.

São todos divinos construtores. Observem a natureza, percebam a vossa magnitude, não se depreciem jamais, amados. Ao se depreciarem, negam a Presença Divina em vós. Ao se depreciarem, negam a Luz que são. Vós sois o próprio Pai em ação. Decidam.

Eu vos amo, amados amigos.

Eu Sou Metatron.

(…)

Eu Sou Seraphis Bey.

Boa noite, irmãos amados. Boa noite, preciosas irmãs. Falarei um pouco sobre a ascensão. Falarei sobre a ascensão. Falarei sobre a purificação.

Irmãos amados, todos nós — me incluo nesse grupo — temos como objetivo a ascensão. A ascensão é chegar ao Reino de Deus, é chegar ao Reino dos Céus, como já foi dito. Chegar ao Reino dos Céus, chegar ao Reino de Deus, é uma escala evolutiva, é uma referência à escala evolutiva que todo Ser precisa e vai passar.

É natural: todos os seres passam pelo processo de ascensão, vivem o processo de ascensão, cada um a seu momento. Como um bebê que nasce e vive toda uma jornada até o fim de um ciclo de vida.

O objetivo de toda alma é ascensionar. Ascensionar é elevar-se até a Consciência Suprema, elevar-se a Deus, elevar-se à Consciência Maior, elevar-se à Consciência Criadora. Todos nós somos a Consciência Criadora em ação, pois a realidade, queridos, é que não existe divisão, não existe separação: somos todos Um, e ao mesmo tempo, somos seres individuais, assim como a Consciência Suprema é uma consciência distinta. Compreendem, queridos?

Assim como veem vossos irmãos como seres individuais, cada um vivendo a sua jornada, a Consciência Suprema, o Supremo Criador, Deus, é a nossa referência. Assim como o irmão, que com os olhos humanos veem como diferente, separado de vós, mas são a Consciência Suprema em ação — todos os seres são a própria Consciência Suprema.

Sabemos que é difícil de compreender com o campo mental, é difícil compreender vinculado a um corpo físico, devido aos véus necessários para a vivência humana. Mas é por isso, queridos, que tanto repetimos que todos somos a Unidade. O objetivo de todos nós é ascensionar para sentir essa Unidade, para viver a Presença de Deus, viver a Consciência Suprema em ação, para sentir a Consciência Suprema em ação.

O ascensionar a que nos referimos, a ascensão que dizemos ser o nosso objetivo comum, é elevar-se a Deus. O elevar-se a Deus, queridos, é alcançado à medida que as densidades são dissolvidas; as densidades são dissolvidas à medida que os aprendizados vão sendo realizados, à medida que a maturidade do Ser se amplia, à medida que o Ser amadurece como alma. O Ser amadurece como alma quando suas dores são transcendidas, e as dores da alma só são transcendidas quando são conhecidas.

Só podem transcender algo que percebem, ainda que não consigam nomear; mas decidam transcender, sentir, perceber as vossas dores humanas e transcendê-las, superá-las. Não se transcende dores humanas com paliativos, não se transcende as dores humanas ignorando-as, não se transcende as dores humanas escondendo-as.

É preciso que conheçam, é preciso que tenham coragem e profunda honestidade consigo próprios para reconhecerem vossas dores. O ensinamento para que conheçam vossas dores não é para que tenham uma vida penosa; ao contrário, amados, é para que alcancem a verdadeira libertação. A verdadeira liberdade só pode ser alcançada à medida que ascensionam, porque a verdadeira liberdade só pode ser alcançada à medida que percebem a Presença de Deus dentro de vós.

Para perceberem a Presença de Deus dentro de vós, as densidades precisam ser dissolvidas pouco a pouco. É preciso uma vontade genuína no coração para ver o que precisa ser visto, curar o que precisa ser curado, dissolver o que precisa ser dissolvido. Muitas vezes, amados, não precisam de grandes elaborações, de transformações externas mirabolantes.

Precisam de uma vontade genuína, uma vontade honesta e corajosa, muitas vezes somente de olhar para o vosso interior. O “somente” aqui, queridos, é no sentido de caminho único para dentro. Sabemos que, na grande maioria das vezes, esse olhar interno pode ser doloroso, sim, mas lembrem que a dor não significa, necessariamente, sofrimento.

O sofrimento vem da ignorância, queridos. A dor, as dores humanas, se encaradas com maturidade e consciência, não geram sofrimento. Ao contrário: solucionam, dissolvem sofrimentos internos, escondidos.

A ascensão a que nos referimos, ou a purificação do vosso Ser, é esse desatar de nós, é desatar os nós que porventura existam dentro do vosso Ser. Ao longo dos vários ciclos, das várias roupagens que já experimentaram e experimentam, acumulam nós no vosso campo interno, e esses nós precisam ser dissolvidos, queridos.

Alguns nós naturalmente se dissolvem à medida que amadurecem, à medida que decidem transcender, à medida que decidem ascender, à medida que se dedicam na construção do vosso castelo interno, mas muitos desses nós precisam ser conhecidos, identificados, e, ao serem identificados, precisam ser desamarrados, precisam ser dissolvidos.

Quanto mais antigo o nó, talvez mais apertado esteja, talvez mais trabalhoso seja, mas a dedicação, a vontade genuína de dissolver e desatar, trará resultados, queridos. Recebem ajuda, já sabem; todos vós recebem ajuda. Não deixem esses nós guardados dentro de vós, acumulando entulhos, bloqueando a passagem da Luz.

Esses nós, queridos, precisam ser desatados. A cada desatar de nós, liberam o fluxo Divino, tornam-se canais da Luz Divina, ancoradores de Luz na Terra. Ser um canal de Luz na Terra, amados, não significa fazer feitos elaborados, mirabolantes, extraordinários aos olhos humanos.

O extraordinário à Luz não significa extraordinário aos olhos humanos, queridos. Os olhos humanos se iludem facilmente. Não confundam.

São canais de Luz na Terra quando permitem que o Amor Divino transborde em vossas ações, transborde no falar, no ser, no andar, no fazer. Perceberão o Amor Divino transbordando nas intenções, perceberão o Amor Divino transbordando e transformando as vossas vidas de dentro para fora. Naturalmente, queridos, o ancorar Luz é muito mais simples, e todos vós já o fazem de alguma forma, em algum momento.

Mas o processo de ascensão significa ampliar esse ancoramento de Luz, que cada um já faz à sua forma, à sua maneira, com as ferramentas que possuem. À medida que ascensionam, quanto mais purificam o vosso Ser, mais esse canal interno é limpo, mais se torna translúcido e mais potencializa o ancoramento de Luz na Terra. A nossa amada Terra precisa de vós, precisa desse ancoramento de Luz.

Irmãos amados, a vossa maior missão é a obra interna que fazem com a própria vida. É o exemplo da própria vida — o exemplo da própria vida, principalmente, para si próprios.

O exemplo da própria vida para si próprios, queridos, significa que não se dediquem a ser um exemplo para os irmãos, para os demais, antes de conhecer a si próprios profundamente, antes de ser uma referência para si próprios. A vossa referência, irmãos amados, precisa ser viver o Reino de Deus dentro de vós.

É preciso que saibam que viver o Reino de Deus, sentir o Reino de Deus dentro de vós, não é um ponto a que se chega, não é um ponto final. É um processo, como vossa mente entende. É uma jornada, é um construir, é um passo a passo. É uma elevação contínua, queridos. É uma elevação contínua. Estaremos sempre ascensionando, queridos. E essa é a Graça. Essa é a Graça.

Eu vos garanto que não há felicidade maior. Não há alegria maior do que sentir a Consciência Divina agindo em vós e através de vós, constantemente e plenamente. Essa é a verdadeira libertação, queridos.

Eu vos amo.

Eu Sou Seraphis Bey.

(…)

Eu Sou Sananda.

Boa noite, queridos. Eu vos saúdo. Falaremos hoje sobre a Alegria.

Muitos de vós ainda associam a ascensão aos céus a um desencarne. É preciso lembrar que a morte não existe, queridos. A morte do corpo físico é como passar de um ano para o ano seguinte, se a associarem a uma escola. É muito mais simples do que o vosso campo mental se condicionou.

Também muitos de vós associam a ascensão, a purificação, ao oposto da Alegria. Queridos, o Divino Pai é a Alegria. O Reino dos Céus é a Alegria. Não se pode ascensionar sem Alegria, queridos.

E a Alegria a que me refiro não é a euforia, não é um descontrole. As euforias que vivem no mundo físico são muito bem-vindas e devem ser vividas, aproveitadas. Quanto mais amadurecem, mais viverão as alegrias e as euforias com maturidade e com consciência.

Viver com consciência e com maturidade não significa sisudez, queridos. A sisudez, a rigidez, é uma dor da alma. Não me refiro, queridos, à Alegria como uma extroversão.

Cada um vive a Alegria ao seu modo. Cada um vive a Alegria conforme a alma se encanta, se identifica. Cada um ri a seu modo. Cada um vive a Alegria conforme seus gostos.

Os gostos são depurados à medida que a alma amadurece, naturalmente, queridos. Em algum momento gostavam de determinada situação ou vivência e, à medida que se desenvolvem, esse gosto pode ser modificado, e naturalmente é modificado. Também podem viver a Alegria em um determinado momento da vida de uma forma, e viver a Alegria em outros momentos de outra forma.

Mas não descartem jamais a Alegria da vossa vida. Identifiquem a Alegria na vossa vida. Pratiquem a Alegria na vossa vida, cada um à sua forma, ao seu modo. Pode ser uma Alegria silenciosa. Pode ser uma Alegria em grupo. Pode ser uma Alegria que se encanta com o nascer do sol também. Pode ser a Alegria da risada.

Queridos, a risada é muito bem-vinda — a genuína Alegria, a genuína vontade de rir. Identifiquem o que vos desperta a Alegria. Viver a Alegria é Deus em ação, amados. Valorizem a Alegria, valorizem o Viver.

O meu recado, queridos, é que não associem a ascensão aos céus à melancolia, à seriedade, à sisudez. Responsabilidade e seriedade, queridos, não são o oposto da Alegria. Tenham discernimento. Há respeito na Alegria. Há responsabilidade na Alegria também.

Não são irresponsáveis por serem alegres. Muitos de vós aprenderam que viver Deus é abdicar da Alegria, é abdicar da vida. Não, queridos. Viver Deus em ação é equilíbrio. Naturalmente, buscando a ascensão, buscando a purificação do vosso Ser, a Alegria se manifestará, pois é o mesmo caminho, queridos: o caminho do equilíbrio, o caminho do discernimento, o caminho da Ordem Divina dentro de vós.

É natural que a Alegria se manifeste. Permitam que a Alegria se manifeste em vós, através de vós. Inspirem a Alegria nos vossos irmãos. Benditos e benditas são vós que inspiram a Alegria, que representam a Alegria na vida dos vossos irmãos. São benditos. São agraciados. São acalorados. São bem-vindos. São ancoradores de Luz, sim, queridos.

A Alegria é um portal Divino em vós. Valorizem a Alegria, exercitem a Alegria. Decidam viver a Alegria no vosso dia a dia.

Eu vos amo, irmãos amados. Eu vos amo, irmãs queridas. Eu sou vosso amigo.

Eu Sou Sananda.

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